Metal Reunion Zine

Blogzine fundado em 2008. Reúne notícias referentes a bandas, artistas, eventos, produções, publicações virtuais e impressas, protestos, filmes/documentários, fotografia, artes plásticas e quadrinhos independentes/underground ligados de alguma forma a vertentes da cultura Rock'n'Roll e Heavy Metal do Brasil e também de alguns países que possuem parceiros de distribuição do selo Music Reunion Prod's and Distro e sua divisão Metal Reunion Records.



sexta-feira, 29 de março de 2024

Elizeu Hainzenreder e Clark gravam Heaven & Hell; projeto heavy/doom a caminho?

 Elizeu Hainzenreder (ex-Desolate Ways) e Eduardo "Clark" (Vala, ex-Unmaker, ex-A Sorrowful Dream), dois veteranos do cenário metal, uniram forças novamente para homenagear um dos grandes nomes da música pesada. Após um tributo ao Entombed, a dupla desta retornou com o desafio de gravar "Atom And Evil", do Heaven & Hell.

A faixa, lançada originalmente em 2009, no álbum "The Devil You Know", conta com os poderosos vocais de Ronnie James Dio, e, segundo Clark, merece mais atenção.

Elizeu comentou: "Sempre quis gravar algo da minha banda favorita, e de preferência, da formação que eu mais curto. Ficava imaginando como seria fazer a 'Atom And Evil'. Até que um dia, do nada, recebi um áudio do Clark cantando um trecho dela em casa, no celular mesmo. Estava dado ali o pontapé inicial. Ninguém melhor que o meu fiel escudeiro para cantar essa música. Gostamos tanto do resultado que estamos cogitando a possibilidade de um projeto autoral nessa linha (heavy/doom).
 
E a cereja do bolo, mais uma vez, está na produção do meu grande amigo de longa data, Roger Fingle. Não poderia estar mais satisfeito. Espero que as pessoas curtam, pois foi feito com muito carinho e dedicação. Até porque, estamos falando dos monstros Iommi, Butler, Dio e Appice."

Clark acrescentou: "É um grande desafio e responsabilidade gravar qualquer música cantada pelo Dio, mas encarar a tarefa ao lado de um músico que admiro há décadas e que posso chamar de amigo, que é o Elizeu, não dava pra recusar! Já vínhamos cozinhando a ideia de gravar algo mais heavy/doom desde nosso cover de Entombed, e quando surgiu a proposta de 'Atom and Evil' foi perfeito, pois acho que o projeto Heaven & Hell não ganhou a atenção que merece. Obviamente a produção só podia ficar com o Roger Fingle, outro dos mestres que há décadas fazem o metal na região sul com um nível altíssimo, e que foi quem fez minha primeira gravação de estúdio há mais de 20 anos atrás, com a A Sorrowful Dream. E ainda fez uma edição e direção absurda no vídeo! O resultado ficou incrível, e estou feliz demais de ter participado de mais este projeto com dois grandes companheiros do underground."

O clipe contou com a produção de Roger "Earth" Fingle (Seduced by Suicide, Blood Tears), que há décadas produz bandas do rock e metal no Rio Grande do Sul.

Assista a versão de "Atom And Evil", gravada pela dupla, no YouTube, clicando aqui.
Fonte
contato@nightfallpr.com

ÁLCOOL, ARMADILHA, CRUELDADE E SHOTGUN NO HELLRAISER ROCK BAR - DATA: 13/04/2024 - SÃO PAULO/SP.

Fonte Pesquisa Music Reunion 

terça-feira, 26 de março de 2024

Thrashera: O álbum "AO VIVO EM HELLCIFE" será lançado em cassete. Confira as informações.

"AO VIVO EM HELLCIFE" é o segundo álbum ao vivo dos cariocas da Thrashera. O disco foi gravado em agosto de 2023 no Darkside Studio em Recife, Pernambuco, durante a Bastardos da Noite Nordeste Tour, quando a banda rodou o nordeste do Brasil pela primeira vez, passando por seis cidades. 

O material, em formato analógico e tiragem limitadíssima de apenas trinta unidades, tem previsão de lançamento para maio de 2024 pelo selo brasileiro AUDITIVE CUT RECORDS. O disco traz doze sons, sendo um deles uma versão para a música 'Guerreiros de Satã' do Vulcano com participação da vocalista Aschmedai (Praga - Black Metal).

Confira abaixo a lista de faixas de AO VIVO EM HELLCIFE:

Lado A

1. Metal 

2. Sangue ao Metal 

3. A dona da noite de Metal 

4. A viúva do capeta 

5. Partidário ao Metal 

6. Noite obscena

Lado B

7. Desgraça e Terror 

8. Bandeira Negra 

9. Bastardos da Noite 

10. Bar Culto ao Metal 

11. Guerreiros de Satã (Vulcano Tributo) - Feat Aschmedai) 

12. Boteco Selvagem

Informações e pedidos:

auditivecutrecords@gmail.com

https://www.instagram.com/auditive_cut_records

Links relacionados:

https://www.instagram.com/officialthrashera

Fonte

Pesquisa Music Reunion 

segunda-feira, 25 de março de 2024

Navalha na Carne - Edição 25 - Em breve todos nos seremos traficantes.


Poderia perder meu tempo para escrever sobre o tema da vez, erroneamente proclamado pelo Senado Federal Brasileiro e repetido por uma massa de políticos que afirmam ser conservadores, como a PEC das drogas, instrumento para alterar a Constituição Federal, criminalizando todo e qualquer porte de drogas. Uma iniciativa do atual presidente do Senado para bater de frente com o Supremo Tribunal Federal brasileiro, que está votando algo que vai diferenciar o usuário de drogas do traficante de drogas, e com isso, tentar reduzir as desigualdades sociais expressas no crescimento da massa carcerária do Brasil, onde usuários com quantidades mínimas de maconha são encarcerados como traficantes, e isso serve de combustível para vender à população a insegurança constante de uma eterna guerra às drogas.

Tentar entender por que senadores da República entram em um embate institucional desses, enquanto milhares de problemas gritam por ações desses senhores, é uma perda de tempo no Brasil; por aqui é normal e histórico os representantes do povo, devidamente eleitos de forma democrática, se intitularem defensores de seus eleitores, mas serem flagrados com dinheiro de propina escondido nas meias e cuecas, serem investigados pelo Ministério Público por abuso de poder, desvio de verbas, envolvimento direto com figuras do crime organizado e outras tantas questões que em países sérios os desqualificariam para permanência nos cargos que ocupam, mas aqui é o Brasil. Manda quem pode, né? O coronelismo por aqui apenas se atualizou aos tempos, a máxima de usurpar o Estado em benefício próprio continua em curso.

Mas como disse, não vou perder meu tempo para falar algo desse circo imundo que às vezes me causa vergonha até afirmar que sou brasileiro. Porém, sobre a tal guerra às drogas e alguns pontos de suas raízes históricas entrando em conflito direto com ações políticas frustradas, vou tentar explanar em mais um texto enorme que, com certeza, não será lido até o fim, afinal, estou no Brasil; diversas pesquisas revelaram que o brasileiro médio não gosta de literatura e prefere assistir memes na internet do que ler um livro. Mas vamos lá.

No coração pulsante do tropical Brasil, povoado por uma gente alegre e despreocupada com catástrofes naturais, onde as cores vibrantes da cultura infelizmente se misturam com as sombras profundas da desigualdade, uma relação triste de questões sociais se entrelaça, moldando o destino de milhões, matando crianças, alvejando inocentes, detruindo sonhos, dilacerando familias e fazendo parar de pulsar inúmeros corações. 

A segurança pública, que deveria ser um pilar da tranquilidade cidadã, é constantemente mascarada por políticas públicas mal planejadas, elitistas ou simplesmente genocidas, com flerte descarado com um fascismo armamentista, que enriquece poucos, elege alguns e massacra muitos.

Essa segurança pública torta, que reforça os sentimentos de insegurança da grande massa que elege inaptos, agora se assemelha a uma sombra sinistra, projetada sobre comunidades inteiras, marginalizadas pelo simples fato de não serem aplicados pontos previstos na Constituição Federal brasileira. Se olharmos para os noticiários com um pouco de atenção, iremos perceber que existe uma campanha de políticos, representantes da sociedade civil, empresários e outros, que tentam emplacar atos e até mesmo leis inconstitucionais argumentando que são medidas pela segurança das famílias. Tudo balela. Conversa fiada. O tema segurança pública é colocado em pauta para tudo, pois se trata de grana, não para você que está lendo ou eu que escrevi. Mas grana para partidos, governos, legisladores e todos que estão envolvidos de forma direta ou indireta no processo que lida com o tema segurança. Muita gente ganha muito com isso, por isso qualquer tentativa para propor uma mudança é rechaçada por essa gente que controla a máquina.

Moradia para todos, igualdade de direitos, justiça social para os menos favorecidos, justiça criminal imparcial para todos... Tem gente eleita pelo povo que odeia essas questões e cria PECs, Emendas, legisla em causa própria como se a tragédia por aqui fosse um projeto político em andamento constante. E vai tomar no cú quem pensou em esquerda ou direita. Na minha humilde opinião, nenhum desses vermes presta para nada.

O início da favelização brasileira ecoa como um grito silencioso, uma lembrança dolorosa de um sistema que falhou em proteger e servir igualmente a todos os seus cidadãos. Já leu ou ouviu falar sobre a guerra de Canudos? Enfim... Os vitoriosos receberam terras do governo para morar. Mas adivinhe onde eram as terras? O restante da história está aí saltando aos nossos olhos. Favelas nunca seriam problemas sociais se o Estado tivesse feito a coisa de forma organizada. Mas aqui é o Brasil, em pleno 2024 temos gente indo para as ruas pedir volta da ditadura militar e a dissolução do sistema judiciário. Onde deveria haver oportunidades florescendo, encontramos becos sem saída e sonhos sufocados pela falta de investimento em educação e infraestrutura básica. Eu disse básica. Ok?

Mas e se houvesse uma luz no fim desse túnel de desespero? E se, ao invés de perpetuar uma guerra fracassada contra as drogas, que é mais focada na extinção de quem possui pele negra e também interessada nas verbas robustas para a segurança pública, tão desejadas por políticos, optássemos por uma abordagem mais progressista? Investir em educação não é apenas uma questão de preparar as futuras gerações para substituir os velhos, mas também de desmantelar as estruturas que alimentam o ciclo vicioso do tráfico, da corrupção policial, do crime como um todo e todas as ações financeiras lucrativas agregadas a essa sopa fétida de chorume.

A liberação das drogas ilícitas de forma recreativa pode parecer uma ideia radical à primeira vista, mas quando confrontada com a realidade brutal das ruas, surge como uma alternativa viável. Ao invés de alimentar os bolsos de traficantes sanguinários, policiais marginalizados, funerárias cada vez mais caras e políticos viciados em poder, dinheiro e outras coisas que tão nocivas quanto as drogas, poderíamos redirecionar esses recursos para programas de prevenção e reabilitação, construindo uma sociedade mais saudável e equilibrada. Taxar as drogas em proporções maiores que o tabaco e as bebidas alcoólicas seria uma solução lucrativa para o próprio governo, abriria novos mercados, ocasionaria aumento de contratações, especializações e ocasionaria a redução da taxa de desemprego vergonhosa que temos por aqui. Como diria a deputada Herica Hilton, a fome e a miséria são uma chantagem estatal covarde e desumana, articulada para continuar elegendo nossos algozes. Ela não disse exatamente isso, mas a mensagem foi essa mesmo.

Enquanto esses pontos são escritos aqui nessa coluna, nos corredores sombrios dos hospitais públicos, ecoam os gemidos, choros e gritos desesperados daqueles que caíram vítimas da guerra às drogas e de suas sofridas famílias. Os atestados de óbito são emitidos como se fossem ingressos para o Rock in Rio. Os gastos exorbitantes com a saúde pública do SUS para tratar os feridos gravemente em tiroteios são apenas a ponta do iceberg de uma crise humanitária que explode diante de nossos olhos. Até porque, se falarmos da cidade do Rio de Janeiro por exemplo, estamos falando de feridos por tiros de fuzis, armas de guerra com calibres potentes capazes de atravessar paredes de concreto e até blindagens de carro forte. 

Então, feridos por tiros de fuzil são mais propensos a vir a óbito, com isso, lá se vão recursos da saúde, tempo de profissionais, leitos ocupados ou reservados, ambulâncias..., usados para contemplar o fracasso de não conseguir salvar a vida do infeliz alvejado na tal guerra às drogas.

A conta nunca vai fechar Será que nenhum politico brasileiro chegou a analisar esse simples ponto citado aqui?

Enquanto o dinheiro flui dos cofres públicos, dos seus impostos pagos, para manter essa guerra insensata, as vidas se perdem no caos das ruas.

É nesse contexto que devemos olhar para além de nossas fronteiras, para países que optaram por uma abordagem diferente. Enquanto o Brasil ainda se apega a um modelo de polícia militarizada, que só fazia sentido na época da ditadura, outros lugares abraçaram a ideia de uma polícia privada, com metas e medição de resultados, não militarizada, apenas uniformizada. Essa mudança de paradigma não só reduziu os índices de violência, mas também promoveu uma relação mais próxima entre a comunidade e as forças de segurança.

Mas estou falando de países desenvolvidos, aqui o projeto de quem é eleito é se perpetuar no poder, tem uma espécie de projeto de manter para sempre o Brasil como país em desenvolvimento. A selvageria social, sofrimento e desigualdades são necessárias para existir criminalidade em crescimento e uma necessidade eterna em verbas cada vez maiores para a segurança.

Em um país onde a segurança pública é frequentemente sinônimo de opressão, onde temos rankings que pontuam qual polícia é a mais letal, qual é a mais truculenta e a mais corrupta, é hora de repensar nossas estratégias. Investir em educação de verdade, adotar políticas de drogas mais progressistas e alinhadas com exemplos de países que fizeram e melhoraram a qualidade de vida de suas populações, e também repensar o papel das forças de segurança. Esses são passos cruciais rumo a um futuro mais seguro e justo para todos os brasileiros e estrangeiros que nos visitam devido ao nosso potencial turístico praticamente único no planeta.

Ah! Quanto ao título "todos nos" foi um exagero proposital, aplicado para criar curiosidade no texto. 

Alexandre Chakal é carioca, pai, publicitário, jornalista independente, designer, musicista, escritor, poeta, locutor freelancer, zineiro, editor do blog Metal Reunion Zine à mais de 15 anos.  Um eterno inconformado com o cenário social e as péssimas gestões políticas no país mais rico da America Latina.

Lucifer: Confira as datas da "Satanic Panic Tour"

Fonte Pesquisa Music Reunion 

COBRA SPELL EM PORTO ALEGRE / RS. DATA: 08/07/2024

Fonte Pesquisa Music Reunion 

Blood Nightmare em Salvador /BA. Data: 28/03/2024

Fonte
Pesquisa Music Reunion 

Thrash 'till Death Fest - Data: 07/04/2024 - Osasco / SP.

Com as bandas:
Ancestor
Evil Sense
GomorraA
Sacrifix

Data: 7 de Abril de 2024

Local:
Lau Estúdio
Rua Alvilândia, 277 - Rochedale, Osasco/SP
A partir das 17h
Entrada 1kg de alimento

Fonte 
Pesquisa Music Reunion 


 

domingo, 24 de março de 2024

Clutch faz show em São Paulo no dia 18 de julho

Experiente banda norte-americana volta com a turnê do último disco Sunrise On Slaughter Beach

A experiente e premiada banda norte-americana Clutch, enfim, voltará ao Brasil em julho deste ano! Após o show cancelado devido à pandemia, a Powerline Music & Books confirma a apresentação única do quarteto de Maryland no país para o dia 18/07, em São Paulo, no Fabrique Club. Os ingressos já estão à venda (clique aqui).

Há mais de duas décadas lançando álbuns potentes e constantemente elogiados e premiados, sempre atrelados ao autêntico rock com influências de southern, blues e até stoner, o Clutch regressa ao Brasil com a turnê de 'Sunrise on Slaughter Beach', de 2022, que já rendeu diversas turnês mundiais e resenhas positivas nos principais veículos de imprensa de rock dos EUA e Europa.

O Clutch, formado ainda na década de 1990, hoje é Neil Fallon (vocal, guitarra), JP Gaster (bateria), Dan Maines (baixo) e Tim Sult (guitarra). São 13 discos de estúdio lançados e está no mesmo patamar dos figurões do Kyuss, Truckfigters, Red Fang e Monster Magnet.

A banda lançou o primeiro EP – Pitchfork – pela primeira gravadora do Metallica, a Megaforce Records e, desde então, se mantém na ativa com composições bombásticas, que mistura stoner rock, blues, hard, rock n’ roll a la Mortörhead (um dos hits, “One Eye Dollar”, foi chamada de “Ace of Spades do Clutch" pelo próprio lendário e saudoso Lemmy Kilmister, do Motörhead) e tem até mesmo uma pitada de country. O groove é marcante, seja no instrumental refinado como no vocal enérgico de Neil Fallon.

Sunrise on Slaughter Beach é o décimo terceiro álbum de estúdio da banda de rock americana Clutch. Foi lançado em 16 de setembro de 2022, pelo selo próprio da banda, Weathermaker Music. É o primeiro álbum de estúdio de Clutch desde Book of Bad Decisions em 2018.

O álbum foi originalmente concebido como um contraponto positivo à volatilidade social e à divisão causada pela pandemia de COVID-19, mas as letras eventualmente abordaram uma gama mais diversificada de tópicos sociais.

A revista Kerrang!, na resenha, disse que "com 13 álbuns, Clutch ainda é excepcionalmente brilhante, mestres artesãos de uma forma ao mesmo tempo engenhosamente simples e incrivelmente inteligente".

Já a Metal Injection chamou o álbum de "grandioso sem pomposidade, experimental sem um centímetro exageros".

Os roqueiros de Maryland mantém uma formação consistente durante décadas e não mostram sinais de parar, sempre presente em festivais renomados e com shows requisitados em todo o globo.

                      SERVIÇO

Clutch em São Paulo (SP)
Data: 18 de julho de 2024
Horário: 18h (portas)
Local: Fabrique Club
Endereço: rua Barra Funda, 1071 - Barra Funda, São Paulo/SP
Ingresso:
Pista (meia entrada - entrada solidária): R$ 180,00 (1º lote), R$ 200 (2° lote), R$ 220 (3° lote)
Pista (inteira): R$ 360,00 (1º lote); R$ 400,00 (2º lote)

Mais informações:

www.instagram.com/agenciapowerline

www.instagram.com/clutchofficial

www.instagram.com/tedesco.com.midia

Fonte erick.tedesco@gmail.com

MORTAL PROFECIA apresenta o segundo single do álbum "From the Ashes"

"From the Ashes" é odebut album dos deathbangers da MORTAL PROFECIA, que está prestes a sair das fornalhas do submundo por meio de uma parceria entre os selos Arsenal Distribution e Black Hearts Records.

A faixa "Your Last Day [In Death Row]" foi compartilhada nas redes sociais, porém esta não é o primeiro single extraído de "From the Ashes". Anteriormente, o videoclipe da faixa título foi divulgado. 
Confira os singles abaixo:
Links:
Mortal Profecia: instagram.com/mortalprofecia 
Black Hearts Records: blackheartsrecords.com.br 


Fonte
https://www.sepulchralvoicefanzine.com/2024/03/mortal-profecia-apresenta-o-segundo.html

Capú Retorna às Fileiras da EVIL SENSE

A banda EVIL SENSE confirmou recentemente que retornou ao formato de quarteto, com o regresso do seu antigo vocalista e guitarrista Capú.

Segundo os membros do grupo, “Após sua saída da banda por motivos pessoais no início de 2024, Capú retorna a banda! Sua saída se deu por conta de razões particulares e foi um momento onde ele pôde se reestruturar e se recompor. Porém, há uma máxima na cena Metal que costuma dizer – ‘Você sai do Metal, mas o metal NUNCA sai de você!’. Neste intervalo a banda seguia como power trio e ia se adequando a essa baixa, mas felizmente, depois de uma longa conversa, conseguimos de uma certa forma mostrar a ele que seu lugar era com a gente (nos palcos e em nosso convívio, como sempre foi)! E aí aquela brasa que estava tímida e escondida voltou a ser chama novamente! E seu retorno não poderia ter sido mais foda e aconteceu em nossa última apresentação no Hellraiser Rock Bar no NYC Fest. Tornado assim mais um dia histórico para a banda! Seja bem vinda de volta Irmão! E juntos vamos chutar muitas bundas por ai!”. Confira vídeo do retorno: 

Atualmente a banda segue em reta final para o lançamento de seu novo álbum intitulado “Drink from Hell”, a ser lançado ainda em 2024 na sua versão física. Para este ano ainda, inclusive, a banda está focada na produção de seu primeiro videoclipe, além de seguir tocando e representando a cena underground pelo Brasil e quiçá fora dele. 

O álbum “Drink from Hell” está disponível nas plataformas digitais! Ouça AQUI

A atual line-up é:

Capú – Vocal/Guitarra

Thiago (Suco) – Vocal/Guitarra

Guilherme – Vocal/Baixo

Ricardo – Bateria

Links:

instagram.com/evilsense_official

Fonte

https://www.sepulchralvoicefanzine.com/2024/03/capu-retorna-as-fileiras-da-evil-sense.html


Confira as datas da turnê no Nordeste da banda ANCESTRAL MALEDICTION

A banda veterana de Death Metal, ANCESTRAL MALEDICTION, anunciou uma turnê pelo Nordeste brasileiro. A tour contará com 15 datas e está programada para ocorrer em maio e junho de 2024. Confira o cartaz abaixo para mais detalhes:

Fonte

https://www.sepulchralvoicefanzine.com/2024/03/confira-as-datas-da-turne-no-nordeste.html

MASTER, ESCARNIUM & HONORIS em Aracaju/SE

 NO DIA 03 DE ABRIL DE 2024
Local: Taberna Rock Bar - Rua Urquiza Leal, 595
Horário: 19h00 - Ingressos clique AQUI 

Fonte
https://www.sepulchralvoicefanzine.com/2024/03/master-escarnium-honoris-em-aracajuse.html

GÓRGONA anuncia data de lançamento do seu debut album

 

A banda de Heavy Metal GÓRGONA anunciou em suas redes sociais que seu álbum de estreia, autointitulado, estará disponível em todas as plataformas digitais a partir de 09 de abril de 2024. Inspirada por grandes nomes da NWOBHM e com uma temática centrada na história das Górgonas (Stheno, Euryale e Medusa), o objetivo é capturar sua atenção de forma petrificante, impulsionada pela força bestial e opulenta do som pesado!

Confira abaixo a capa de "Górgona:
Links:

linktr.ee/gorgona.heavymetal

Fonte

https://www.sepulchralvoicefanzine.com/2024/03/gorgona-anuncia-data-de-lancamento-do.html

NECROT apresenta o segundo single de "Lifeless Birth"

"Lifeless Birth" é o terceiro álbum dos deathbangers da NECROT, o lançamento está agendado pela gravadora Tankcrimes para o dia 12 de abril de 2024. A capa do disco foi criada pelo artista holandês Marald Van Haasteren, que também assinou as capas dos dois primeiros discos da NECROT, além de ter em seu currículo trabalhos com bandas como Mortuous, Baroness, Teethgrinder, entre outras.

O primeiro single extraído de "Lifeless Birth" foi "Cut The Cord", e agora foi divulgado a faixa "Drill The Skull" foi liberada. Ouça os singles abaixo:
Tracklist:

1.Cut The Cord
2.Lifeless Birth
3. Superior
4. Drill The Skull
5. Winds Of Hell
6. Dead Memories
7. The Curse

Links:

Fonte
https://www.sepulchralvoicefanzine.com/2024/03/necrot-apresenta-o-segundo-single-de.html

Navalha na Carne - Edição 24 - Expressividade desesperada ou comprada? Visibilidade forçada? Por que ainda chamam de Underground?

Aproveitando a nova edição para apresentar as logomarcas que vão se alternar nas próximas postagens.

No cerne do underground, um solo fértil de expressão autêntica e liberdade criativa, o terreno é minado por uma ironia amarga: a corrupção de seus próprios valores pelos que o habitam. Aqui, nos subterrâneos, onde a arte é cultivada como uma forma de resistência, surge uma dicotomia dolorosa. De um lado, o mainstream, um espetáculo de produtos culturais embalados para consumo, onde a expressão é moldada para agradar massas e encher os bolsos daqueles que detêm os cordões do poder. Do outro, o underground, um refúgio para os descontentes, onde o "faça você mesmo" é o lema e a arte é uma busca sincera pela verdade e pela beleza, longe das garras do lucro e da fama fácil.

Mas mesmo aqui, no tal underground, nas sombras da contracultura, encontramos a sombra sinistra do "Underground": uma expressividade forçada, uma visibilidade comprada. Onde a arte é cooptada pelo mercado, onde o brilho dos holofotes que valorizam a arte e suas mensagens, muitas vezes importantes para questões sociais ou simplesmente de preservação de valores específicos, é trocado por compromissos, concessões e mais concessões que corrompem valores e referências para outras gerações que montam bandas ou outras manifestações culturais de forma honesta e com intenção de usar a arte como uma arma contra um sistema capitalista, cruel e vergonhoso, onde todas "as peças" têm que trazer algum lucro ou estar em evidência nas grandes mídias.

Onde a integridade é sacrificada no altar da popularidade, e a voz do artista é abafada pelo clamor das marcas e dos influenciadores. É uma distorção dos valores que deveriam ser sagrados no underground: a liberdade, a autenticidade, a resistência. Mas que por aqui, no Brasil, são facilmente trocados por likes, entrevistas em uma imprensa elitista e são acompanhados por produtores e outros que visam lucrar com aqueles que se destacam e se vendem na mesma proporção.

E assim, o que deveria ser um movimento de libertação torna-se mais uma prisão, onde as regras são ditadas por aqueles que têm o poder e o dinheiro. Onde os sonhos são moldados pela ilusão do sucesso fácil, contanto que seja pago, e a famosa promessa de se tornar parte reconhecido e se tornar aspirante ao mainstream. É nitidamente uma traição aos ideais que deram origem ao underground, uma traição perpetrada por aqueles que afirmam ser seus defensores mais fervorosos. Algo já normal por aqui.
Regras tipo: a banda para ser banda, tem que ter sua discografia lançada em formato vinil, tem que fazer pelo menos uma Tour por ano, incluindo turnês internacionais, sul-americanas e até asiáticas, tem que ter pelo menos 20k de seguidores do insta, possuir um vídeo clipe profissional e esse vídeo clipe tem que figurar nas grandes mídias, tem que possuir presskit e uma assessoria de imprensa, tem que buscar de toda forma estar entre os top five das plataformas de streaming, tem que tocar nos grandes festivais voltados ao Rock, mesmo que sejam festivais de música pop, o que importa é aparecer para o maior número de contas, pessoas, consumidores, sem se importar se sua mensagem artística está atingindo o seu pseudo público alvo ou não. São regras, rotuladas como carreira que buscam números para alcançar mais números. No Brasil, eu poderia citar nomes de artistas e bandas que se comunicam de forma underground com o público que habita o underground, mas apenas para ostentar que se tornaram do mainstream. Mas vivemos em tempos de cancelamentos virtuais covardes e manadas de gado seguindo seus donos nas redes. Citar nomes pode ocasionar uma enxurrada de ataques e uma escalada para crimes virtuais das esferas cíveis e penais. Então fica o texto apenas para pensarmos sobre. Apesar da coluna Navalha na Carne estar cagando quilos para críticas, essa massa de rebeldes virtuais desocupados, com teclados frenéticos , fake news já enraizadas em seu DNA e discursos de ódio covardes e inconsequentes, é bem chata. Então sem nomes, é melhor para todos.

Mas para não deixar o pessimismo e decepção em alta, diante dessa traição, há uma luz de esperança. Pois enquanto houver artistas e visionários dispostos a resistir, enquanto houver aqueles que se recusam a comprometer sua integridade em troca de fama passageira, o verdadeiro espírito do underground viverá. E é nesse espírito que reside a verdadeira beleza da arte, uma beleza que não pode ser comprada nem vendida, uma beleza que transcende as fronteiras do tempo e do espaço, pois é isso que é arte. É essa beleza que devemos proteger e preservar, mesmo quando o mundo ao nosso redor parece estar desmoronando, virando um circo de entretenimento barato ou criando um sistema de trocas, onde os valores são trocados por likes e aprovação social inútil. Pois é essa beleza que nos lembra quem somos e o que realmente valorizamos, mesmo quando tudo mais parece estar perdido, fudido e corrompido.

Alexandre Chakal é carioca, pai, publicitário, jornalista independente, designer, musicista, escritor, poeta, locutor freelancer, zineiro, editor do blog Metal Reunion Zine à mais de 15 anos.  Um eterno inconformado com o cenário social e as péssimas gestões políticas no país mais rico da America Latina.

sábado, 23 de março de 2024

ARQUIVOS EXPLÍCITOS - Contos e crônicas da ópera rock do terror cotidiano - Segunda Temporada 2023/2024 - #25

Crueldade oficial

Por Fabio da Silva Barbosa


Não eram dez da manhã e já vinha mancando pela calçada. Eu vinha em sentido contrário, pensando no que escrever para esta coluna, fazendo uma seleção de lembranças e inventando algumas coisas. Quando cheguei perto o suficiente, observei que não era apenas o mancar, mas o corpo todo se movia como se não houvesse parte sem dor. Da ponta dos dedos, até o pescoço. Cada membro vinha em uma posição estranha naquele penoso caminhar.

               Parando na minha frente, ela tirou o capuz do casaco e mostrou a lateral do rosto toda arrebentada. Imaginei logo que novamente havia tomado uma ruim de alguém que ela estivesse devendo. Não seria a primeira vez. Ela negou e foi logo apresentando a situação.

               - Tomei uma ruim da polícia. Tava traficando. Eles me pegaram.

               - Mas a essa hora da manhã? Você também não aprende.

Ela retribuiu com um quase sorriso nascendo naquela máscara de dor. Analisei as feridas e hematomas em suas pernas, que eram as únicas partes visíveis em seu corpo. A minúscula bermuda contrastava com todo o resto do corpo coberto.

- Tô toda machucada. Passaram com o carro por cima de mim.

- Mas como fizeram isso em pleno dia? O Sol tá com tudo claro. Todo mundo pela rua. Ninguém viu ou gritou?

-Eles me levaram pra ruazinha. Lá tá sempre deserto. E você sabe que o povo tem medo de falar, mesmo quando vê as coisas.

- Tinham de ter medo é de ficar calados. Esses caras se aproveitam do medo para fazer esse tipo de coisa. Eles não podem fazer isso. Se o pessoal fizer um barulho, duvido que continuam. Logo no início vão aumentar a pressão pra tentar aquietar a população, mas quando verem que o povo não se cala... Não tem força maior que o povo.

- Pois é, né... Pois então...

Mas o caso dela foi muito bem preparado. Enquadraram a pinta quando ela vinha da boca. Já tinham observado que ela saía de lá com o malote de droga em cima para vender nos bares do bairro vizinho. Já tinham o flagrante para forjar em cima, caso saísse sem nada, mas nem foi preciso. Tava forrada. Fizeram uma prisão tranquila na rua principal da favela. Levaram-na para a ruazinha, onde a tiraram do carro e começaram a agressão para que ela cuspisse as informações sobre o tráfico local. Como ela não falava e quando parecia trazer algo, entregava apenas o que todo mundo já sabia, colocaram-na deitada diante do carro. Dois policiais ficaram apontando a arma para ela. O terceiro ficou mais a diante para não deixar ninguém passar, caso alguém resolvesse fazer aquele caminho no dia.

- As regras são simples. Se você fizer qualquer movimento, estes dois aqui vão descarregar em cima de você. Vou entrar naquele carro ali e vamos ver o que acontece.

- Não faz isso.

- Vamos deixar passar dessa, porque ainda não tínhamos explicado. Falar também não pode. Se falar ou mexer, leva tiro. A partir de agora.

Ao acabar de explicar, o quarto policial entrou no carro e, sem demora, ligou, acelerou e colocou para andar. Ao passar os dois pneus da frente por cima dela, ouviu um forte grito e sentiu o balançar do carro passando sobre o corpo. Os dois de trás não foram muito diferentes. Só que o grito foi bem baixinho. Saltou do carro e foi até o corpo. Os dois que estavam armados já estavam em cima do lance. Olharam um pouco, deram alguns chutes leves pelo corpo e resolveram ir embora.

- Aiiii...

Ela gemia alguns momentos depois. Levou algum tempo para se por de pé e seguiu a rua até a saída do lugar. Mesmo andando o mais rápido que podia, ainda parecia estar se arrastando. Fiquei olhando aquela jovem mulher sumindo do meu campo de visão. Como iria dormir no chão duro, em cima de caixa de papelão, como de hábito, com o corpo todo machucado daquele jeito?

Lamentável que uma boa menina como essa tenha de viver em um mundo tão cruel como este.

Navalha na Carne - Edição Extra - A proposta de Baudelaire. Embriagai-vos!

 

As edições extra do Navalha na Carne, são coisas aleatórias que surgem do nada na minha cabeça, quando vejo, já tem um monte de linhas. 
Estão esse texto abaixo, é algo que normalmente eu teria deletado, mas decidi postar.

Deveis andar constantemente embriagados. Tudo consiste nisso: eis a única questão. Para não sentirdes o fardo horrível do tempo, que vos quebra as espáduas, vergando-vos para o chão, é preciso que vos embriagueis sem descanso. Mas, com quê? Com vinho, poesia, virtude. Como quiserdes. Mas, embriagai-vos. E se, alguma vez, nos degraus de um palácio, na verde relva de uma vala, na solidão morna de vosso quarto, despertardes com a embriaguez diminuída ou desaparecida, perguntai ao vento, à vaga, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai que horas são. E o vento, a vaga, a estrela, o pássaro, o relógio vos responderão: "É a hora de vos embriagardes! Para não serdes escravos martirizados do tempo, embriagai-vos! Embriagai-vos sem cessar! Com vinho, poesia, virtude! Como quiserdes!"

O poema "Embriagai-vos!" de Charles Baudelaire é um convite à embriaguez, não apenas física, mas também espiritual, através da poesia e da virtude. No entanto, em uma sociedade onde a cultura da leitura é negligenciada e a poesia é vista como algo distante do cotidiano, o brasileiro médio encontra-se, muitas vezes, embriagado apenas pela monotonia e pelas preocupações cotidianas que o escravizam.
A falta de interesse pela leitura e pelo cultivo da arte poética reflete um descaso pela reflexão e pela busca por uma vida mais plena de significado, ou quem sabe, menos manipulada por quem possui as "redeas" do sistema. 
Como o poeta nos lembra, é primordial nos embriagarmos com as diversas formas de arte para escaparmos da tirania do tempo e encontrarmos uma libertação espiritual e mental. Partindo do princípio que espírito é a nossa mente, e a realidade que vivenciamos é criada por essa mente.

Mais importante do que as religiões e a fé em deuses implacáveis, a arte, em suas várias formas, tem o poder de salvar vidas e promover a evolução social das civilizações. Desde os primórdios da humanidade, a expressão artística tem sido uma ferramenta para a transformação e a união de comunidades. Talvez, no Brasil, onde o futuro muitas vezes parece incerto, seja a arte a verdadeira salvação. Se nos embriagarmos com a beleza da poesia, da música, da pintura e de todas as manifestações artísticas, mesmo aquelas que não são bonitas, como as artes contraculturais, poderemos vislumbrar um futuro onde a criatividade e a sensibilidade serão os alicerces de uma sociedade mais justa e compassiva.
Foto de Baudelaire
Texto de Alexandre Chakal 


sexta-feira, 22 de março de 2024

Boteco Selvagem II - Inferno Nuclear é a segunda banda confirmada no Festival.

Abaixo mensagem divulgada pela produção do evento.

O Metal veloz que vem da Selva para assolar Itaquera, é a segunda atração confirmada no cast do Boteco Selvagem II.

A Inferno Nuclear, é uma banda A banda fundada em 2006 em Belém do Pará por Wellington Freitas, que  aborda em suas letras as angústias do capitalismo, desastres ambientais e o medo muito real de uma guerra nuclear, cada vez mais iminente.

Com um som rápido e agressivo, baseado no Thrash Metal da velha escola oitentista e influenciada por bandas como Exodus, Anthrax e Metallica, lançaram o álbum "Diante de Um Holocausto", produzido por Kleber Chaar. O material devastador recebeu elogios e rendeu para a banda shows praticamente em todo o Brasil, incluindo participações em festivais renomados como o Setembro Negro 2023. 

Atualmente, o Inferno Nuclear está em São Paulo produzindo um novo álbum com uma nova formação que conta com: Leonardo Garcia, Leandro Kronnos, Marcos Luz e Wellington Freitas.

Um setlist especial é preparado para essa noite insana e veloz que será o BOTECO SELVAGEM II.

PREPARE-SE! 

10/08/2024 o Hellraiser Rock Bar será Selvagem, infernal e Nuclear!

Breve divulgaremos a terceira banda aqui para você Hellmanic!

Fique ligado!

Links relacionados:

https:/w.instagram.com/hellraiserrockbar

https://www.instagram.com/infernonuclear

Fonte

Pesquisa Music Reunion