Metal Reunion Zine

Blogzine fundado em 2008. Reúne notícias referentes a bandas, artistas, eventos, produções, publicações virtuais e impressas, protestos, filmes/documentários, fotografia, artes plásticas e quadrinhos independentes/underground ligados de alguma forma a vertentes da cultura Rock'n'Roll e Heavy Metal do Brasil e também de alguns países que possuem parceiros de distribuição do selo Music Reunion Prod's and Distro e sua divisão Metal Reunion Records.



quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

ARQUIVOS EXPLÍCITOS - TEMPORADA 5 - DE FÉRIAS NO INFERNO #9

 

-Estou a mando.
-Se apaixonou?
-Estou a mando do Capeta.


Por Fabio da Silva Barbosa
Foz do Iguaçu - PR
Setembro de 2025


quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

ARQUIVOS EXPLÍCITOS - TEMPORADA 5 - DE FÉRIAS NO INFERNO #8

 

     O Grande J era um especialista na arte de sobreviver sem emprego. A simples ideia de uma carteira assinada, um chefe, hora marcada e coisas do tipo, o fazia ter calafrios de nojo. Então estava inteirado em todos os pequenos golpes e brechas do sistema que permitissem uma vida com o suficiente para pagar seu quartinho e por comida na geladeira, além de seu estoque de cerveja e bebidas destiladas. Maior que seu amor pela liberdade, só mesmo sua sede.
Como de hábito, ligou-me tarde da noite.
-Fala, meu amigo. Afim de vir aqui em casa para tomar uns goles? - Grunhiu a voz ébria, com a língua pastosa tropeçando em si própria.
-Aguenta firme, parceiro. Estou a caminho.
A casa dele ficava algumas quadras abaixo. Enquanto caminhava pela rua mal iluminada, pensava que o Inferno até que não era um local tão ruim. O ser humano é realmente muito adaptável. Aos poucos vamos conhecendo as pessoas e lugares certos.
Tirando alguns cachorros que apareciam do nada tentando arrancar um naco da minha perna, foi uma caminhada tranquila para pensar e aproveitar o clima agradável que a noite criava. O calor infernal que fazia desde minha chegada, enfim deu uma trégua.
Cheguei perto do portão e gritei baixinho pro Grande J saber que eu já havia chegado.
Diante da demora, gritei um pouco mais alto. Após mais algum tempo, ele apareceu cambaleando pelo quintal. Veio até o portão com ar desconfiado. Parecia não estar me reconhecendo. Apenas quando chegou bem perto abriu um sorriso.
-Seu grande filho da puta... - Cumprimentou em um tom de voz alto demais para o horário.
-Penseique já tinha pegado no sono. - Comentei em um tom de voz baixo.
Mal acabei de falar, Grande J olhou em volta e fez sinal de silêncio. Abriu o portão após muita dificuldade em acertar o buraco da fechadura. Ao entrar, senti seus grandes braços me dando uma gravata, em um abraço sufocante.
-Seu grande filho da puta... - Comemorava enquanto me arrastava pelo quintal com o braço ainda em volta do meu pescoço.
 - Seu grande filho da puta... - Continuava a gritar até chegarmos em seu quartinho, a terceira porta do quintal (Só um parenteses: O que convencionamos a chamar de quintal, estava mais para um longo corredor a céu aberto, por onde todos passavam para chegar ao seu cubículo)
-Olha o barulho, seu velho bêbado. Tem gente que trabalha amanhã cedo. -;Antes de entrarmos, ouvimos uma voz gritando de algum dos quartos que vinham na sequência.
Grande J pensou em retrucar, mas o puxei para dentro e fechei a porta.
-Não liga para estes fodidos.
O quarto de Grande J mal dava para caminhar.  Em uma das paredes ficava a cama que também servia de sofá, na da frente um pequeno roupeiro caindo aos pedaços, na que dava de frente pra porta uma pequena geladeira caindo ais pedaços. Entre as roupas e demais pertences espalhados pelo chão, haviam garrafas de bebidas variadas e latas de cerveja amassadas. Grande J começou a inspecionar cada garrafa em busca de algo que tivesse sobrado. Virou uma sobre a língua estendida, mas não caiu mais que uma gota. Olhou em volta procurando alguma solução. De repente pareceu lembrar de algo importante. Olhou em baixo da cama, fez que sim com a cabeça e meteu a mão para buscar o tesouro encantado. Um grande pote de vidro cheio de cachaça com umas frutinhas que não consegui reconhecer o que eram.
Deu um super gole no proprio pote, deixando escorrer um pouco do líquido pelo queixo, rolando pelo pescoço e molhando a gola da camisa. Passou o braço pela boca, na tentativa de enxuga-la. Em seguida me passou e sorvi a bebida apenas em quantidade suficiente para sentir o sabor forte e marcante.
-Bebe essa merda direito, rapaz. - Ordenou de forma ameaçadora.
Esquivei-me do movimento que fez, como se fosse me dar um tapa. Mas ele parou o movimento no ar e abriu um sorriso. O suposto tapa virou um abraço e ele beijou o topo da minha cabeça.
-Você é meu irmão, porra! - Sentenciou como quem fala uma verdade universal.
Um barulho se fez ouvir no portão que dava pra rua. Ele fez menção de levantar, mas teve dificuldades. Pedi que deixasse que eu mesmo veria o que era e passei o pote de volta pra ele.
Abri a porta e dei uma boa olhada para o portão. Logo reconheci a Baiana tentando pular pra dentro. Fiz sinal para ela esperar e me virei pro Grande J, pensando em informar sobre o que se tratava, mas desisti quando vi o cara virar o pote em um gole que não acabava nunca. Ele e o pote eram um só. Não dava para saber quem estava bebendo quem.
Peguei a chave e fui abrir antes que ela fizesse mais barulho aquela hora. J estva prestes a ser despejado devido aos constantes distúrbios que causava no lugar e não precisava que acelerassemos o processo.
Mal abri o portão, ela já entrou pelo pátio a dentro, falando e gesticulando bastante. Não parava quieta. Enquanto mexia as mãos sem parar, os pés sapateavam de um lado para outro. O corpo inteiro era puro movimenro. Estava com um vestido preto bonito, decotado e curto.
Logo após apetar minha mão, perguntou se tinha um cigarro. Respondi que não, que estava duro e ela disse que achava ter um na bolsa. Abriu a pequena bolsa que estava pendurada em seu ombro e tirou várias calcinhas e sutiãs de dentro. Tinha um colã  no meio também. Tudo com muito brilho. Parecia material para uma apresentação, algum tipo de espetáculo. De repente, enquanto observava o material que estava sendo espalhado pelo chão, me deparei com os chinelos de borracha e os pés ossudos e encardidos. Subi os olhos até o vestido e apreciei todo o conjunto do contraste.
Nisso, ela tira uma carteira de cigarros amassada de dentro da bolsinha.
-Achei.
Tinha exatamente dois cigarros.
Após deliberarmos um tempo sobre a questão e analisarmos filosoficamente sob vários aspectos e pontos de vista, chegamos a conclusão que o melhor a ser feito, de acordo com a situação e as pessoas envolvidas, seria dividirmos um e guardar o outro pra mais tarde. Els acendeu o cigarro. Voltei a olhar pras coisas espalhadas no chão. Só podia ser uma espécie de show. Uma performance, talvez. Me deparei novamente com aqueles pés encardidos.
Daí escutei uma voz lá longe. Olhei pro rosto de Baiana e ela contava uma história complicada sobre ter levado uma facaozada nas costas. Daí se virava e mostrava a marca exata, o desenho perfeito da lateral de um facão.
-Isso é coisa de piranha invejosa! - Berrava no corredor.
Sugeri que de repente fosse melhor entrarmos , devido o avançar das horas e o barulho que estava sendo feito. Ela se abaixou e começou a socar os objetos que estavam espalhados pelo chão dentro da pequena bolsa, enquanto repetia a história da confusão. Sempre acrescentava uma coisinha aqui e alterava outra ali.
Quando entramos no quarto do Grande J, ela ainda lutava com as peças de roupa.
A primeira coisa que J fez ao vê-la entrar, foi pedir pra falar baixo. Não sei se foi exatamente o que ele disse, pois ele  já não articulava muito bem as palavras, menos ainda os pensamentos, mas foi o que entendi dos frenéticos movimentos feitos com as mãos.
Ela o abraçou e deu um beijo em seu rosto. Ele apertou a bunda dela. Baiana não fez caso e foi até a geladeira, pegou três latas de cerveja, entregou uma para mim, outra para ele e abriu a dela. Começou a contar pro Grande J sobre a história da briga.
-A piranha não perde por esperar. Vou matar aquela vagabunda!
-Você não mata ninguém! Só sabe falar! - Ou, pelo menos, foi o que achei que ele disse. Com as mãos continuava a pedir pra ela falar baixo.
-Olha a marca. - Dizia mostrando as costas sempre que acabava de repetir a história.
-Atup ad alhif. - Respondia Grande, fazendo lembrar aquele velho disco da Dorsal.
-Não tem uma cachaça aí não?
-Acabou. - Conseguiu enfim dizer depois de muito sacrifício, chutando em seguida o pote de vidro que jazia vazio no chão. Ela então reparou nas garrafas vazias pelo chão.
-Mas você bebeu tudo? - Perguntou Baiana sapateando de um lado pra outro, enquanto o resto do corpo convulsionava involuntariamente
-Eta meu, merda! - Ou foi mais ou menos essa a mensagem.
-Deixa de ser pão duro. Você tem uma garrafa escondida por aí.

Por Fabio da Silva Barbosa
Foz do Iguaçu - PR
Setembro de 2025

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

HEAVY SESSIONS - ANTROFORCE E COMANDO ETÍLICO EM NATAL/RN. DATA: 28/11/2025

Abaixo mensagem divulgada pela produção do evento.

HEAVY SESSIONS 

Uma sexta de muito metal e álcool para os verdadeiros!

De SP, primeira vez em Natal, os maniacos e rápidos, *Antroforce (SP)*!

Tambem, não pela primeira vez na casa, mas LANÇANDO o seu novo Full Álbum, *"FLAGELO"* (https://youtu.be/N0vdBEgJ8OA), o Comando Etílico (RN)!

Fechando a noite com as lendas do Heavy Metal Potiguar, *Sodoma* (RN)!



DATA: 28/11/25
LOCAL: Backstage Bar.
A partir das 21h.

Fonte
Backstage Bar 

FILHOS DO CÃO #3 - DATA: 13/12/2025 - BACKSTAGE BAR - NATAL/RN

Abaixo mensagem divulgada pela produção do evento.

E segure mais essa novidade, no Backstage também tem filho do cão.

@macaiba.underground espalhando a palavra no Brasil 

Isso mesmo, filhotes do Tinhoso, esse ano o Filhos Do Cão terá dois dias, dia 13 (sábado) de dezembro aqui conosco, e o dia 14 (domingo) em Macaíba, lá na praça da Saudade, de frente ao cemitério.

Backstage Day 13/12/25

Huma
NEGOCAIOSBAND
Swards 
Confounded (PE)
Venomous Breath (PB)

START: 19h 


E @brunoarted metendo os dedo aí nesse cartaz (isso quer dizer que ele quem fez

Fonte
Backstage Bar

FACADA e ALKYMENIA EM NATAL/RN. DATA: 29/11/2025. Backstage Bar.

Abaixo mensagem divulgada pela produção do evento.

QUE MÊS TRUCULENTO É ESSE? 

NOVEMBRO DE VOADORA NA CAIXA DOS PEITO, OU MELHOR, DE FACADA NA GOELA!

ISSO MESMO, LANÇAMENTO DO “TRUCULENCE”, ÚLTIMO MATERIAL DO FACADA LÁ NO BACKSTAGE. 

Festinha começando às 23h, e as bandas destruindo madrugada a fora, a partir das 1:30.

*PRIMEIROS 25 INGRESSOS 20 CONTO*

Atrações: 
1:30 - Nervo de Porco
2:30 - FACADA (CE)
3:30 - Alkymenia (PE)

Local: Backstage Bar (Rua Ulisses Caldas, 144. Cidade Alta.)

Data: 29/11

*PRIMEIROS 25 INGRESSOS 20 CONTO*



ARTE CARTAZ DESIGNER E PACIÊNCIA PRA FAZER TREZENTOS POR DIA: @desenhotroncho

Fonte
Backstage Bar 

 

terça-feira, 4 de novembro de 2025

ALCOHOLIC VOMIT FEST XIII - DATA: 08/11/2025 - FORTALEZA/CE

Fonte Pesquisa Music Reunion 

ENFORCER EM SÃO PAULO. Data: 07/02/2026.

O ENFORCER retorna ao Brasil em 2026 como uma das principais referências do heavy metal contemporâneo. Desde o início dos anos 2000, o grupo sueco consolidou-se como o nome central do movimento que resgatou o heavy metal tradicional em escala global. Com 6 álbuns na bagagem - sendo o último o elogiado "Nostalgia", lançado em 2023 - o ENFORCER já tem clássicos de sobra pra incendiar a @burninghousesp 🔥

A noite também marca o lançamento de “CREATURES II”, novo e aguardado álbum do CREATURES, uma das bandas mais promissoras do heavy metal brasileiro.

🎟️ INGRESSOS À VENDA

🗓️ DATA: 07 de Fevereiro de 2026
🕐 HORÁRIO: 19h
📍 LOCAL: @burninghouse.sp
Av. Santa Marina, 247 - Água Branca, São Paulo - SP.

Artwork: @antunes.ttt 

#heavymetal #nwothm #enforcer #creatures #speedmetal #hardrock

Fonte Caveira Velha Produções 

ANTROFORCE: Confira as datas da ANTROPORCAOS NORDESTE TOUR 2025.

Fonte
Pesquisa Music Reunion 
 

Fanzine Escrituras do Submundo #4 será lançado em breve.

O fanzine Escrituras do Submundo é um artefato dedicado às publicações transgressoras.
Em breve será lançada a quarta edição, no formato A5 e em fotocópia, com 52 páginas, apresenta um texto de Reinaldo Zonta e entrevistas com os zines PORTAL DO INFERNO, REVELAÇÕES ABISSAIS, KILLER MAGAZINE, DESGRAÇA ZINE e UNITED FORCES.

Fonte
Sepulchral Voice Zine

1° EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL DE FANZINES DE SÃO PAULO. DATA. 07/03/2026 - ARENA GALERIA.

Fonte
Pesquisa Music Reunion 

ALIANÇA ABISMAL 2° ATAQUE. DATA: 18/04/2026 - ARACAJÚ/SE.

Fonte
Pesquisa Music Reunion 

Mundo Bzzarro Extreme Sessions #3 - Data: 14/11/2025 - Vila Velha/ES.

Fonte Mundo Bzzarro 

ANTROFORCE EM RECIFE/PE. DATA: 29/11/2025

Fonte
Pesquisa Music Reunion 

ENFORCER – Unshackle Latin America 2026. Confira as datas.

🇧🇷 Uma das principais forças do heavy metal do século XXI, ENFORCER anuncia sua nova ofensiva pela América Latina. A turnê “Unshackle Latin America 2026” atravessa 8 países em 12 cidades, reafirmando a solidez e a fúria de uma das bandas mais influentes e consistentes da era moderna do heavy metal tradicional.

🇪🇸 Una de las principales fuerzas del heavy metal del siglo XXI, ENFORCER anuncia su nueva ofensiva por América Latina. La gira “Unshackle Latin America 2026” atraviesa 8 países y 12 ciudades, reafirmando la solidez y la furia de una de las bandas más influyentes y consistentes de la era moderna del heavy metal tradicional.

DATAS / FECHAS

04.02 – Córdoba | Argentina
05.02 – Buenos Aires | Argentina
07.02 – São Paulo | Brasil
08.02 – Curitiba | Brasil
10.02 – Montevideo | Uruguai
12.02 – Santiago | Chile
13.02 – Lima | Peru
14.02 – Bogotá | Colômbia
15.02 – Medellín | Colômbia
17.02 – Quito | Equador
19.02 – Monterrey | México
20.02 – Guadalajara | México
21.02 – Tijuana | México
22.02 – Ciudad de México | México

Artwork: @antunes.ttt 

Press:
comunica@caveiravelha.com

Info:
caveiravelha.com
xaninhodiscos.com.br
solidmusice.com
dragon-productions.eu

Fonte
Caveira Velha Produções 

 

AMBUSH EM SÃO PAULO. Data: 09/11/2025

Abaixo mensagem divulgada pela produção do evento.

Um dos maiores nomes da NWOTHM, AMBUSH está de volta ao Brasil 🗡️

Lançando o quarto álbum "Evil in All Dimensions", os guerreiros suecos se apresentam na Jai Club e prometem mais um show eletrizante, cheio de clássicos de todas as fases da banda. A abertura fica por conta de duas forças do metal brasileiro: HELLWAY TRAIN (MG), que realiza o encerramento da bem sucedida turnê que percorreu todas as regiões do país e CLENCHED FIST, veteranos do heavy metal paulistano, divulgando o mais recente e excelente álbum "Máquina Letal".

🎟️ INGRESSOS: 

🗓️ DATA: 9 de Novembro de 2025
🕐 HORÁRIO: Domingo
📍LOCAL: @jaiclub
Rua Vergueiro, 2676 - Vila Mariana, São Paulo/SP

#heavymetal #ambush #nwothm #hellwaytrain #clenchedfist

domingo, 26 de outubro de 2025

Open The Coffin: Novo álbum "Once Alive Always Dead" disponível para Streaming. Confira também o single Zombified.

 

Disponível nas plataformas digitais o novo álbum do Open The Coffin intitulado Once Alive Always Dead. Em breve o material físico estará disponível via Black Hole Productions. Ouça agora!

Assista o clipe single 'Zombified' , som que integra o novo álbum "Once Alive Always Dead"

https://www.youtube.com/watch?v=FiHRNGHN34w


Confira também o episódio #1 do NecroCast com Open the Coffin

NecroCast, é o podcast oficial do Necrotério Fest, o primeiro festival temático de Halloween dedicado ao Metal Extremo no Nordeste.

OUÇA AQUI

Fonte

Pesquisa Music Reunion

Navalha na Carne Extra #2 - O Tudo ou Nada Mimado, Cruel e Indecente — Uma explanação sobre o fascismo tupiniquim. O Golpe 2.0.

Mais um Navalha na Carne Extra, que pensei em não publicar. Mas melhor ficar aqui do que ser apagado.

Desde que a extrema direita perdeu as eleições em 2022, o Brasil mergulhou numa sucessão de episódios tão reveladores quanto vergonhosos. Para os que compreendem os sinais, e até para os analfabetos políticos e desavisados, ficou evidente que os derrotados não são apenas maus perdedores: são perigosos. Muito perigosos.

O desespero diante do adiamento de um projeto de poder explicito e egocêntrico, seja ele fascista, elitista ou teocrático, neopentecostal, separatista e preconceituoso ou apenas um projetinho nazista a brasileira, vem sendo escancarado muito antes do 8 de janeiro de 2023. Planos de terrorismo, tentativas de explodir caminhões de combustível nas imediações do aeroporto de Brasília, esquemas para assassinar o presidente, o vice e ministros da Suprema Corte, ameaças de fechamento das instituições democráticas, exigência de nova eleição, sabotagem sistemática nas votações do Congresso, ainda que em pautas voltadas ao bem-estar da população mais pobre, fazem parte do script.

A oposição radical e corrompida mente com desfaçatez. Constrói narrativas fictícias, usa redes sociais como armas de desinformação, e protagoniza uma guerra política jamais vista na história brasileira. Perder uma eleição nunca foi tão insuportável para os falsos bastiões da moral e da família. A máscara de salvadores caiu. Negar o resultado das urnas é uma tática conhecida — vista em outros cantos do mundo — que, quando aplicada, acende os estopins de guerras civis e ditaduras.

Agora, em 2025, enquanto enfrentamos impactos econômicos e incertezas geopolíticas, testemunhamos representantes do povo auto-exilando-se sob o pretexto de perseguição política. No exterior, articulam campanhas contra o governo democraticamente eleito, tentando evitar que seu “garoto-propaganda” — o fascista tropical — ocupe o lugar que deveria ter ocupado desde o início: o banco dos réus. Mimado, negacionista, golpista.

O “tudo ou nada” à brasileira parece mais um plano da CIA em parceria com uma ABIN paralela, empenhados no controle de uma região estratégica para os interesses dos Estados Unidos e seus satélites. Terras raras, os BRICS, o avanço do Pix, a soberania digital, e o julgamento de Bolsonaro transformaram-se em peças centrais dessa geopolítica disfarçada de cruzada moral.

A mais nova cereja do bolo? A taxação de 50% sobre produtos brasileiros imposta pelos EUA. Uma chantagem velada, disfarçada de medida econômica, que visa pressionar o governo brasileiro a anistiar golpistas, criminosos e terroristas políticos. O impacto será direto: milhares de empregos perdidos, aumento da insegurança alimentar e econômica, especialmente entre os trabalhadores. Mas a extrema-direita, insensível e hipócrita, pouco se importa em quebrar os ovos — desde que o omelete sirva aos seus próprios pratos.

Não se importam com o país. Nem com o povo. O projeto é claro: o caos como escada, o sofrimento como ferramenta, a desinformação como evangelho. Enquanto isso, a população é bombardeada com imagens de protestos confusos, trios elétricos decorados com bandeiras de Israel e dos EUA, líderes neopentecostais berrando por anistia a delinquentes e partidos políticos transformando o Congresso em balcão de chantagem.

O roteiro é conhecido: desestabilizar o governo, provocar colapso econômico, aprovar um impeachment baseado em fake news, reverter cassações de parlamentares da direita suja, anistiar criminosos — como fez Donald Trump em seu primeiro dia de mandato — e tornar elegível o mascote do fascismo brasileiro: um Mussolini de chinelo, grotesco e risível, mas perigosamente funcional.

Tudo isso é um novo golpe, camuflado em múltiplas narrativas, mas que, somadas, revelam um remake ainda mais cínico do impeachment de Dilma Rousseff. Um espetáculo com maior hipocrisia, veiculado em horário nobre por emissoras que já fecharam com a extrema-direita. TVs que recebem gordas verbas públicas por meio de partidos políticos, que agora funcionam mais como agências de publicidade do ódio do que como veículos jornalísticos. As pautas sumiram. Restaram os briefings.

A intenção é uma só: destruir a imagem do governo, abrir caminho para o retorno de um regime ultraconservador, fascista, neopentecostal, a serviço dos lucros imorais do agronegócio e dos senhores da guerra política. Está tudo declarado, às claras. Eles não têm mais pudores — acreditam, com razão parcial, que estão lidando com uma massa analfabeta, preguiçosa, que não lerá um texto como este até o fim. E é nesse vácuo de leitura crítica que nadam de costas, livres, rumo ao golpe 2.0.

É o retorno planejado de militares, políticos corruptos, latifundiários e líderes religiosos ao comando do país, mesmo que isso custe o retrocesso absoluto, a intolerância institucionalizada, a repressão cultural e, talvez, um novo golpe militar — legitimado por tribunais comprometidos nos bastidores com a sabotagem democrática.

Em resumo: o vitimismo disfarçado de patriotismo, a manipulação midiática, as mentiras repetidas à exaustão, têm um único objetivo — o impeachment de Lula e a reabilitação política de Bolsonaro. Uma farsa travestida de democracia. Um teatro onde somos plateia e figurantes ao mesmo tempo. Mas, no roteiro desta peça grotesca, não temos direito algum de interferir no desfecho.

Se vamos sorrir ou chorar no fim, já sabemos: quem é trabalhador, LGBTQIA+, estudante, negro, quilombola, indígena, adepto de religiões não cristãs, ou simplesmente um ser pensante... já recebeu a resposta.

Por Alexandre Chakal
Num inverno morno de 2025, um dia após ver brasileiros empunhando bandeiras dos Estados Unidos e de Israel, agradecendo por sanções contra seu próprio país.

Fanzine Juvenatrix #276 disponível

 

Está disponível a edição virtual e gratuita do fanzine “Juvenatrix” número 276

Conteúdo:
“Juvenatrix” número 276 (Novembro de 2025), 14 páginas.
Capa e Contra Capa: ilustrações de Angelo Junior
Metal extremo: “Deicide” (EUA), “Behemoth” (Polônia)
Conto de Caio Alexandre Bezarias
Literatura: resenhas de “A Hora do Vampiro”, de Stephen King, por Marcello Simão Branco
Cinema: resenhas de “O Submarino Atômico” (1959), “O Grito do Lobo” (1974), “O Único Sobrevivente” (1984), “Volte Ammie, Volte!” (1970), “Para Onde Foram Todos?” (1974), por RR
Contatos: renatorosatti@yahoo.com.br

Fonte

 renatorosatti@yahoo.com.br

ANGUERE – BANDA ANUNCIA TEASER DE NOVO TRABALHO.

 A banda ANGUERE, conhecida por suas letras pesadas e som único, anunciou nas redes sociais o lançamento de um teaser para seu próximo trabalho.

O teaser, está disponível em seu canal do Youtube, trazendo trechos de imagens e sons que remetem ao seu novo vido clip ao estilo musical característico da banda. A produção é marcada por uma atmosfera sombria e introspectiva, mostrando que o novo trabalho está a caminho.
A ANGUERE ainda não revelou a data de lançamento do novo trabalho, mas prometeu que mais informações serão divulgadas em breve. Enquanto isso, os fãs podem continuar especulando sobre o que a banda preparou para eles.
Com esse teaser, a expectativa para o novo trabalho é enorme. Com a volta da banda e a nova formação "Será que é um novo álbum?", "Vai ter turnê?", são algumas das perguntas que circulam entre os seguidores.
Vamos esperar ansiosamente pelas próximas novidades! Siga a banda ANGUERE nas redes sociais para ficar por dentro das últimas atualizações!
C O N F I R A   N O   L I N K   A   B A I X O:
 ANGUERE - QUEIMA (Teaserficial): 
Fonte
thiago_soarest@hotmail.com

Jéssica Falchi (ex-Crypta) anuncia nova banda e lançamento do primeiro single

Guitarrista, ex-Crypta, inicia novo momento profissional apostando no diálogo entre a técnica e a emoção por meio de uma sonoridade que vai do rock ao metal instrumental moderno

A guitarrista e compositora brasileira Jéssica Falchi, que integrou por cerca de dois anos a banda de death metal Crypta, inicia agora um novo capítulo de sua jornada profissional com a Falchi, seu trabalho solo instrumental focado na liberdade criativa e na busca por uma sonoridade pessoal.

Quatro singles, produzidos em parceria com o guitarrista Jean Patton (ex-Project46), serão lançados entre o final de 2025 e início de 2026, que culminarão no primeiro EP da Falchi.

O EP, inclusive, será lançado dia 23 de janeiro de 2023, data em que Jéssica estará presente na concorrida feira da indústria musical NAMM Show, em Los Angeles (EUA).

A música que apresenta a nova fase da habilidosa, experiente e versátil guitarrista, intitulada 'Moonlace', chega às plataformas de streaming no dia 31 de outubro.

Faça já o pré-save de 'Moonlace' AQUI

“Quero que minha música alcance não só músicos, mas pessoas que se conectam com o som de forma emocional”, comenta Jéssica.

A nova fase de Jéssica Falchi é um convite à introspecção e à liberdade musical. Sua guitarra, ora intensa, ora delicada, fala por ela, traduzindo emoções, descobertas e a beleza do som como forma de existência.

"Cada música traz uma abordagem diferente e eu as vejo como bem distintas entre si, mas sempre partindo do princípio do rock/metal e tentando incluir uma pitada das referências brasileiras", afirma a guitarrista.

Jéssica Falchi: biografia

Guitarrista e compositora, Jéssica Falchi começou a tocar ainda na infância, inspirada por nomes que moldaram a linguagem da guitarra instrumental, como Joe Satriani, Steve Morse, Frank Gambale e Steve Vai. Com o passar do tempo, o metal entrou em sua vida e transformou sua forma de tocar e sentir a música. Do thrash ao progressivo, ela encontrou no instrumento uma maneira de expressar o que as palavras não alcançam.

Após anos atuando em bandas cover e construindo uma presença marcante nas redes, incluindo vídeos que chamaram a atenção do próprio Metallica, Falchi ampliou sua trajetória tocando com Aquiles Priester e gravando com Elana Dara.

Com mais de 300 mil seguidores no Instagram, a guitarrista foi anunciada como integrante fixa da Crypta, banda brasileira de death metal com a qual excursionou pelo mundo: tocou nas Américas, Europa e Ásia, consolidando-se como uma das guitarristas mais reconhecidas do cenário metal contemporâneo.

Agora, Jéssica inicia um novo capítulo: sua carreira solo, marcada pela liberdade criativa e pela busca por uma sonoridade pessoal. Suas composições exploram o diálogo entre técnica e emoção, transitando por universos que vão do rock e do metal ao instrumental moderno, com influências de nomes como Intervals e Kiko Loureiro, além de referências a Iron Maiden, Metallica, Pink Floyd, Leprous e Vola.

Acompanhe Jéssica Falchi nas redes

www.instagram.com/falchi.jessica

www.youtube.com/@falchi.jessica

https://linktr.ee/JessicaFalchi

Fonte

erick.tedesco@gmail.com


Wild Storm lança álbum de estreia “The Crimson Dawn” e reafirma a força do Heavy Metal tradicional brasileiro ​

 

Com influências de Running Wild, Judas Priest e Grave Digger, banda paulistana apresenta um disco intenso, repleto de energia, crítica social e respeito às raízes do metal.

A cena do Heavy Metal nacional ganha um novo e poderoso nome. A Wild Storm, banda formada na capital paulista, lança oficialmente seu álbum de estreia, “The Crimson Dawn” — um trabalho que celebra o espírito do metal tradicional com autenticidade, técnica e mensagens fortes sobre o mundo contemporâneo.

Idealizada pelo guitarrista e compositor Emerson Aquino, a Wild Storm nasceu da paixão pelo gênero e do desejo de transformar anos de composições em um projeto sólido. Inspirado por nomes como Running Wild, Judas Priest e Grave Digger, Emerson deu início à banda ao lado do vocalista Claudio Santana, logo reforçada por Diego Cachigian (baixo) e Davyd Havier (bateria), completando a formação definitiva.

Com essa união, o grupo consolidou um som vigoroso e direto, que une o peso e a melodia do metal clássico à energia moderna de uma nova geração. O resultado é “The Crimson Dawn”, lançado em outubro de 2025 — um disco que sintetiza anos de amadurecimento e dedicação, transformando riffs e ideias em composições cheias de identidade, vigor e atitude, reafirmando a essência do Heavy Metal em sua forma mais genuína.


Ouça no Spotify | Bandcamp

“The Crimson Dawn” é um manifesto sonoro que combina força, emoção e crítica, equilibrando riffs marcantes, refrões épicos e temáticas profundas. O álbum exala paixão e respeito pelas raízes do gênero, sem abrir mão de uma sonoridade atual, poderosa e relevante.

Entre os destaques estão “Legions of Freedom”, primeiro single e verdadeiro hino à liberdade individual; “Despised Screams”, com crítica à corrupção e forte influência teutônica; e “The Killing Flood”, inspirada nas tragédias das enchentes no Sul do Brasil. Outras faixas exploram reflexões humanas e filosóficas, como o isolamento digital em “When Love Grows Cold”, os horrores da guerra em “Unwanted War”, e o alerta ecológico e existencial da faixa-título “The Crimson Dawn”, que encerra o disco em tom apocalíptico.

Gravado de forma independente, o álbum mostra o equilíbrio entre melodia, agressividade e mensagem, consolidando a Wild Storm como uma das novas apostas do metal tradicional brasileiro.

“Esse álbum é o resultado de anos de paixão pelo metal e pela composição. É o início de uma jornada que queremos compartilhar com quem ainda acredita na força da música pesada feita com verdade”, afirma Emerson Aquino, fundador e guitarrista da banda.

Animada com a ótima recepção do disco, a Wild Storm já prepara seus próximos passos: o lançamento do CD físico — atualmente em produção em parceria com o selo Storm Atoom Records, entre outros —, a gravação de um videoclipe para “Despised Screams” e a realização de uma série de shows pelo underground paulistano.

Siga Wild Storm nas redes:

Instagram: @wild_storm_band

Facebook: @wildstormband

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Assessoria de imprensa: JZ Press (@jzpressassessoria)

Accept: a ascensão e queda da formação clássica após a reunião com Udo Dirkschneider em 2005

Após o fracasso dos álbuns Death Row Predator, em meados dos anos 1990, a lenda do metal alemão Accept chegava ao auge de seus problemas internos. O vocalista Udo Dirkschneider discordava do rumo que o guitarrista Wolf Hoffmann e o baixista Peter Baltes queriam tomar, enquanto o guitarrista Stefan Kauffman assistia perplexo às brigas. A decisão foi de pendurar as chuteiras.

Udo e Stefan se juntaram no projeto U.D.O. e uma reunião parecia totalmente fora do horizonte: Stefan descartava por não acreditar na capacidade de lançar álbuns do nível dos primeiros da banda e não concordar com se juntar com os antigos colegas apenas por razões comerciais. “Um encontro agora seria uma grande mentira e simplesmente iria destruir todo o legado do Accept. Death Row e Predator nunca deveriam ter sido gravados”, opinava.

Conforme narrado pelo renomado biógrafo Martin Popoff no livro Metal Heart - A História do Accept, cuja versão em português foi lançada pela editora Estética Torta, as coisas mudaram de figura a partir da intervenção da revista alemã Rock Hard, que insistiu para que o grupo tocasse no festival em celebração aos vinte anos da publicação.


Segundo Wolf Hoffman, as coisas não deram certo de início, mas tudo se ajeitou em 2005:  “eles começaram a revista quando o Accept começou, e acho que fomos a primeira matéria de capa deles. Conversamos com isso sobre Udo, mas ele disse que sua banda era prioridade sobre o Accept, então não deu certo. Porém, felizmente, neste ano deu certo”.


Em entrevista a Marko Syrjala, da Metal Rules, no outono de 2005, ainda era possível sentir um certo ressentimento do guitarrista em relação ao vocalista, que havia recusado não apenas se apresentar com a banda no festival da Rock Hard mas também no 25º aniversário do Wacken Open Air, alegando que seu trabalho era mais importante: “todo mundo nos queria lá, entramos em contato com Udo e ele recusou [...], mesmo que só toque algumas vezes em clubes para poucas centenas de pessoas”.


Mesmo que a reunião não envolvesse todos os membros da formação original, todos que embarcaram no projeto tinham uma grande bagagem com a banda: Udo nos vocais, Hoffman e Herman Frank nas guitarras, Baltes no baixo e Stefan Schwarzmann na bateria. Segundo Hoffman, o repertório planejado era “bastante óbvio, mas também estamos pensando em tocar músicas que nunca tocamos. [...] Não queremos fazer só o que é esperado”.


Os ensaios começaram logo no primeiro dia do ano e, por um tempo, as coisas funcionaram relativamente bem: “é realmente difícil chegar ao ponto de estarmos em cima do palco, por causa de todas as negociações e barganhas nos bastidores. Pra dizer a verdade, é um pesadelo. Entretanto, quanto estamos no palco, tudo é bem tranquilo”, conta Hoffmann.


No entanto, o guitarrista estava pouco otimista em relação a um futuro possível para a banda: “gostaria que pudéssemos fazer isso a cada dez ou cinco anos. Mas isso é bem improvável, com a maneira como Udo se comporta e essas merdas. Ele está tornando tudo bem difícil pra nós. Estamos tentando o que podemos, mas somos sempre nós contra Udo”, conta.


O vocalista, por sua vez, afirma que percebia a cada show que gostava mais de estar com o U.D.O. do que com o Accept, chegando a se arrepender da decisão de participar da reunião. “Nos divertimos muito naquela turnê, falando sobre os velhos tempos e blá-blá-blá, mas não sei como explicar. É, a sensação não estava boa. [...] Para mim, particularmente, foi difícil fazer aquilo tudo com o Accept. A razão pela qual eu disse sim foi porque queria descobrir se ainda havia alguma coisa. Mas, por mim — e só posso dizer por mim, não por Wolf ou por Peter —, não restou nada. Acho que esse foi o jeito perfeito de terminar o Accept”, explica.


Hoffman especula sobre os motivos pelos quais Udo não se interessou em manter a banda ativa depois da turnê: “ele tem sua própria banda, e acho que agora ele adora estar no controle e ser seu próprio chefe mais do qualquer coisa. Quase tivemos que implorar para que ele aceitasse. [...] Nem você nem o resto do mundo entendem o porquê de ele dificultar tanto isso, não posso explicar, a não ser o fato de que odeia que sejamos muito mais bem-sucedidos, mesmo que ele fizesse parte disso. Talvez ser dono de 100% do U.D.O. seja melhor do que ter 25% de um todo”.


O vocalista retrucou: “ele (Hoffman) sabia que eu estava fazendo trabalhos com o U.D.O. e nosso álbum já estava a caminho, e sabia o que eu estava pensando o tempo todo. Da minha parte, não haveria reunião em nenhum momento, e ele sabia disso desde o início, e agora está mudando a história. [...] Se ele quiser, ainda pode fazer o Accept, mas com outro vocalista”.


Dito e feito: em 2009, a formação que tocou na turnê de reunião recrutou o vocalista Mark Tornillo e deu sequência à história do Accept a partir do lançamento do álbum Blood of the Nations, de 2010. 


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