Metal Reunion Zine

Blog que reúne notícias referentes a bandas, artistas, eventos, produções, publicações virtuais e impressas, protestos, filmes/documentários e quadrinhos independentes/underground ligados de alguma forma a vertentes da cultura Rock'n'Roll e Heavy Metal do Brasil e também de alguns países que possuem parceiros de distribuição do selo Music Reunion Prod's and Distro e sua divisão Metal Reunion Records.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

VIOLATOR confirmado no Maniacs Metal Meeting!

Rio Negrinho/SC - 09, 10 e 11 de Dezembro, 2016

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Pesquisa Music Reunion

LIVE UNDERGROUND 1 - DATA:10/09/2016 - SALVADOR / BA

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Pesquisa Music Reunion

CERIMONIA MALDITA - ATO 1 - DATA:17/12/2016 - BELO HORIZONTE / MG

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Pesquisa Music Reunion

ARUJÁ METAL FEST - DATA:12/08/2016 - ARUJÁ / SP

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Pesquisa Music Reunion

Teaser DOCUMENTÁRIO: Metal é só pra homem ?


Teaser do DOCUMENTÁRIO: Metal é só pra homem ?

Produção, Direção e Edição: CLINGER CARLOS
Imagens: Clinger Carlos, Vinícius Toledo, Reynaldo Trombini, João Carlos Júnior.

Lançamento: 19/06/2016.

Existe discriminação com as mulheres dentro do Heavy Metal? Quais as atividades as mulheres vêm exercendo dentro da cena? O que é ser uma headbanger para as mulheres?

Estas e outras perguntas foram abordadas no novo documentário dirigido por Clinger Carlos, do canal Webtelevisivo Heavy Metal On Line. O documentário traz depoimentos de figuras ilustres da cena nacional, tais como Mayara Puertas(Torture Squad), Cherry(Nervochaos), Angelica Burns (Hatefullmurder), Cynthia, Angela e Karina da banda de grind core CrotchRot, Isabela Eva(Bella Utopia), Nani(Otacilio Rock Festival), Joyce Vasconcelos (Silent Cry), Thais(Demolition) e ainda as headbangers Mirelle Mei e Mayanna Pinheiro. Temas relevantes são discutidos no decorrer do documentário, temas estes que muitas vezes esclarecem pontos ainda não discutidos por muitos dentro do Heavy Metal no Brasil.

O documentário tem seu conteúdo totalmente voltado ao cenário das bandas de metal do Brasil, não tendo como foco pontos de relevância social que não envolvem a cena underground do Brasil.
Além das entrevistas teremos como destaque cenas do DVD Território Metálico produzido em Brasília, que apresentou duas importantes bandas com mulheres em sua formação, sendo a banda de death metal Valhalla e a banda de black metal Miasthenia. 

O documentário ainda tem o apoio dos festivais Ruídos no Sertão (Poções-BA), Otacílio Rock Festival (Otacílio Costa-SC) e Roça n` Roll (Varginha-MG), onde os principais depoimentos foram coletados. Além do apoio da empresa de imagens aéreas Elevar Geotecnologias que forneceu imagens para a introdução do documentário.


Link

https://www.youtube.com/watch?v=E_K69EZ6bxU

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Pesquisa Music Reunion


Affront: primeiro videoclipe do grupo está disponível


‘Under Siege’, primeiro single e videoclipe do AFFRONT está disponível no canal oficial do grupo no YouTube. Para quem não conhece, esta é a nova banda de integrantes do lendário Unearthly, um dos principais nomes do Black metal sul-americano.

O clipe conta com a produção da renomada produtora CS Music Videos, com direção de Vinicius Dias e M.Mictian, e roteiro por M.Mictian e Edu Nascimentto. Participa ainda a modelo Thais Aguiar.


‘Under Siege’ fará parte de seu primeiro álbum, batizado de ‘Angry Voices’. Para a capa foi convidado ninguém menos que o brasileiro Marcelo Vasco, um dos principais artistas voltados ao Metal na atualidade. Em seu currículo nomes como Slayer, Machine Head e Soulfly.

Como noticiado, AFFRONT é nova banda de Thrash/Death Metal formado pelo fundador e baixista do Unearthly, M. Mictian (que aqui também assume os vocais), e de seu companheiro de banda, o guitarrista R. Rassan. Completando o lineup, o baterista Jedy Najay.

Para ficar por dentro de todas as novidades do AFFRONT, curta e acompanhe a fanpage oficial do grupo: www.facebook.com/affrontmetal/

Fonte: Metal Media

Bad Bebop: gravações do novo álbum estão terminadas!


O primeiro passo para o lançamento do aguardado álbum de estreia do BAD BEBOP foi dado: o grupo finalizou as gravações do trabalho.

A banda registrou o material no estúdio OffBeat com produção do guitarrista Henrique Bertol e assistência de produção está a cargo de Felipe Debiasio. Agora o disco segue para mixagem e masterização.

“Tudo correu de uma forma muito tranqüila dentro dos estúdios, só temos de agradecer ao Felipe Debiasio e ao Institudium pelo suporte. Agora é conter a ansiedade para aguardar o material finalizado em mãos”, comenta o baterista Celso Costa.

O BAD BEBOP é formado por nomes experientes do underground e tem em seu lineup os músicos Celso Costa na bateria, Henrique Bertol na guitarra e Juliano Ribeiro no baixo e vocais.

O primeiro single, ‘Trouble’, está disponível. A música foi gravada por Felipe Debiasio no estúdio Institudium e produzida por Henrique Bertol. A masterização ficou por conta de Neto Grous, da empresa Absolute Master.


Para conferir um pouco da extensão do talento destes músicos, não deixe de conferir a faixa instrumental ‘22’.



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Fonte: Metal Media

Tellus Terror: banda conta um pouco sobre o novo álbum


Depois de impressionar os fãs de boa música com seu Mixed Metal Styles, ou simplesmente MMS, muito se espera do novo disco do TELLUS TERROR, disco este que está sendo composto neste exato momento.

Mas o que podemos esperar de uma banda que não segue regras ou pre determinações para escrever suas músicas? Já que o céu (ou o espaço) é o limite, o vocalista Felipe Borges tenta nos dar uma ideia do que vem por aí:

“Estamos em um caminho muito direto para alcançar o objetivo de terminar de compor o segundo álbum, e já temos 8 músicas (das 12 musicas que o CD terá) adiantadas, e todo o conceito cronológico do álbum já esta montado. Tenho certeza que abordaremos um conceito muito pouco explorado dentro da música extrema, e que como sempre tem a ver com todas as pessoas independente de sua classe, ou religião, ou cor etc…

O novo álbum será muito mais rico musicalmente falando, e com certeza será um digno sucessor do EZ Life DV8, que mostrará claramente o processo evolutivo de uma banda.”

Enquanto o disco novo não vem, confira o novo clipe lançado pelo grupo. A música escolhida é ‘Bloody Vision’, retirada de ‘EZ Life DV8’. Na gravação foi utilizada toda a gigantesca infraestrutura do Tellus Studio e a experiência de uma das principais produtoras de vídeos do Brasil: CS Music Videos. O clipe foi gravado em três “espaços” diferentes: ao vivo no estúdio, com fundo preto e com o famoso chroma key.



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Fonte: Metal Media

Gestos Grosseiros: confira muitas novidades sobre o novo álbum


Os guerreiros do GESTOS GROSSEIROS entram na reta final de gravação de seu novo disco, ‘World’s Hypocrisy’, terceiro da carreira.

Com as guitarras de Kleber finalizadas, a banda parte agora para o estúdio UpTracks, de propriedade da musicista e produtora Mirella Max (guitarrista da banda HellArise). Lá o baterista e vocalista Andy Souza registrará os vocais e também será feita a mixagem do disco.

Depois o álbum parte para a masterização e prensagem. Mais detalhes serão anunciados em breve.

‘World’s Hypocrisy’ contará com oito músicas e sucede diretamente o famigerado ‘Satanchandising’, álbum que colocou o grupo paulista entre as principais e mais queridas formações do Death Metal brazuca.


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Fonte: Metal Media

[maua]: ‘Unsconcience’ disponível em várias plataformas digitais


O debut álbum da banda de Technical Death [MAUA], ‘Unconscience’, está sendo recebido com muito entusiasmo e quem ainda não ouviu, terá outras opções de agora em diante.



O trabalho agora está disponível também nas principais empresas distribuidoras de música digital do mundo todo, nomes famosos como Play Store, Spotify, Amazon, CD Baby e outros estão nesta lista.

Para ouvir ou mesmo adquirir sua cópia digital de ‘Unconscience’, basta ir para sua plataforma digital preferida e fazer uma busca pela banda, ou se preferir, siga um dos links abaixo:

Play Store: https://goo.gl/t4FXAL

‘Uncosncience’ foi gravado nos DR5 Estúdio e Aero Estúdio com produção de Alex Prado Souza e do próprio [MAUA]. Lembrando que a primeira prensagem do disco vem embalada em digipack.

A banda também lançou um videoclipe. A música escolhida é ‘Resist’ e o vídeo foi registrado em uma insana apresentação no evento Trincheira Rock/Metal na cidade de Lagarto/SE por Marcelinho Hora e Luã Hora. A edição ficou a cargo de Júlio Andrade.


Para assistir no Facebook:

Contato: andmaua@msn.com

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Fonte: Metal Media

Cerberus Attack: material antigo reprensado e disponível para venda


Depois da ótima notícia de que a gravação de seu EP, virou a gravação de um álbum, o CERBERUS ATTACK aproveite e relança fisicamente seu material antigo.

Tratam-se da Demo, autointitulada, do EP ‘Welcome to Destruction’ e do Split ‘Cranial Attack’. Todos os discos e também o merchandise do grupo está à venda diretamente com a banda nos shows, por e-mail ou por Facebook.

A banda segue gravando o vindouro álbum no Estúdio V8 com o Denis Gomes que, além de produtor, é vocalista da banda Furia V8. O disco será o sucessor do Split ‘Cranial Attack’, lançado em 2014 ao lado da banda Cranial Crusher.

Ainda em 2014 o CERBERUS ATTACK lançou um videoclipe para a música ‘From This Prision’, assista:



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Metacrose - inTERRORgate - Resenha CD


Metacrose
inTERRORgate
2014

O instinto natural não pode justificar nossa prática? Pergunta ou não, eis que é de se refletir de diversas formas o trecho que há em uma das estrofes na primeira faixa de um dos melhores materiais lançados em 2014. O que podemos logo de cara identificar é um grandioso e altamente técnico Progressive Death Metal feito em primeira linha e colocado de forma organizada, sem audácia e sem exageros, onde ‘’What’s Wrong With Killing’’ surge sem mais e sem menos com linhas de vocais/backings bem rasgadas, ao lado de uma bateria bem encaixada e bem técnica.

Por vezes nos deparamos com bandas que arriscam pôr suas faixas em um vasto tempo de duração, o que vejo por vezes desnecessário e altamente apelativo, e dependendo do gênero, apelativo chega ser apelido, mas se há um ‘tempero forte’ e uma grande ‘cozinha musical’ é nas 10 faixas que ‘inTERRORgate’ traz.  

‘’Tierra Y Libertad’’ é como um grito de guerra e libertação (Literalmente falando) feito com grande teor de sinceridade e profissionalismo, onde tive o maior prazer de cantar bem em meio um público em Fortaleza. O existencialismo sempre foi alvo de grande críticas, e nessa faixa não passa batido, onde permanece levemente arrastada e aos poucos vai se alternando, dando espaço para uma parte mais melancólica e melódica, o chega a deixar um ouvinte mais ‘padrão’ assustado, e lembrando da referência nordestina que é dado em uma brecha entre as alternâncias (A raiz não se deixa de lado jamais).

Quando pensamos que surpresas não surgem mais, em ‘’How Can I Know Who I Am?’’ se abre de forma majestosa acompanhada de um contraste bem básico de bandas que ouvimos diversas vezes, que dessa vez há boas influências de Thrash Metal e boa técnica que misturou não só mais uma vez a referência nordestina mas também dedilhados, que acabam deixando a faixa extendida por pouco mais de 6 minutos.

‘’Are You The Truth’’ e ‘’What Is Established?’’ (Video que conheci a banda há mais ou menos 4 anos atrás) já ficam na medida certa em todos os pontos instrumentais e em duração, repleta de feeling e grande uso dos bumbos na bateria, sem desgastar o ouvido do ouvinte e dar continuidade nas faixas seguintes.

Não seria pra menos ficar curioso em saber o que vem pela frente, que logo de cara há uma grande participação especial, um ser de coração de metal e que inala o teor negro da maldade, José Mojica Marins, vulgo Zé do Caixão, onde também se dá o título da música. Se inicia de forma bem peculiar e interessante, novamente com dedilhados, prosseguindo de instrumentais bruscos e letra bem simples, mas que reflete o mestre de capa preta. Primordial para situações do dia a dia, principalmente no próprio funeral um dia. E se repararem bem, são 6:66 minutos, refletindo mais ainda a identidade da faixa.

Dando um passo mais largo pro lado mais sinfônico, ‘’Interiorem’’ deixa sua marca de 1:07 de forma rica e ritmo contagiante, que logo menos ‘engaja’ com ‘’Just Enough Rope’’, que entra com grande alternância novamente e que não demonstra falhas do Death Metal ríspido que desejaram executar.

Fechando os últimos 10 minutos de faixas, ‘’Why Should He Live?’’ e ‘’Exteriorem’’ não deixa a malícia de alternância de lado, sempre mesclando a técnica com a ‘bruteza’ musical, se apegando diretamente com suas devidas influências equilibradas e satisfatórios timbres, mostrando com gosto o porquê de ter orgulho de bandas nacionais, principalmente nordestinas.

Toda arte levou em conta os detalhes mais precisos e não deixou passar batido a parte interna nas letras e as cores bem colocadas nos seus devidos lugares, com uma ótima leitura nas letras e incríveis desenhos de cada um dos integrantes fazendo com a imagem dos ‘’donos da natureza e ordem humana’’ não passem de sangue e fogo. 

Não dando limitações ao ‘true metal’, Metacrose não brinca em serviço, é genial e surpreendente de ponta a ponta mesmo sendo 100% independente.

Faixas:
1 – What´s Wrong With Killing?
2 – Is This Democracy?
3 – How Can I Know Who I Am?
4 – Are You The Truth?
5 – Whats Is Estabilished?
6 – Zé do Caichão
7 – Interiorem
8 – Just Enough Rope
9 – Why Should He Live?
10 – Exteriorem

Integrantes:
Vinicius Laurindo – Vocais
Israel Rêmora – Guitarras
Thiago Bandeira – Guitarras
Marcos Meireles – Baixo
Deathmetrius Pedrosa – Bateria

Contato para shows: pressrtv1@gmail.com
Sites e redes sociais:

Site oficial
Press kit virtual
Facebook
Youtube

Por Pedro Hewitt

LEPRA revela detalhes do seu novo EP

A banda de Grindcore pernambucana LEPRA, irá lançar ainda no segundo semestre de 2016 o seu segundo EP, que terá o título de 'Carniceiro', e a capa foi desenvolvida por Ruston. 
A banda oportunamente comunica que haverá shows de lançamento e produtores interessados podem entrar em contato. 

Em breve será revelado mais detalhes do EP 'Carniceiro', fiquem ligados!


Fonte
lepra_grind@outlook.com

Syren: confirmado no Maniacs Metal Meeting!


O Maniacs Metal Meeting que acontece em Santa Catarina em dezembro deste ano vem demonstrando que tem tudo para ser uma das principais datas do calendário nacional. Banda-após-banda, o fest vem surpreendendo por um lineup consistente e diversificado, mesclando nomes internacionais, gigantes nacionais e muitos nomes em ascensão em nosso cenário.

Agora foi a vez da produção anunciar o carioca SYREN e sua Locomotiva Metal como mais uma das atrações a se juntar a nomes como Hibria, Krisiun, Vulcano e o estadunidense Hirax.

O Maniacs Metal Meeting será realizado entre os dias 9 e 11 de dezembro, na Fazenda Evaristo, em Rio Negrinho, cidade próxima a Jaraguá do Sul, Pomerode, Balneário Camboriú, Joinville, Blumenau, Itajaí, Ponta Grossa, entre outras. Mais informações e o lineup completo do festival podem ser conferidos pelo link: www.facebook.com/ManiacsMetalMeeting

A Locomotiva mais Metal do Brasil segue compondo novo material e divulgando ‘Motordevil’, lançado em parceria com a Shingami Records, e está disponível para shows em todo o Brasil. Produtores podem entrar em contato direto com o SYREN.

Para comprar o material oficial do grupo, basta entrar em contato diretamente com a banda por e-mail ou Facebook, ou pelo site:www.officialsyren.com


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Fonte: Metal Media

O ANCESTTRAL orgulhosamente anuncia que seu novo álbum, ‘Web Of Lies’ está disponível para venda.


O trabalho, segundo full da carreira do grupo, vem sendo aguardado com muita ansiedade pelos fãs da banda, que desde o lançamento do premiado EP ‘Bloodshed and Violence’ de 2012.

A espera chegou ao fim e ‘Web Of Lies’ já pode ser comprado diretamente com o grupo por e-mail, Facebook e pelo link (com várias opções de pagamento e frete): http://loja.ancesttral.com/

O CD também estará à venda no ROCK NA PORTA, festival que acontece neste domingo com entrada FRANCA na porta da lendária Woodstock Rock Store. O evento começa às 11h e recebe apresentações das bandas Viborah, Statues On Fire, StormSons, King Of Bones e Damage Inc, além claro do ANCESTTRAL.

Todas as informações podem ser conferidas aqui: www.facebook.com/events/1126977104040689/

‘Web Of Lies’ está sendo lançado no Brasil pela renomada Shinigami Records. O disco foi produzido pelo ganhador do Grammy Latino, Paulo Anhaia. Já a capa ficou nas mãos do talentoso guitarrista e designer Leonardo Brito.


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Fonte: Metal Media

Violent Review #6 - Rhestus, Misconducters e Lupus Noctem


Disponível o episódio #06 do programa "Violent Reviews" pela RockTV, que traz em destaque cds dos grupos Rhestus (Thrash Metal de SC), Misconducters (Punk/Metal de Londres/UK, radicado no Brasil há alguns anos) e Lupus Noctem (Black Metal de SP).


Para conferir os episódios anteriores, clique no link abaixo (inscreva-se no canal da RockTV no youtube):


Fonte
Violent Grupo 
violentrecs@grupos.com.br

NervoChaos: novo álbum será gravado na Itália


Um novo monstro está para nascer. O NERVOCHAOS anunciou que entrará em estúdio para o novo álbum. Desta vez a banda gravará o novo disco na Europa.

A banda entra em estúdio no dia 27 deste mês e fica trancada até o dia 28 de agosto. O estúdio escolhido fica na Itália, é de propriedade de Alex Azzali, produtor que já vem trabalhando com o grupo há um tempo e que novamente dirigirá o NERVOCHAOS.

O NERVOCHAOS dividirá conosco todos os detalhes do andamento das gravações. Mais novidades serão anunciadas em breve.

As gravações iniciam logo após a nova turnê europeia que o grupo faz ao lado do INCANTATION, turnê essa que passará por países como Áustria, Itália, França, Bélgica, Holanda, Alemanha e festivais gigantes como Metal Days e Obscene Extreme.


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Fonte: Metal Media

Retaliate: primeira Demo está disponível, confira!


Mais uma grande promessa do Metal Extremo vindo de Santa Cataria acaba de lançar seu primeiro trabalho. Estamos falando do RETALIATE, que promove sua Demo ‘Death Does Not Heal’.

Apesar do nome ainda novo, a banda foi formada em 2015, o RETALIATE tem em sua formação dois músicos que também emprestam seu talento para uma das bandas mais queridas da atual geração do Metal nacional: ZOMBIE COOKBOOK. São eles: Edson “Ed The Dead” Souza e Claudio Ivan “Dr. Freudstein” Wurfel. Completa o lineup o não menos talentosos baixista e vocalista Andrei Ruan de Souza.

A Demo ‘Death Does Not Heal’ foi gravada no Norbah Studio, produzida, mix e master pela própria banda. A capa foi feita pelo Rafael Maia Nicolazzi. O material está disponível para download GRATUITO no Bandcamp do grupo:


O RETALIATE já prepara também um novo trabalho, desta vez o full, e em breve traremos mais novidades sobre o disco.


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Fonte: Metal Media

Sinaya: confira as primeiras informações de sua turnê sul-americana


A SINAYA vem trabalhando firme para alcançar cada vez mais headbangers mundo afora e conseguiu fechar há pouco uma ótima turnê pela América do Sul.

Com datas ainda sendo negociadas, o primeiros shows já foram anunciados e a banda passará pela Bolívia e Peru, neste último em um grande festival com Primal Fear e Rhapsody Of Fire no lineup, mais detalhes serão anunciados em breve.

“É uma oportunidade imensa não só para a banda, mas para mostrarmos mais uma vez a capacidade do Metal nacional pelo nosso continente. Estamos muito felizes em representar o Brasil e mostrar nossa música!”

Mais informações e datas serão anunciadas em breve. Não deixe de acompanhar pelo fabebook oficial do grupo: www.facebook.com/sinayaofficial

ATENÇÃO: Lembrando que a SINAYA precisa da ajuda de todos para conseguir fundos para esta viagem. Todos sabemos que não é fácil levar uma banda no Brasil e as meninas contam com a ajudar de todos que puderem participar de seu FINANCIAMENTO COLETIVO que acabam de lançar.

Vale salientar que não é uma doação. Toda cota adquirida será paga com um prêmio (que depende do valor investido), ou seja, você ajuda a banda, ajuda o Metal nacional a continuar expandindo e ainda recebe uma recompensa.

Para ajudar com qualquer um dos valores disponíveis na página, visite: https://www.catarse.me/sinayasudamerica


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Fonte: Metal Media

Creptum: músico do Desdominus/Thy Light participa do novo álbum


O novo trabalho do CREPTUM, o álbum ‘of lies, curses and blood’, contará com a participação especial de um grande nome do Metal extremo nacional.

Será o músico multi-instrumentista Paolo Bruno, conhecido especialmente pelo seu trabalho com o Desdominus e com o Thy Light. No disco, o músico participará com um solo de guitarra na música “An Inevitable End”

“Além da amizade de longa data somos admiradores do trabalho do Paolo há muito tempo. Todos sabem que ele é um guitarrista extraordinário e um dos mais influentes músicos no DSBM mundo afora com o Thy Light, por isso a idéia do convite. “An Inevitable End” foi composta com uma pegada diferente do que o Creptum vem apresentando até então, muito mais densa e abordando temas como a depressão, desgosto pela própria vida e suicídio. Vimos que ele teria muito o que contribuir e o resultado foi espetacular. É uma honra para nós, em nosso primeiro full, poder contar com uma parceria como esta.”

‘of lies, curses and blood’ é o primeiro álbum completo do CREPTUM e será lançado pela Mutilation Records.

O álbum foi gravado no estúdio Ponto Zero (Santo André/SP) e produzido por Eric Cavalcante (Deimous Nefus), também guitarrista da banda, já a capa ficou nas mãos do vocalista Raphael Grizilli (Tanatos). A masterização ficou sob responsabilidade do engenheiro Neto Grous, da Absolute Master.


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Uganga: [...]Você precisa levar a sua música no coração e na sua atitude, em especial no meio do rock pesado [...] - Entrevista

Uganga é mais uma banda do Triângulo Mineiro. E essa mesma para os que não conhecem executa um Thrash/Hardcore repleto de conteúdo que vaga das raízes da grande árvore até a última folha. Com 4 materiais full no currículo eles gravaram recentemente mais um material de insana qualidade, intitulado de ''OPRESSOR'', a seguir os integrantes falam um pouco sobre isso e muito mais.

Metal Reunion Zine. É mais que um prazer, é um orgulho fazer parte da história do Uganga executando essa entrevista para fins de apoio e movimentação de divulgação. O Uganga é uma banda que nos surpreende em cada material, entre um e outro vemos a extensão técnica que é a marca registrada de vocês, expressões reflexivas e um caráter que muitas bandas não se adequam. Em ''Opressor'' percebi um 'salto' bem mais elevado do que foi executado em ''Vol.3 Caos Carma Conceito', como se deu a idéia de criar um full-lenght dessa forma?

Manu “Joker” Henriques: Salve Pedro! Estamos muito felizes com a recepção que o “Opressor” está recebendo, tanto de público quanto crítica. Trabalhamos duro na pré-produção desse álbum e chegamos no estúdio 100% prontos para dar nosso melhor. Ainda acho “Vol. 03...” um excelente álbum, mas concordo que fomos além no novo disco. O que te digo com certeza é que a cada trabalho iremos buscar nos superar, sempre.

Metal Reunion Zine. Vários frutos foram colhidos devido os 4 álbuns, não foi a toa que atravessaram o oceano para mostrar o som de vocês aos gringos (E olha que agradar eles não é fácil, creio eu que para vocês não houve tanta dificuldade). Na humilde opinião de vocês, como percebem a inserção de mais um disco no cenário nacional? Aliás, como vocês olham o mercado musical para as bandas que estão crescendo aos poucos?
Marco Henriques: O mercado de som pesado nunca foi fácil, o espaço é restrito e a quantidade de boas bandas é grande. Mas as coisas têm melhorado. Bons festivais acontecendo, selos fazendo um bom trabalho de divulgação, assessoria de imprensa especializada, como a Som do Darma que trabalha com o Uganga. Enfim, a coisa já foi pior (risos). Mas ainda achamos de extrema importância não se limitar ao mercado digital e ter sempre um material físico legal, um merchandise de qualidade e um bom trabalho de divulgação.

Metal Reunion Zine.Ainda sobre o ''Opressor'', muitas bandas ficam com medo de fazer uma 'continuação' de um material ou executar um som que 'espante' o público. Não sei se vocês arriscaram ou fizeram um estudo bem amplo para produzirem materiais assim, e principalmente em português. Normalmente faço a mesma pergunta com outras bandas, e com vocês não pode sair em branco. 
Qual importância do português hoje em dia no underground?

Manu : Eu comecei tocando em bandas que escreviam em inglês, mas de 1993 pra cá passei a me ligar mais em escrever na nossa língua, e sigo assim desde então. Acho que a ideia fica mais clara, em especial no caso do Uganga, que é papo reto na linguagem das ruas mesmo. Respeito tanto as bandas que optam por uma língua quanto pela outra, o que importa é ter qualidade e verdade. No nosso caso nossa opção é o português desde o início e estou convencido que as barreiras hoje já não são tantas como há tempos atrás. Rodamos a Europa cantando assim, na nossa língua, e tocamos ao lado de bandas que cantavam em Polonês
(Terrordome), Alemão (Macbeth), entre outras. Sempre fomos bem recebidos e eu explico do que se tratam as letras.

Metal Reunion Zine.Por isso mais um material 99% em português? Já pensaram em algo somente em inglês? Ou continuarão na mesma linha?

Manu: Sim, como disse, essa é a nossa cara. Pro Uganga é assim que rola. No “Opressor” teve o cover do Vulcano onde mantivemos a versão original em inglês, mas de resto creio que seguiremos cantando na nossa língua mesmo. Já pensei em escrever algo em espanhol também e creio que vá rolar no futuro. Agora um álbum todo em inglês? Creio que não, mas uma música quem sabe? Nunca diga nunca (risos)!

Metal Reunion Zine.Uma coisa novamente me chama a atenção, é a capacidade de mesclar a identidade urbana com a possibilidade de ser Thrashcore (Obs: Existem bandas boas que sabem fazer isso, existem outras que possuem um trabalho razoável, e tem vocês, que estão no meu TOP 3 das bandas que mais souberam mesclar o assunto perfeitamente) sem precisar apelar aos aspectos mesquinhos e massivos que me deixa abusado de ouvir. Manu, você é um real filósofo nas letras, de onde tira tanta ideia? De que forma deixa elas totalmente organizadas e fazendo com que não se tornem chatas? Eu particularmente repeti ''Moleque de Pedra'' e ''Estranhas do Sol'' na primeira vez que ouvi 15 vezes pra mais, atualmente perco as contas disso muito rápido.

Manu: (Risos) Que massa, mano! Várias pessoas têm elogiado as letras do novo álbum e isso nos deixa muito satisfeitos! Como letrista da banda, posso dizer que o que me motiva é o que está a minha volta ou dentro da minha cabeça (risos). Escrevo sobre o que sinto, o que me faz bem ou revolta. Também gosto de escrever sobre história, como na faixa “O Campo”, mas sempre na minha ótica e nunca soando panfletário ou senhor da verdade. Sou só mais um tentando se encontrar nesse mundo louco.

Metal Reunion Zine.Um salve ao grande Juarez Távora (Scourge - Assim que adquirir o ''Hate Metal'' faço uma matéria com vocês também!). Como se deu essa grandiosa ideia de o chamar para usar os urrados vocais? Não imaginava como iria ficar em alto nível a junção de Thrashcore com Death Metal, a última vez que vi algo tão bom foi a faixa ''Extinção em Massa'' (Krisun - The Great Execution, participação especial de João Gordo).

Manu: O Juarez, vulgo “Tibanha” é um grande amigo. Nos conhecemos por volta de 1987 e desde então temos uma amizade forte e verdadeira. O cara é um guerreiro, um autêntico metalhead e uma excelente pessoa. Não teria melhor escolha para esse som, ficou brutal! Escrevi essa letra com o Tito (Seu Juvenal) já pensando em tê-lo como convidado, pra mim é a música mais old school do álbum e com certeza teremos mais parcerias juntos. Um típico metal mineiro (risos). Eu inclusive fiz backing vocals em quase todos os sons do novo cd do Scourge, “Hate Metal”. Tá tudo em casa.

Com leais a boas histórias de viagens, o que tiraram de tanta influência quando passaram pela Europa? Tem algo guardado para nós? ''O Campo'' foi uma surpresa, fruto de uma boa pesquisa, conte-nos mais.
Manu: Cara, a estrada ensina e te faz passar por coisas que nunca mais vai esquecer. Já rodamos há um bom tempo aqui e lá fora e cada vez ficamos mais experientes, sabendo evitar o que traz desgaste e focando no que faz bem (risos). A cada dia um local diferente, uma nova língua, uma nova cultura isso é muito legal. Particularmente procuro absorver o máximo dessa
diversidade ao invés de ficar no hotel de ressaca (risos). A ideia de “O Campo” surgiu durante nossa primeira tour européia. Após o show da Cracóvia (Polônia) fomos visitar o campo de Auschwitz/Birkenau e é algo realmente impressionante e de arrepiar. Eu sou um estudioso da Segunda Guerra, leio muito sobre o assunto e sobre os grandes conflitos da humanidade de maneira geral. Poder estar em lugares como aquele é muito impactante, algo que te marca pra sempre. Digamos que me senti obviamente revoltado com tudo o que vi lá, mas feliz por ter tido a chance de visitar aquele lugar onde, 70 anos atrás, a história foi escrita com sangue. Toda e qualquer forma de preconceito racial tenha minha completa repulsa e Auschwitz está lá pra nos lembrar do quão baixo podemos descer enquanto seres humanos.

Metal Reunion Zine.Porque optam tanto por participações especiais? Em ''Opressor'' tem menos do que no ''Vol.3...'', ou é impressão minha?

Manu: Participações são legais, trazem um tempero extra pras músicas, mas no nosso caso precisa ter uma parceria real para chamarmos uma pessoa para atuar em algum som do Uganga, seja cantando, tocando ou escrevendo. Sempre foi assim, amigos fazendo música com agente, tipo o X (Câmbio Negro), Zacca (Seu Juvenal), Eremita ou Dino Black, todos camaradas. Você está certo quanto ao novo álbum, no “Opressor” foram menos convidados, pois isso é algo que sentimos e não necessidade, depende do momento e do material. Dessa vez tivemos Murillo Leite (Genocídio) e Ralf Klein (Macbeth – Alemanha) tocando guitarra em “Who Are The True?” (cover Vulcano), o Juarez em “Moleque de Pedra”, nosso produtor Gustavo Vazquez tocando teclado em alguns sons e amigos das bandas Hellbenders e Mugo fazendo uns coros. Na parte das letras dessa vez tive, como disse, a ajuda do Tito (Seu Juvenal) em “Moleque De Pedra”, do Marco em “Casa” e do nosso manager Eliton Tomasi na faixa título.

Metal Reunion Zine.O 1% que completa os 100% do disco é inglês, um som cedido pela Cogumelo Records, a pegada de vocês beirou a perfeição. Porque justo ela?
Manu: Muito obrigado pelo elogio, mano! Escolhemos esse som por duas razões, somos muito fâs do Vulcano e essa letra é muito atual. Um foda-se pra esses falastrões do metal que ficam atrás do computador falando merda (risos). O melhor de tudo foi ter nossa versão elogiada pelos caras do Vulcano. Isso não tem preço cara!

Metal Reunion Zine.Na capa em cada parte há um detalhe a observar. Perfeita aos meus olhos, vejo terror, ganância, perigo, armamento de fogo, terras quentes que enfrentamos todo dia, religião, devastação ao fundo, etc, etc, etc, muitos detalhes... Quem e o grande Beto Andrade? Como foi se aliar a ele? Vocês escolheram a arte pré-feita ou foram dando ideias a ele até chegar ao resultado que vemos?

Manu: O Marco cuidou das artes da banda desde o segundo cd (Na Trilha Do Homem De Bem – 2005) mas dessa vez quando conversamos sobre o conceito ele deu a ideia de usarmos o Beto pra capa, pois ele já tinha feito uma arte pra camiseta do Uganga e gostamos bastante. Passei pra ele a ideia do título e o que imaginava e ele mandou bala. Depois de alguns esboços ele chegou onde queríamos, gosto muito do estilo dele mais HQ. O Marco ficou com o encarte e novamente fez outro belo trabalho.

Marco: O Beto é um ilustrador mineiro que conheci através da Incêndio, minha marca de roupas. Ele fez nossa primeira coleção de camisetas e curti muito seu trabalho. Daí pra frente foram várias parcerias dentro da marca e a coisa se estendeu pra banda. Acho que o resultado foi fantástico, retratou bem o conceito do “Opressor” e nós ficamos muito satisfeitos.
A Som do Darma faz o sangue correr pelas veias da banda (Um salve a Susi e Eliton, obrigado pela paciência e confiança), o trabalho deles é de alto renome, então, podemos esperar uma tour pelo Nordeste? Fazendo o possível para ajudar no que for para que vocês se apresentem aqui em Teresina. Se eu tivesse grana o suficiente traria na raça mesmo, mas passagem de avião mata nossos bolsos cidadãos.

Marco: Nem me fala cara, temos muita vontade de ir pro Nordeste! Já rolaram alguns convites, mas infelizmente nunca se concretizou. Mas com certeza vai rolar em breve. Nosso país é muito grande, o retorno em shows de som independente não é dos maiores e isso acaba dificultando a ida para lugares mais distantes. Mas, junto com a Som do Darma e com nosso selo Sapólio Radio, estamos correndo pra que aconteça logo. Sempre ouvimos boas histórias do Nordeste, que o público metal é insano. Então não vemos a hora de mostrar nosso Thrashcore por aí!

Metal Reunion ZineComo andam as bandas daí? Fazendo muitos shows? O que vocês têm a dizer sobre o cenário ao redor de cada um? E no Brasil? Quais os tipos de bandas na atualidade que merecem ser entendidas como Undergrounds e 'médias', e aquelas que, na opinião sensata de vocês, claro, não merecem ser?

Manu: Cara, a cena do Triângulo está num momento legal. Temos bandas excelentes aqui, de vários estilos, tem um público legal e locais para tocar. Ainda rola o lance de se valorizar mais banda cover que autoral, mas está melhorando. Temos selos, publicações, casas de shows, produtoras, marcas de roupa, acho que o momento é legal. De maneira geral acho que a cena nacional está numa fase boa, mas particularmente vejo mais força no interior do que nas capitais. Sobre merecimento, acho uma questão muito pessoal, mas, falando por mim, respeito as bandas que fazem seu corre com verdade sem usar de intrigas ou panelas pra aparecer.

Metal Reunion ZineO que vocês acham dessa galera que faz sucesso muito rápido hoje em dia, isto é, sobre o mercado musical? E desses movimentos em prol ao rock atuais, como coletivos, etc…?

Marco: Sempre vão haver bandas e artistas moldados e criados para o sucesso, apesar de nem todos darem certo. E claro, tem boas bandas que aparecem, crescem rápido e nem por isso são ruins. Mas eu prefiro ficar com quem faz a coisa com sinceridade e de coração. Sobre os Coletivos, vejo como algo que sempre rolou e evoluiu um pouco, que é um grupo de amigos juntando forças pra fazer algo. Houve um boom desse termo, apareceram vários coletivos, muita gente começou a "viver" disso. Mas assim como as bandas, ocorreu a mesma coisa: quem fazia a parada de coração e porque gostava mesmo, continuou, os demais já sumiram.

Metal Reunion Zine.Qual a diferença entre ser um músico ''profissional'' que toca metal, hardcore, e ser um headbanger que toca metal?

Manu: Acho que isso tudo se funde. Você precisa levar a sua música no coração e na sua atitude, em especial no meio do rock pesado. Toco metal e hardcore pois é parte de quem sou, não importa se isso vai me dar grana ou não. Agora fazemos isso sério, de maneira compromissada pra não ser “só mais um na multidão”. Não estou em banda há mais de 25 anos pra tocar em churrasco de fim de semana (risos).

Metal Reunion Zine. Considerações finais? O campo de guerra cessa fogo em grande vitoria de tão bela que ficou essa entrevista. Agradeço de coração o tempo destinado para responder essas perguntas. Nos vemos por ai; Abraço forte para cada um e que o Thrashcore jamais pare.
Marco: Valeu pelo espaço! Uganga manda um salve pro Nordeste e prometemos aparecer por aí em breve pra quebrar tudo com vocês. Para mais infos sobre a banda, acesse: www.uganga.com.br, e pra comprar nosso merch: www.ugangastore.tanlup.com
Manu: Salve Pedro e toda a crew! A gente se vê na estrada, pax! 


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Por Pedro Hewitt