Metal Reunion Zine

Blogzine fundado em 2008. Reúne notícias referentes a bandas, artistas, eventos, produções, publicações virtuais e impressas, protestos, filmes/documentários, fotografia, artes plásticas e quadrinhos independentes/underground ligados de alguma forma a vertentes da cultura Rock'n'Roll e Heavy Metal do Brasil e também de alguns países que possuem parceiros de distribuição do selo Music Reunion Prod's and Distro e sua divisão Metal Reunion Records.



domingo, 7 de julho de 2024

Neves Records lança primeiro trabalho da banda THOR, pioneiro do metal capixaba

 

O selo Neves Records anuncia a reedição especial do primeiro trabalho da banda capixaba  THOR, com o compacto tendo as faixas "RockRise" e "Thor" ganhando uma versão comemorativa de 40 anos disponível em vinil 10 polegadas e CD Slipcase. Além das duas faixas do compacto gravado em 1984 e lançado originalmente em 1985, constam como bônus as faixas da demo-tape "The Living Side of Death" (1988) – "Kill (Fight or Die)", "The Living Side of the Death", "Witch's Night" e "Bang 'Till Death".

O encarte inclui as versões de capa, fotos de época, desenhos inéditos, letras das músicas e um texto contando a história da banda pelo jornalista Ricardo Batalha. O lançamento em vinil está disponível em uma tiragem de 300 cópias, dividida em duas versões: uma edição limitada de 100 cópias com disco branco, encarte, pôster e patch; e uma versão standard de 200 cópias com disco preto e encarte. O material também está disponível em CD slipcase com encarte e mini-pôster.

Mesmo com homônimos espalhados pelo mundo, sendo o mais famoso no Canadá, a  THOR do Espírito Santo é mais uma peça resgatada na história do metal brasileiro. "É gratificante ver um trabalho realizado há tanto tempo renascer nessa nova roupagem. Uma honra ser lembrado e orgulhoso de fazer parte desse revival que, assim como tantos outros, ajuda a perpetuar a história do rock pesado no Brasil", comentou o vocalista Fabio "Midgard" Moreira que, além de THOR e ATTOMICA, ainda passou pelo THE RAINS, SILENCE MEANS DEATH e atualmente integra a ELECTRIC SKY.


Fonte
https://www.sepulchralvoicefanzine.com/2024/07/neves-records-lanca-primeiro-trabalho.html

WISDOM revela detalhes do seu novo álbum "Saint Algolagnia Immaculate"

 

A banda de Black Metal WISDOM, um dos grandes representantes do Metal paraguaio, iniciou suas atividades em 1993 e está se preparando para lançar seu terceiro álbum, intitulado "Saint Algolagnia Immaculate". O disco foi gravado no Mix Estudio de Grabaciones com Oscar Fadlala, e a mixagem e masterização ficaram nas mãos de Gabriel Colmán. A capa foi criada por Luigi Benitez.

Confira abaixo a capa de "Saint Algolagnia Immaculate" e ouça a faixa-título:

Fonte
https://www.sepulchralvoicefanzine.com/2024/07/wisdom-revela-detalhes-do-seu-novo.html

GULPIAN METAL FEST - DATA: 09/11/2024 - PRAIA GRANDE /SP #repost

 
No dia 09 de novembro de 2024, em Praia Grande/SP

Local: Av.: Dr. Roberto de Almeida Vinhas, 10473
Horário 20h00 - Entrada R$ 20,00
Com as bandas HIERARCHICAL PUNISHMENT, EXTERMÍNIO, NECROLÓGIO, EXCORIA & POSTVMO 

Fonte
https://www.sepulchralvoicefanzine.com/2024/07/gulpian-metal-fest.html

NERVOCHAOS, FUNERATUS & NEUROTICOS Anunciam tour brasileira

Os brasileiros da NERVOCHAOS e FUNERATUS, juntamente com a banda brasileira nipônica NEUROTICOS, anunciaram uma tour brasileira que rolará entre os meses de setembro e outubro de 2024. Confira o cartaz da Chaos and Death Tour 2024 com todas as datas:

Fonte

https://www.sepulchralvoicefanzine.com/2024/07/nervochaos-funeratus-neuroticos.html

BLASPHEMANIAC: Disponibiliza o single "Blackest Metal Power"

Os maníacos da BLASPHEMANIAC não param de regurgitar seus hinos blasfemos e seu Metal afiado e arcaico. Em 2023, lançaram dois registros: o 4-way Split CD "Infernal Kult Sadomaniac" com as bandas Infernal Flames, Sadophallus e Sadokult, e o EP "Night of the Necromancer". Em maio de 2024, saiu o Split CD intitulado "The Profane Deflowering of the Perverted Immaculate Saint" com os paraguaios da Warfare Noise. Nesta semana, os paulistas compartilharam nas redes sociais a faixa "Blackest Metal Power". Ouça AQUI

Links: instagram.com/blasphemachine_gun

Fonte

https://www.sepulchralvoicefanzine.com/2024/06/blasphemaniac-disponibiliza-o-single.html

Ouça agora "Condemned to Obscurity", o EP de estreia da BRUTAL ABORTION

BRUTAL ABORTION é um duo paranaense, formado por Khauã Costa (baixo e vocal) e André Carvalho (guitarra, vocal e programação da bateria). Os deathbangers compartilharam nas redes sociais seu primeiro registro, o EP "Condemned to Obscurity". A mixagem e masterização ficaram a cargo do produtor Filipe Rosa, e a capa foi criada por Khauã Costa.

Ouça na íntegra EP "Condemned to Obscurity":

Links: instagram.com/brutalabortionofficial

Fonte

https://www.sepulchralvoicefanzine.com/2024/06/ouca-agora-condemned-to-obscurity-o-ep.html

Supersuckers, ícone do punk country, retorna a São Paulo em outubro

Os americanos do Supersuckers, banda que criou o gênero punk country e reverenciada até mesmo pelo saudoso Lemmy Kilmister (Motörhead), estão de volta a São Paulo no dia 18 de outubro, no Jai Club. Será um show só de clássicos dos mais de 25 anos de estrada. A realização é da Agência Sobcontrole junto à Orleone Booking.

O evento terá como bandas convidadas a holandesa de metal rock Peter Pan Speedrock, que enfim estreia no Brasil, e a nacional The Mullet Monster Mafia, uma das bandas mais fortes e ativas do toda a cena sul-americana com seu surf punk influenciado pelo metal e psychobilly.

Ingressos já à venda: clubedoingresso.com/evento/supersuckers-saopaulo.

Supersuckers
Punk country pode ser um rótulo esdrúxulo até ouvir a banda que o inventou em 1998 em Tucson/Arizona (EUA) o executa - com precisão, sujeira e balanço - há mais de três décadas. Lenda viva do rock n’ roll mundial, o Supersuckers, dos Estados Unidos, trará apenas clássicos de uma respeitada discografia, reverenciada inclusive pelo icônico falecido baixista do Motörhead, Lemmy Kilmister, que cravou “Se você não gosta de Supersuckers, não gosta de rock n’ roll”.

Hoje com Eddie Spaghetti (vocal e baixo), Metal Marty Chandler (guitarra e vocal) e Captain Chris Von Streicher (bateria), o Supersuckers ganhou forma em 1988 em Tuscon, no Arizona, mas lançou o primeiro registro apenas em 1992, The Smoke of Hell. O álbum trazia uma riffs criativos a partir de composições dinâmicas, divertidas.

Obteve grande destaque na mídia especializada e rendeu turnês mundiais memoráveis com Motörhead, The Ramones, Bad Religion, New York Dolls, Mudhoney, entre outras.

As constantes turnês e os álbuns diretos e carregados da essência do
rock'n'roll fez do Supersuckers um dos maiores sucessos da gravadora Sub Pop, pavimentando sua longeva carreira até os dias atuais.

Os setlists destes shows também incluirão sucessos dos álbuns seguintes, La Mano Cornuda, The Sacrilicious Sounds of The Supersuckers, Must've Been High e Evil Powers of Rock 'n' Roll.

Peter Pan Speedrock
Formado no ano de 1996, o Peter Pan Speedrock foi a banda responsável por manter a cidade de Eindhoven, na Holanda, no mapa da música pesada mundial após a cena metal se consolidar na cidade nas décadas de '80 e '90.

O trio formado por Peter "Piet" van Elderen na guitarra/vocal, Bart "Bartman" Geevers no baixo e Bart "Bartje" Nederhand na bateria rapidamente marcou seu nome no circuito europeu com seus shows selvagens e intensos, criando um estilo batizado de "speedrock" que se consolidou e fez escola principalmente na região da Holanda/Bélgica, Luxemburgo e norte da Alemanha.

Com 11 discos lançados e uma reputação sólida que os elevou a posição de maior banda de rock do país, o Peter Pan Speedrock anunciou sua dissolução em 2016, gerando novos projetos como Tankzilla, Speedmobile e Fire Horse.

No ano de 2021 a banda voltou a se reunir para um show em seu próprio festival o Speedfest/Helldorado; e desde então a banda realiza shows esporádicos em casas de shows e nos maiores festivais da Europa como Hellfest, Wacken Open Air, Graspop, Sjock, Roadburn, Copenhell, Sweden Rock, Ruhrpott Rodeo, Ressurrection
Fest, Brutal Assault, Party San, dentre outros.

The Mullet Monster Mafia
The Mullet Monster Mafia é uma das bandas mais fortes e ativas da cena sul-americana, eles vêm ganhando o mundo com seu surf punk com influências de metal e psychobilly desde 2009.

Com álbuns lançados em diversos continentes e turnês de sucesso por todo o mundo, a banda é reconhecida por seus shows intensos e cheios de energia, esmagando o público com uma parede alta e poderosa de som.

Em 2025 os brasileiros voltaram à Europa para uma turnê entre 10 de abril e 11 de maio. Prepare-se, pois como foi escrito em Dynamite
Magazine, se o Motörhead fosse uma banda de surf punk, com certeza soaria como TMMMáfia!

Atualmente a banda é Ed Lobo Lopes (guitarras), Jé Novaes (baixo) e Neri Orleone (bateria).

SERVIÇO
Supersuckers em São Paulo
Bandas convidadas: Peter Pan Speedrock e Mullet Monster Mafia
Data: 18 de outubro de 2024
Local: Jai Club
Endereço: Rua Vergueiro, 2676 - Vila Mariana, São Paulo - SP
Ingressos: R$ 100,00 (1º lote - meia e meia-solidária); R$ 130 (2º lote - meia e meia-solidária)
Classificação etária: +18

Fonte
erick.tedesco@gmail.com

Fanzine Juvenatrix #259 disponível


 
Está disponível a edição virtual e gratuita do fanzine “Juvenatrix” número 259

 Conteúdo:

“Juvenatrix” número 259 (Junho de 2024), 13 páginas.

Capa: Ilustração por Angelo Junior

Literatura: texto de E. R. Corrêa sobre o livro “Mau-Olhado”, de Peter Straub, texto de Marcello S. Branco sobre o livro “A Caixa Verde”, de Gertrude Barrows Bennet

Cinema: resenhas de “The Murder Mansion” (1972), “The Disappearance of Flight 412” (1974), “The Dungeon of Harrow” (1972), “Expresso Para o Inferno” (Runaway Train, 1985), por RR

Contatos: renatorosatti@yahoo.com.br

Fonte

renatorosatti@yahoo.com.br

Armada faz show de lançamento do “Tales Of Treason” neste domingo

 
A Armada retorna ao palco do Hangar 110, na capital paulista, para apresentar o show de lançamento do álbum “Tales Of Treason”. O evento, que acontece neste domingo (07.07), tem início às 18h com as bandas convidadas Faca Preta e Não Há Mais Volta.

“Tales Of Treason”, segundo álbum de estúdio da Armada, foi lançado em maio nas principais plataformas digitais, e ganhou uma versão em LP nos Estados Unidos e Europa pela gravadora americana Pirates Press Records, em parceria com a Comandante Records. O formato em CD foi lançado no Brasil pelo selo TGR Sounds. O disco de nove faixas foi produzido e mixado por Átila Ardanuy, e masterizado por Ade Emsley, responsável pelos últimos trabalhos do Iron Maiden.
 
Formada por Henrike Baliú (Voz), Mauro Tracco (Baixo), Ricardo Galano (Guitarra e Voz), Alexandre Galindo (Guitarra) e Arnaldo Rogano (Bateria), a Armada promete um show especial para celebrar “Tales Of Treason”. “Já estamos com saudades de subir no palco de novo. Estamos preparando um show com um repertório bem diferente dos últimos, para deixar mais dinâmico e poderoso e entregar tudo como gostamos e sabemos fazer”, diz Galindo.
 
O guitarrista revela ainda, que apesar do novo álbum ser todo cantado em inglês, a avaliação dos fãs da banda tem sido positiva. “Estamos bem orgulhosos desse disco, e tenho certeza de que quem ouvir ao vivo vai pirar de vez nessas novas músicas. Vai ser uma baita festa”.
 
Além das músicas do novo álbum, como “São Paulo City”, “Bullet Through The Heart”, “Wrong Side of America” e “The Rebel Sound”, faixas do disco de estreia, “Bandeira Negra”, também estarão no repertório da banda.
 
Vá ao show do Armada:
Domingo, 7 de julho de 2024, a partir das 18h
Local: Hangar110, Rua Rodolfo Miranda, nº 110, Bom Retiro, São Paulo - SP
Ingressos:https://pixelticket.com.br/eventos/21271/armada-lancamento-do-album-tales-of-treason/ingressos

Assista ao videoclipe “São Paulo City”

Ouça “Tales Of Treason” no seu tocador favorito:

https://sndo.ffm.to/e7dqnwd

Fonte

assessoria@farolmusic.com.br

Benjamim Saga lança 'Homem Forte', primeiro single do novo álbum


 Em mais uma empreitada do projeto Benjamim Saga, Dejair Benjamim (vocalista e guitarrista da clássica banda de heavy metal sergipana Tchandala) acaba de lançar a inédita “Homem Forte”, uma poderosa reflexão sobre a força e a resiliência humana em meio às adversidades da vida.

Ouça aqui: https://rebrand.ly/HomemForte.

Lyric vídeo: https://youtu.be/F_fbYKGI2AY?si=BCfMY7S1dfQGNVV1



Homem Forte, o primeiro single do segundo EP do projeto, com uma mistura de elementos naturais e uma abordagem poética, nos leva a uma jornada através dos ciclos da existência, em que o protagonista se vê como uma fusão de sol, chuva, terra, vento e sal. Ele se recusa a se entregar à morte, aceitando-a como parte intrínseca da vida.

A letra também aborda a conexão do homem com mitos e a sua constante busca por significado, enquanto enfrenta reviravoltas e desafios sem um rumo definido.

A mensagem da música é profundamente reflexiva, nos lembrando da importância de estarmos preparados para os desafios que a vida nos apresenta.

Com uma letra poética que convida à reflexão sobre a vida e a morte, Homem Forte é ideal para momentos de introspecção e autoconhecimento.

Benjamim Saga nas redes

www.instagram.com/benjamimsaga

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erick.tedesco@gmail.com

Institution lança o EP "O Grande Vazio".

A hegemonia da política neoliberal na contemporaneidade, isto é, no reconhecimento de que tudo hoje passa pela lógica capitalista e na consequente falta de esperança quando percebemos que não há escapatória, junto ao metal/hardcore torto e em diversos momentos caótico, é o pano de fundo do novo EP do InstitutionO Grande Vazio, já nas plataformas de streaming.

Ouça o EP aqui: https://li.sten.to/institution.

Clipe de Lapso: https://youtu.be/vZyNUXaz1RI.

O Grande Vazio traz quatro faixas, sendo uma delas, Eulogia a um Futuro Esquecido, com participação nos vocais de Jair Naves.

O Grande Vazio foi produzido pelo Rodolfo Duarte, baixista da banda, em conjunto com a banda. Foi gravado no estúdio High Five e mixado pelo próprio Rodolfo Duarte. A master ficou por conta do Fernando Sanches do estúdio El Rocha.

O guitarrista Fábio Pereira comenta sobre a evolução da banda, se comparado este lançado ao anterior, o álbum Ruptura do Visível (2020). "Evoluímos muito na questão de montagem das músicas, estamos muito mais atentos a certos detalhes musicais que antes passavam batidos".

Além disso, O Grande Vazio amplia no Institution o uso de sintetizadores, que já haviam aparecido no último disco. Samplers eletrônicos também aparecem no novo EP para enriquecer mais ainda a experiência sonora e trazer mais ambientes diferenciados nas músicas.

Os anos de produção, aliás, explicam os tantos processos e experimentos. As músicas começaram a ser concebidas ainda em 2020, no ano em que a pandemia forçou uma verdadeira ruptura nos planos do Institution.

"Fomos forçados a cancelar a nossa tour que já tinha cerca de 20 shows e cada um ficou focado em 'sobreviver', já que a maior parte da banda trabalha com arte. Quando conseguimos voltar a ensaiar em 2022, o nosso disco mais 'novo' já tinha 2 anos e sentimos a necessidade de gravar músicas novas", lembra Fábio.

Sem pressão, a banda foi minuciosa na produção das novas músicas até levar o material bruto para estúdio e, enfim, nascer O Grande Vazio.

O Post Mosh

Em termos de sonoridade, o Institution ainda apresenta um hardcore pesado e metálico, porém, sempre tentando trazer elementos novos e quebras de expectativa para sair do básico e trazer novos ares.

"Brincamos que talvez tenhamos criado um novo gênero musical: o Post-Mosh. Creio que estamos seguindo a tradição desse estilo que nunca parou de inovar desde quando foi criado no fim dos anos 80".

Mesmo as bandas pioneiras, como Integrity e Earth Crisis, que inovam até hoje, essa é uma característica que tanto empolga o Institution em seguir em frente e criar coisas novas.

"Hoje em dia temos muitas bandas que seguem esse legado e nos inspiram também, como Harms Way, Thrown, Incendiary, Jesus Piece e muitas outras", finaliza Fábio.

As letras, comentadas pelo vocalista Hélio Siqueira

A faixa Assimetria fala sobre como a "autonomia" foi transfigurada pela internalização das injunções do mercado. O empreendedorismo se tornou uma ferramenta ideológica. Exigimos contínua produtividade e excelência de nós mesmos e acreditamos que o sofrimento é parte da prosperidade. De que para chegar lá, se faz necessário sofrer no processo. Hoje, exploramos a nós mesmos sob a ideia de que somos livres, quando no fim nossas ações passam por essa lógica empresarial, de contínua produtividade. O esgotamento e a depressão surgem, então, como sintomas patológicos desse processo.

No caso da faixa Eulogia A Um Futuro Esquecido, fica o sentimento de negação frente a impossibilidade de superação do capitalismo. O neoliberalismo está tão naturalizado que se apresenta como um fato inerradicável da vida. Para essa música, chamamos nosso amigo Jair Naves. Somos admiradores do seu trabalho e há tempos gostaríamos de trabalhar com ele. A voz do Jair caiu como uma luva para o tom da música. Não podia ter sido de outra forma.

Autofagia faz referência a dinâmica de destruição e de ressignificação do capital. A gênese do neoliberalismo está justamente nas crises que o capitalismo enfrentou ao longo das últimas décadas. Não há nada que não venha a ser reificado pelo capital. Ele devora tudo, inclusive a si mesmo. Lucro é a única meta. Nada mais importa.

A música Lapso corresponde a lógica de que, se não há mais como superar as estruturas do capitalismo, então nós falhamos. A submissão fatalista parece ser o único caminho seguro de um futuro que se mostra cada vez mais cancelado.

O Grande Vazio | Arte: Marcos Rodrigues (@_artnoc) e Hélio Siqueira

Faixas:

1 - Assimetria
2 - Eulogia a um Futuro Esquecido c/@jairnaves
3 - Autofagia
4 - Lapso

Institution faz o show oficial de lançamento de 'O Grande Vazio' dia 8 de julho em São Paulo/SP, véspera de feriado, na Fenda 315 | Sabot. O evento, que começa às 19h, tem entrada gratuita! Na abertura, tem os DJs Too Dead to Die (www.instagram.com/toodeadxtodie_) e a banda Lótico (www.instagram.com/lotico). 

Fenda 315 | Sabot fica na rua Dr. Candido Espinheira, 315, no bairro Perdizes - São Paulo/SP. Mais informações: @fenda315

Institution nas redes:

www.instagram.com/institutionband

https://linktr.ee/institutionband

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Erick Tedesco 

erick.tedesco@gmail.com

Terceira Guerra resgata memórias para falar de superação em 'A Dor Ensina'

 

Vídeoclipe foi produzido por Davidson Mainart e Bruno Paraguay, da clássica banda de heavy metal mineira Eminence.

A banda mineira de hardcore/metal Terceira Guerra, uma das mais atuantes e focadas da música pesada do estado, acaba de lançar o vídeoclipe e o single 'A Dor Ensina'. Pesada e direta, com influência do hardcore de Nova Iorque e do metal brasileiro, a música fala em buscar as batalhas da vida na memória na necessidade de superação.

Assista ao clipe de 'A Dor Ensina':

O clipe foi produzido por Davidson Mainart em parceria com Bruno Paraguay, respectivamente baixista e vocalista da clássica banda de heavy metal mineira Eminence. A captação do áudio ficou por conta de Allan Wallace, o guitarrista do Eminence. As locações remetem a ambientes de abandono, luta e necessidade de se superar.

'A dor ensina' mostra a força criativa a voz de protesto, com refrão gritado em coro e muita energia para difundir a mensagem de “viver o agora”, apesar dos erros e dificuldades que fazem parte da trajetória de qualquer pessoa.

"Acreditamos que esse lançamento marca um novo momento da banda, mais madura, com alguma visibilidade e já impactando pessoas que não estávamos alcançando quando fizemos os primeiros lançamentos", destaca a banda.

Tanto como em 'A Dor Ensina' como nas demais composições, a Terceira Guerra traz referências nas letras de bandas que se posicionam politicamente, como Ratos de Porão, Dead Fish, Hatebreed, Rage Against The Machine, entre outros. Na sonoridade, além do hardcore e do metal, a banda também é influenciada pelo metalcore.

                           Terceira Guerra

A Terceira Guerra surgiu de uma vontade de fazer música ativista em um momento delicado na política nacional, em 2022. A banda é Beto (vocal), Thiago "Tom" (guitarra), Liniker Moura (baixo) e Edu Rodrigues (bateria).

"Queríamos unir essa inquietude em relação a pautas de direitos básicos que estavam sendo (e sempre foram) negligenciados à vontade de fazer um som pesado e original. A meta era construir algo sólido, sermos levados a sério dentro da cena. Queremos ter relevância suficiente para estar em casas, palcos e festivais também relevantes", eles comentam.

As letras partem sempre de uma visão progressista do mundo. O que dá origem ao nome Terceira Guerra é o conceito de que a humanidade já vive uma guerra muito cruel.

"As desigualdades sociais, violência urbana e discriminações diversas são uma realidade brutal e que foram normalizadas. Então entendemos que também podemos ser mais uma voz contra essa inércia em que o mundo se encontra. Inevitavelmente, algumas vivências e experiências pessoais acabam se entrelaçando com esse conceito", completam.

Para o quarteto mineiro, a Terceira Guerra não é uma guerra bélica, mas uma guerra que já existe contra as minorias.

Ouça 'A Dor Ensina' no streaming AQUI

Terceira Guerra nas redes:

Youtube: @TerceiraGuerra

Instagram: @terceiraguerra

Spotify: Terceira Guerra

Linktr.ee: @TerceiraGuerra

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Erick Tedesco 

erick.tedesco@gmail.com

sexta-feira, 5 de julho de 2024

Navalha na Carne - Edição 38 - Porque merecemos ser extintos?

Então, mais um tema que já foi abordado por muitas pessoas, seja na literatura, cinema, teatro... Mas a maioria não se importa.

No cinema, destaco o mundo onde os Vingadores foram glorificados como heróis por derrotarem Thanos. A verdade obscena é que eles nos enganaram. Thanos, com sua visão pragmática, propôs uma solução genial: extinguir metade da vida em todas as galáxias para restaurar o equilíbrio do universo. Eles o chamaram de vilão, mas estavam errados! A ideia era genial e se colocarmos nós, raça humana, como os extintos, Thanos seria um herói. Talvez o maior herói da história deste planeta.

Desde antes da saga Vingadores e todo o romantismo inserido no contexto de heróis salvadores X vilões poderosos destruidores, várias obras fictícias exploraram cenários pós-apocalípticos, onde a extinção humana é retratada como um alívio para o universo. E quem poderia culpá-las? Mesmo com avanços tecnológicos e esforços de uma minoria para preservar o meio ambiente, a humanidade é uma praga que se espalha, procria de forma desordenada, invade, extingue outras espécies julgadas por ela menos evoluídas ou inferiores em força e, pasme, fazem isso por prazer ou seguindo valores ultrapassados, recheados de lendas religiosas, falas abusivas e descompromisso consigo mesmos.

Não importa se você, leitor, olha para países subdesenvolvidos ou para os supostamente civilizados como alguma referência ou exemplo. Poderíamos citar Noruega, Nova Zelândia e mais uma meia dúzia de países que de fato se preocupam com temas relacionados ao meio ambiente e desenvolvimento da raça humana para um futuro sustentável. Mas e daí? E o resto do planeta moendo tudo como está? Não tem jeito. Todos, direta ou indiretamente, compartilham a mesma mancha de destruição. A ONU é uma instituição que tem status de séria, mas apenas está lá para dizer depois, "Nós avisamos", ações efetivas e intervenções diretas. Esse órgão não tem poder para fazer, e digo que se tivesse, não faria. Para mim, são apenas um monte de velhos fingindo se importar e fazendo um teatro para a mídia mostrar ao povo que nem sabe o significado da sigla ONU.

Somos vermes! Poluímos e sujamos as mesmas águas que nossas crias consomem, exterminamos espécies e semelhantes, devastamos florestas, provocamos guerras com efeitos devastadores para nós mesmos, por ganância e poder, tudo em nome do lucro e da supremacia de poucos vermes que se julgam mais elitizados do que nós.

Lembro-me de um trecho do meu primeiro livro, onde descrevi a guerra em Angola e Moçambique nos anos 90. A revolução do Congo, onde o dinheiro se tornou tão inútil quanto papel usado e molhado, enquanto as pessoas morriam de fome e sede naquele pedaço da África Central esquecido propositalmente pela humanidade que podia intervir e salvar os mais de 3 milhões de mortos. Mas fica a pergunta que ninguém faz: mais 3 milhões de pessoas salvas no planeta, procriação sem parar? Seria bom para os outros bilhões? Hoje, em 2024, a história se repete, mas em uma escala global e sem chances de conserto.

Por que merecemos ser extintos? Porque somos uma praga insaciável. Consumimos mais do que podemos repor, destruímos mais do que podemos criar. Estamos há muito desequilibrando a própria casa que nos acolhe. Nenhum animal deste planeta destrói sua própria casa, apenas o ser humano.

Os efeitos das mudanças climáticas já são irreversíveis. As catástrofes naturais tornam-se cada vez mais frequentes e devastadoras. Estamos no limite, e nossa casa, a quase cinzenta Terra, está implorando por misericórdia, mas as chaminés e os escapamentos de veículos com suas fumaças negras, o barulho das perfuratrizes nas rochas buscando minérios raros e no fundo do mar explorando cada vez mais a reserva de combustíveis fósseis, somada aos trânsitos caóticos das grandes metrópoles e suas buzinas irritantes, acompanhadas de notificações e toques de celulares que superam em muito a quantidade de seres humanos do globo, não nos deixam escutar. Ou acredito que o mais certo é que não queremos escutar. Acredito que o homem concluiu sua observação mesquinha e repassou para os demais. "Já que a morte é certa para todos, por que preservar isso aqui? Eu não estarei vivo mesmo." E nesse pensamento enraizado, habita a estupidez e a certeza que o futuro é uma lenda que jamais virá, e o passado, menos tecnológico e mais humano, é uma utopia que jamais voltará.

No final, talvez a extinção seja a única solução para restaurar a ordem neste planeta. A Terra está cansada de nós, e nada ficará no lugar quando ela finalmente decidir se livrar da praga que somos. E quando esse dia chegar, não estaremos aqui para testemunhar o desfecho épico do nosso próprio fim.

Ou quem sabe, estaremos de olhos arregalados, apavorados, aos prantos, pedindo aos mesmos deuses que a raça humana se acostumou a pedir qualquer merda, como se deuses fossem pés de coelho ou leprechauns que moram no outro lado do arco-íris com três desejos para cada um de nós. Só que se existe um Deus, e ele tem mesmo essas características tão exaltadas pelos religiosos, esse cara também deseja com força que todos nós sejamos extintos deste planeta. Então, até lá, gente.

Por Alexandre Chakal.

quinta-feira, 4 de julho de 2024

XII ALCOHOLIC VOMIT FEST - DATA: 10/11/2024 - FORTALEZA/CE.

Abaixo mensagem divulgada pela produção do evento.

Cartaz oficial finalizado e divulgação a todo vapor

Contamos com a forte presença de todos os Headbangers e Metalheads para fazer mais um final de semana 666% de puro Metal Extremo em Fortaleza – CE

Então anota na agenda 10/11/2024 XII Alcoholic Vomit Fest

EMBRIAGAI-VOS...

Perfis das bandas no Instagram:
@flesh_grinder 
@expurgogrind
@warbiff_oficial
@priondc
@thegatedeathmetal

Demais informações 
@alcoholic.vomit.fest
@jazigo.loja.distro

Fonte
Pesquisa Music Reunion 

terça-feira, 2 de julho de 2024

THE BLACK VOMIT – OS PRIMÓRDIOS DO SARCÓFAGO (1982-1987). PARTE 4

*SARCOFAGO - "1982-1987"*.A mais completa biografia já publicada. Em 04 partes. Acompanhe, divulgue e compartilhe *ULTIMA PARTE! em*:https://www.luciferrex.com.br/the-black-vomit-os-primodios-do-sarcofago-1982-1987-2/

Fonte Pesquisa Music Reunion 

Cobra Spell no The Metal Bar. Data: 02/07/2024 - São Paulo/SP.

Abaixo mensagem divulgada por The Metal Bar.

Bangers! Estamos de volta nesta terça-feira a partir das 18 até às 23 horas para nos esquentarmos com muito metal nesta noite que também contará com coletiva de imprensa e meet n´ greet com a banda holandesa Cobra Spell. E para animar ainda mais teremos double chope e double caipirinha até às 20:30 horas! Então esperamos todos vocês com entrada franca e nosso lineup costumeiro repleto de cervejas especilíssimas, drinks exclusivos como o "Drunk Dianno" e o "Raining Blood Mary",  croquete "Gene Simmons", sanduíches como o "Tom Sawyer" (rosbife), "Tommy Lee" (linguiça caseira), opções vegetarianas e veganas como o sanduíche "Derrick Green" e os pastéis "Vegetal Corpse" e, é claro, nosso famoso burguer na brasa "Angus Young ". Até já!

#themetalbar #heavymetal #metalhead #headbanger

Fonte
Caveira Velha Produções 

Dieth no Brasil em setembro!

Garanta já o seu ingresso para os shows em São Paulo (20/09) e em Curitiba (22/09) no site da Meaple. Em breve mais cidades serão anunciadas.

A nova banda de David Ellefeson (ex Megadeth), com Guilherme Miranda (ex-Entombed A.D.) e Michael Lysejko (ex-Decapitated) fará shows insanos no Brasil, na América do Sul e no México em Setembro, mostrando toda a potência do Death Metal em solo latino americano. 

Em São Paulo o show acontece no @vipstationoficial , com ingressos disponíveis para pista e camarote.

Link para comprar os ingressos do show em São Paulo 

Em Curitiba o show acontece no @sebas_rock_bar e será vendido apenas pista.

 Link para comprar os ingressos do show em Curitiba 

O DIETH não é apenas mais um projeto paralelo ou “supergrupo”, mas sim a reencarnação coletiva de três renomadas forças do heavy metal que, ao aproveitarem sua própria dor e conflito, entregaram um próximo capítulo emocionante que nenhum fã de metal vai querer perder!

Produção e realização: Feat Hub, MiG18 e Meaple
@feathub.eventos @mig18mktdigital @meapleapp 

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Fonte
JZPress