Metal Reunion Zine

Blogzine fundado em 2008. Reúne notícias referentes a bandas, artistas, eventos, produções, publicações virtuais e impressas, protestos, filmes/documentários, fotografia, artes plásticas e quadrinhos independentes/underground ligados de alguma forma a vertentes da cultura Rock'n'Roll e Heavy Metal do Brasil e também de alguns países que possuem parceiros de distribuição do selo Music Reunion Prod's and Distro e sua divisão Metal Reunion Records.



domingo, 28 de fevereiro de 2021

Informativo #08 Editora Merda na Mão - Fevereiro 2021

 
MERDA NA MÃO

Publicando os impublicáveis

 FEVEREIRO/2021

 Muita coisa aconteceu desde nosso último informativo. As dificuldades só multiplicaram e as barreiras não pararam de se erguer tanto no campo pessoal d@s guerreir@s que compõem o projeto, quanto no do corre com o próprio projeto.

 Mas como desistir não é uma possibilidade e ficar parado não ajuda em nada, eis que continuamos na luta.

 Lançamentos:

 - O Reboco Caído 58 já saiu e já estamos preparando o próximo. Para quem não viu, a versão digital está disponível de forma gratuita em nossos canais e ainda temos versões impressas disponíveis.

 - O tão esperado Cavidade está na pista e valeu a pena esperar. Um livro impresso, pesado e direto, como já sabíamos que seria. Quem não conhece a obra do Alexandre Mendes, a hora é essa. Aproveite enquanto ainda temos exemplares disponíveis.

 - Desde o último informativo saíram novos exemplares do AAAHHrte zine digital. O material continua registrando o que rola no submundo criativo e pode ser encontrado em nossos canais.

- O  Manifesto contra a burrice generalizada da década de 20, de Fabio da Silva Barbosa, foi idealizado com uma proposta, mas no decorrer da coisa foi tomando outros caminhos, como normalmente acontece com as obras do autor. Para quem quiser conferir mais este lançamento digital da Editora Merda na Mão, é só dar aquele confere em nossos canais.

 - Próximos lançamentos:

 Nosso próximo lançamento, que já está na agulha para sair, será a Renovaceno, do Ciperpajé.

 Como já foi dito, temos mais um Reboco Caído vindo a luz (ou a escuridão?)

 O Filósofo da Maconha está chegando em sua fase final de construção e promete ser.... Pura merda na mão.

 Fábrica de Cadáveres será o próximo livro de Fabio da Silva Barbosa ajorrar... Adivinha por onde... Isso mesmo. Editora Merda na Mão

 E ainda tem a HQ XXI...

 E ainda tem....

https://editoramerdanamao.blogspot.com/2021/01/hq-russa-gazelle-of-death-na-editora.html

 Vai vendo

 - Abortos e atrasos:

 O projeto do Selo ColetiveArts foi suspenso devido a algumas divergencias de pensamentos e desentendimentos normais em qualquer relação... Afinal... O ser humano é uma merda... Juntou mais de um então... , mas novas ideias virão.

 O Sick Skrean, de Flávio Freitas, irá demorar um pouco mais que o previsto para ser lançado, mas a editora continua com a obra na listagem dos lançamentos a saírem pela Merda na Mão.

 Foda-se

 Vamos nessa

 Apoio Cultural:

 - Já está rolando nova edição do Apoio Cultural. É só clicar no link e conferir https://editoramerdanamao.blogspot.com/2021/01/apoio-cultural.html

 Sua participação é fundamental

 EMNM apóia:

 - A campanha para ajudar nosso companheiro, poeta e professor (entre outras coisas mais) Rojefferson Moraes. Participando ativamente da luta contra a COVID no Amazonas, acabou por contrair a doença e está precisando da nossa solidariedade. Maiores informações no link https://editoramerdanamao.blogspot.com/2021/02/repassando-apoio-total.html

 Canal do Youtubo:

- Nosso Canal do youtubo digestivo está cheio e não é prisão de ventre. Pelo contrário. Está saindo como diarréia. Tem o festival, novos programas, intervenções, material exclusivo da turnê do ARD, o primeiro Contra Mão Musical depois da pausa para descanso do incansável Zé Júlio (contando com a presença do Beralto – Fanzinoteca Macaé)...  Dá uma olhada lá e confere

 https://www.youtube.com/c/EditoraMerdanaM%C3%A3o/videos

 - O Deu Merda não conta mais com a mesma periodicidade, mas isso faz parte daquele processo que falei lá em cima. Tá rolando, mas a moda louco. Tá bom assim também. Logo organizaremos o barraco.

Cadaveric Noise Bibliothec:

 - Quem estava acompanhando deve ter reparado que nossas atualizações pararam. Mas vão voltar. Também faz parte deste período de caos intenso e inferno astral. Mas aproveitem e vão se atualizando no que ainda não passaram os olhos. Muito material inflamável por lá.

 Novidades Novas:

 - Entre as novidades que estão chegando podemos destacar o programa ALELUIA NUNCA MAIS – a trilha sonora do fim do mundo, que irá ao ar pela rádio digital Rádio Rota 220 https://zeno.fm/radiorota-220/  . Um espaço para quem quiser respirar livre das malditas caixas rotuláveis. Totalmente dedicado a quem não se acomoda. E a felicidade? E as boas vibrações? Hahahahahaha... Um brinde aos debochados.

 - Outra seria nosso PodreCast que já tem a primeira publicação https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy80NDk2MzcyMC9wb2RjYXN0L3Jzcw

 - E para finalizar, o mano Artur está preparando um super portal para otimizar ainda mais a comunicação com nossos leitores.

 Colaboradores:

- A Editora Merda na Mão precisa de colaboradores na área de áudio-visual, edição de livros, redes sociais... Pra tudo. Se você sabe fazer alguma coisa e quer participar dessa viagem, chega junto. Não é uma vaga de emprego, é um chamado para os loucos. Muito trabalho e nenhuma remuneração além de estar compartilhando da caminhada.

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 Nossas redes:

 https://twitter.com/MerdaMao

 https://editoramerdanamao.blogspot.com/

 https://www.instagram.com/editoramerdanamao/

 https://www.youtube.com/channel/UCuvlS7xNw31Y-MsSMPw5izA/videos

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Para conferir nossas publicações:

 Issu:

 https://issuu.com/editoramerdanamao

CadavericNoiseBibliothec:

http://www.murder-records.com/446506822

 ZinetecaDigital Colaborativa:

 https://drive.google.com/drive/folders/1E7gPUJ8pyVQ5pBBO4pzrTCFbRG1nc6jp

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 Para receber nosso informativo via e-mail assim que sair, entre em contato e solicite fazer parte da nossa lista negra.

 Daí é só aguardar que vai começar a chover merda pra você. Um prato cheio pra quem gosta

 editoramerdanamao@gmail.com

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Agradecendo a todos aqueles que estão chegando junto e fortalecendo a proposta.

Agradecimentos especiais ao Metal Reunion (https://metalreunionzine.blogspot.com/ ), Murder Records (http://www.murder-records.com/ ), Fanzinoteca de Macaé,  Zinerman e a sua ZineHouse, ao Do Próprio Bolso (http://www.dopropriobolso.com.br/ ),  Arrepio Produções (https://www.arrepioproducoes.com.br/), Zé Júlio, Ktarse - RAP Combativo, ao Feira Moderna Zine (https://www.feiramodernazine.com/ ) e a Noise Red (https://noisered.wordpress.com/ ) .

Um grande foda-se aos parasitas e chatos de plantão.

Antes de vir tentar nos convencer/converter, fique já com nosso vai se foder.

É o info EMNM voltando mais imundo que nunca.

Fonte

elkhouriartes@gmail.com 

Dona Mag lança versão acústica de "Do Sujo Ao Correto"


A banda curitibana Dona Mag lançou esta semana uma releitura acústica da música “Do Sujo Ao Correto”, uma das mais reconhecidas de seu repertório. A versão da canção está disponível exclusivamente no canal do YouTube do quarteto rock’n’roll.

https://www.youtube.com/watch?v=MqgATKUpT5o

Dona Mag

Do sonho em comum entre quatro amigos de serem rock stars, surgiu a Dona Mag, uma banda de Curitiba de rock’n’roll, nascida em 2002. O projeto tomou forma e amadureceu. Atualmente, o grupo é formado por Rui Ventura (vocal), Osíris de Mico (guitarra), Alex Magrão (baixo) e Camilo Parizotto (bateria).

O primeiro álbum da banda, Magna Carta, conta com 10 faixas autorais, incluindo os sucessos “Litro de Rum” e “Do Sujo ao Correto”, com alta rotatividade nas grandes rádios de Curitiba e região. Outro destaque do trabalho é “Depois de Amanhã”, música que possui videoclipe no YouTube.

Em seu repertório ao vivo, a banda também apresenta tributos a grandes nomes do rock nacional e internacional, como Bon Jovi, Deep Purple, Judas Priest, Ramones, Kiss, Metallica, Raimundos, Matanza, entre tantos outros.

Ouça

https://open.spotify.com/artist/4r4w8hSCzHpAD3S8yZP9TI

https://itunes.apple.com/br/album/magna-carta/id1153240657

https://www.deezer.com/en/artist/10999334

 Informações

http://www.donamag.com/

https://www.facebook.com/donamag

https://www.instagram.com/donamagrock/

Formação

Rui Ventura – Vocal

Osiris de Mico – Guitarra

Alex Magrão – Baixo

Camilo Parizotto – Bateria

Contato:  donamag@donamag.com

Fonte

Kenia Cordeiro

info.acessomusic@gmail.com

Sangre - Lançamento oficial do clipe de Created In Hate

 
"Created In Hate" track lançada no ano passado pelo Sangre ganha peso no videoclipe produzido por X Tudo Obze, da Caxão Produtora.

O Roteiro foi todo elaborado pela banda, buscando mostrar como todos nós vivemos no limite da vida real e principalmente em nossas imaginações.

"Deixamos explícito nesta música que uma criação baseada em ódio só gera mais ódio! Contra os outros e contra você mesmo" relata Ian Arcas

Link e clipe abaixo:

https://youtu.be/LjjjurCIGu0


Para saber mais sobre o Sangre acesso:

Facebook: https://www.facebook.com/SangreBR/

Instagram: https://www.instagram.com/sangrebr

Fonte: Trauma Agency

A Voz da Mulher: workshop e masterclass voltados às mulheres acontecem em março

Atividades são organizadas pelas vocalistas Tati Klingel e Ana Carla de Carli

As cantoras Tati Klingel e Ana Carla de Carli realizarão uma série de workshops voltados ao ensino da técnica vocal às mulheres, durante o mês de março, o mês da mulher. As artistas também ministrarão uma masterclass, que atende tanto iniciantes quanto quem já tem alguma experiência com o canto.

Os três workshops acontecem nos dias 05, 19 e 26 de março, às sextas. Entre os temas abordados estão: a versatilidade da voz, o estilo crossover, semelhanças e diferenças na técnica de voz clean e guturais/drives (distorção de voz), a saúde da mulher nas diversas idades, como o ciclo menstrual pode afetar a voz, o apoio de voz e a musculatura pélvica, consequências da gravidez na voz, os efeitos dos hormônios na voz. Estas atividades serão gratuitas, sempre às 20 horas, no canal www.youtube.com/LVNAartfest  .

A série de masterclass também conta com três aulas, nos dias 07, 21 e 28 de março, aos domingos. Serão abordados temas com demonstração e aplicação de exercícios para respiração, registros vocais, ressonância da voz, voz clean e distorções, identidade vocal. Cada aula dura 4 horas, e acontecem das 14h às 18h. O investimento é de R$ 120.

A inscrição para as atividades pode ser feita em https://qrco.de/bbvdnz  ou QR Code.

Para maiores informações, contate: workshopavozdamulher@gmail.com

Programação

Confira a programação dos workshops – às sextas, 20 horas:

• 05/03 - O que é preciso para ser Crossover? (crossover é quando a cantora necessita transitar entre estilos de músicas diferentes e conseguir executar as diversas técnicas).

• 19/03 - Vocais Clean x Vocais Extremos (Semelhanças técnicas).

• 26/03 - O canto e a saúde da mulher (Por que a voz fica estranha no período pré menstrual e qual a influência dos hormônios na voz? A mudança da voz da adolescência à idade adulta e os efeitos da menopausa na voz. A gravidez e a musculatura pélvica e como o canto pode ajudar na recuperação).



As instrutoras

A carreira de Tati Klingel como vocalista de metal extremo começou há cerca de 15 anos, quando integrou o Diagora, grupo de tributo ao Arch Enemy. Posteriormente, a cantora, que cursa música na UFPR, teve marcante presença na lenda do thrash metal Mercy Killing, com a qual gravou o álbum Euthanasia, de 2015.

Atualmente integra a Hokmoth, que lançou em 2019 o EP Neophytvs. Outra banda que Tati faz parte é a Divine Pain, de Danilo Coimbra (Malefactor), com quem gravou o single – e compôs a letra - “Scarlet”.

 

Tati dá aulas de vocal há oito anos, com o projeto A Arte de Berrar, se tornando uma referência nacional sobre as técnicas de canto agressivo. Além do acompanhamento dos aprendizes na parte musical, Tati presta assessoria para o crescimento dos alunos como artistas em cima do palco.

Vocalista da banda de metal Dark Valley, Ana Carla de Carli é cantora crossover, compositora e produtora fonográfica independente. Cursou Canto Erudito na UFRGS, e desenvolveu sua experiência com licenciatura ainda na universidade. Lançou versões piano & voz de grandes clássicos da música com novos arranjos vocais (ABBA, Elton John), disponíveis em todas as plataformas digitais.

Na linha acadêmica erudita, Ana Carla desenvolve estudos e apresentações sobre o repertório de mulheres compositoras, do período barroco até às óperas atuais. Ela idealizou e apresentou o sarau “Die Blumen, Die Lieder”, cantando obras do romantismo alemão acompanhadas de reflexões filosóficas do período.

Conheça as instrutoras

www.anacarladecarli.com.br

www.tatiklingel.com

Fonte

Clovis Roman

Jornalista/Escritor/Fotógrafo



Centro da Terra divulga álbum masterizado na Abbey Road



Power Trio lança álbum homônimo em diversos formatos

O power trio Centro da Terra está divulgando seu terceiro álbum, lançado em formatos especiais. O trabalho, que leva o mesmo nome da banda, apresenta o “ritual elétrico” característico do trio, em um amálgama de influências que cria uma sonoridade e experiência única. O trabalho foi masterizado em um dos estúdios mais lendários do mundo, o Abbey Road em Londres, consagrado pelos Beatles, o estúdio está gravado na história por ter produzido grande parte dos maiores nomes da música internacional.

Uma edição expandida em formato box reúne CD e DVD com show ao vivo e documentário que mostra a cena independente de música autoral no Brasil atual. O álbum também está disponível na versão em vinil, em um trabalho artístico que complementa o som inspirador do trio. A arte visual, obra de Paulo Motta, se expande no vinil e remete aos tempos em que o LP era a maneira mais difundida de se distribuir música.

Link para a compra do material: https://linktr.ee/Centrodaterravinil

O trabalho em todos seus formatos foi viabilizado por meio de uma campanha de financiamento coletivo, que ultrapassou a meta estabelecida, o que mostra a força do Centro da Terra como representante ascendente do rock'n'roll nacional.

Histórico

Formado em 2010, o Centro da Terra já rodou mais de 200 mil quilômetros por todo o país, a bordo da kombi "Chibaba", tocando em festivais e casas noturnas conceituadas na cena brasileira entre eles diversos Sescs, Crossroads (Paraná), Pira Rural (Rio Grande do Sul) , Aldeia Rock Festival (Rio de Janeiro), incluindo várias passagens pelo Psicodália (Santa Catarina), festival que movimenta a cena artística do Brasil, a banda fez parte das atrações "psicodalianas" por quatro anos consecutivos tocando ao lado de grandes nomes da música nacional e internacional, como Ian Anderson (Jethro Tull) , Steppenwolf, Arnaldo Baptista, Almir Sater, entre outros. A banda contabiliza mais de 1200 shows em seu currículo por todo território nacional.

Com o blues funky de Fred Pala (guitarra e vocal) aperfeiçoado nas ruas da Europa, o rock'n'roll progressivo de Zeca Mustang (baixo e backing vocal) e o jazz fusion inovador de Guilherme Pala (bateria), o power trio Centro da Terra traz à tona a espiritualidade e eleva o ser à paz e ao amor. Por meio da música e da poesia, o grupo de São José do Rio Preto (São Paulo) eleva sua obra a uma forma de meditação ativa, utilizando de improvisos e misturas de ritmos sonoros brasileiros como bossa nova e baião, e estrangeiros, como jazz e blues. Os irmãos Pala classificam o estilo do conjunto como “Ritual Elétrico”.

Além das composições próprias, a banda realiza um trabalho de resgate do rock setentista nacional, mantendo vivo o som de grandes nomes como Som Nosso de Cada Dia, A Bolha, Casa das Máquinas, Perfume Azul do Sol, A Chave, entre outros, com releituras audaciosas e muito improviso.

O trabalho do Centro da Terra transcende a barreira musical. Une-se a isto uma dose mística direcionada a paz interior. A fusão do elétrico com o espiritual resulta em uma experiência única.

Discografia

2012 - Ritual Elétrico

2014 - Tarde no Quintal

2018 - Centro da Terra (CD/DVD/LP)

 

Informações

https://www.instagram.com/centrodaterrapowertrio/

https://soundcloud.com/centro-da-terra

https://www.youtube.com/CentroDaTerraTrio

https://www.facebook.com/centrodaterrapowertrio

Formação

Fred Pala – guitarra, vocal

Guilherme Pala - bateria

Zeca Mustang – baixo e vocal

Vídeos

Autoral

Filho da Luz

https://www.youtube.com/watch?v=-OseXzkH8iU

 

Olhando ao redor

https://www.youtube.com/watch?v=JNoE6Cnbu8Q

Nada Sei ou Sei Lá

https://www.youtube.com/watch?v=iiPOyoTEYlE


Tributos

Hey Joe (Jimi Hendrix)

https://www.youtube.com/watch?v=QVODHvrnMjo

Dr. Medo (Casa das Máquinas)

https://www.youtube.com/watch?v=Zu2E8qdcYmQ

Wring that Neck (Deep Purple)

https://www.youtube.com/watch?v=LnIhEZA0DYM

Fonte

Clovis Roman

Jornalista/Escritor/Fotógrafo

ANGEL OF CEMETERY RECORDS: MORBID PERVERSION Merchandise disponível

 
Merchandise oficial e limitada da MORBID PERVERSION via ANGEL OF CEMETERY RECORDS:

* Bandeira: 1.20 (altura / height) x 0.80 (largura / width)

* "Rites of Lust and Blasphemy" (TAPE / MC) with/com ‘Live Bonus Tracks’

* Booklet / livreto

* Pôster / Poster (tamanho A3 / A3 size)

* Flyers...

 VALOR: R$ 100,00 (POSTAGEM INCLUSA PARA QUALQUER LUGAR DO BRASIL)

*** DISPONÍVEL / AVAILABLE ***

 *** SUPPORT  PRIMITIVE ART ***

 ANGEL OF CEMETERY RECORDS

c/o Irlan Asaradel

Caixa Postal 30

AG. Camaçari/BA

42800-970

Brazil - South America

Fonte

angelofcemeteryrecords@gmail.com 

INFEKTOR SELF FESTIVAL: Divulgada a sexta edição

 Devido a pandemia do covid-19, houveram dois adiamentos do festival anual piauiense, Infektor Self, mas após longos meses de estruturação e acordo entre os membros envolvidos, resolveram realizar a sexta edição por meio de uma live transmitida no Youtube do canal da Vertigem Discos e no local Rota Motor Bar, em Teresina.

A live foi consequência de uma parceria entre a Gagau Prods (PI) e Vertigem Discos (CE), onde as duas em conjunto compartilham ideias para beneficiar cada vez mais o underground nordestino.

Em relação a valores e quaisquer adicionais, no dia haverá uma CONTRIBUIÇÃO VOLUNTÁRIA através de uma vaquinha online, fora também alguns sorteios com itens disponibilizados entre os dois selos.

https://cangacoradiorock.com.br/wp-content/uploads/2021/02/infekto-1024x1024.jpg

Vale lembrar que a organização irá manter todo o cast para fins de um evento presencial, garantindo assim um compromisso firme e forte.

Link Youtube:

Serviço:
INFEKTOR SELF FESTIVAL #6 (Live) - 06/03/2021 (19h)
Diagnose (Grindcore/CE)
Pancreatite Noise (Grindcore/PI)
RSU (Hardcore/PI)
Suburbius (Groove Metal/PI)

Gustavo Henrique (Progressive Metal/PI)

Para mais informações; Instagram @isf.666 ou através dos selos envolvidos

Fonte

Pedro Hewitt

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

MAR ASSOMBRADO - Canções do Farol - Resenha CD

MAR ASSOMBRADO

“Canções do Farol”

Independente – Nac.

“Canções do Farol” é o segundo álbum do projeto Mar Assombrado, capitaneado pelo poeta, escritor e músico pernambucano André de Sena. Esse disco foi lançado, originalmente em 2017 e nos é apresentado no formato digipack. A arte da capa ficou sob a batuta do experiente Alcides Burn e nos transmite o que encontraremos nas letras das músicas, as quais são escritas em forma de poemas e transitam por temas referentes ao mar, sua beleza e magnitude. Musicalmente o que ouvimos é um Rock Progressivo, com algumas músicas mais longas e outras nem tanto. Ao todo o disco traz sete canções, contando com o Intermezzo “O Farol (Pte. II)”. É um tipo de música para sentar, ouvir e relaxar. O experimentalismo é latente em todas as músicas, uma viagem musical, e altamente indicado para quem gosta de uma música com cara de anos 70, no que se diz respeito aos andamentos progressivos. No disco André contou com o apoio de vários músicos, e assim podemos ouvir a inserção de instrumentos como flauta transversal, percussão, violoncelo, trompete, além dos usuais, para o estilo, teclados, violões, guitarras e baixo. As letras, em forma de poesia, como já mencionado, tem uma escrita impecável, um vocabulário por vezes bem rebuscado. A gravação, feita no Estúdio Carranca, em Recife/PE, mesmo deixando o Mar Assombrado soando bem ‘setentista’, é muito boa, deixando o som bem encorpado. Se você procura por algo mais leve e progressivo, músicas como “O Farol”, “Mar Esplêndido”, “Vento” é a sua pedida, e Mar Assombrado é o nome que você procura. Vale lembrar que o novo disco, “Geografias Estranhas”, foi lançado faz pouco tempo.

Contatos:

www.andredesena.com

www.facebook.com/marassombrado

Resenha por Valterlir Mendes

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

NEROS BENEDICTIOS - Ermo - Resenha CD

NEROS BENEDICTIOS

“Ermo”

Dead Paradise – Nac.

 Apesar de ter sido formado em 2003, o Neros Benedictios, antes de seu álbum de estreia, havia lançado apenas a Demo “Novarum Era Portae Curriendo”, em 2005. De lá até 2018 pouco havia se ouvido falar sobre a banda, quando lançou o ‘debut’ álbum “Ermo”. Mas devo mencionar que todos os anos de espera foram recompensados com um álbum magnífico. “Ermo” é um álbum que foge dos padrões do Black Metal, estilo praticado pela banda. O Neros Benedictios apresenta uma musicalidade ímpar nesse disco; melodias apuradas são ouvidas no decorrer do disco, algumas em contrastes com linhas mais ríspidas na parte instrumental, como já ouvido logo na música de abertura, “No God Can Save Us”. Os vocais, divididos entre os guitarristas João Paulo e Ivanubis Holanda, também transitam entre momentos mais “lúcidos” com passagens totalmente agressivas, como o Black Metal pede. Como falei, a banda aposta em linhas mais melódicas, o que já vem como uma tendência no estilo, ainda mais se pegarmos algumas bandas oriundas da Grécia, mas isso, em momento algum, tira os méritos desses pernambucanos. Afinal, criaram uma sonoridade, que mesmo apresentando influências, bem peculiar, seja nos andamentos instrumentas, nos vocais, e até mesmo na parte lírica, que aborda temas mais filosóficos. O álbum surpreende do início ao fim, pois não é um disco repetitivo, sem inspiração. Muito pelo contrário, o que encontramos em “Ermo” é um apanhado de músicas que cativam, seja nas linhas mais agressivas, seja nos momentos mais calmos e até mesmo acústicos, como na belíssima “Just a Metaphor”. Além disso, a banda lançou mão de instrumentos pouco (ou nada) usuais no estilo, como erhu (instrumento musical originário da China, dotado de duas cordas), violino, mandolin e viola caipira. Complementam a formação que gravou o álbum, Ricardo Necrogod (bateria, apenas na gravação do álbum) e Alexandre Cunha (baixo). Parte gráfica, em digipack, bem cuidada e informativa, uma capa com um desenho em preto e branco, desenhada a mão e uma gravação que supera as expectativas. Que belo álbum de estreia do Neros Benedictios!

 Contatos:

www.facebook.com/nerosbenedictios

 Resenha por Valterlir Mendes

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

ORÁCULO - Disciples of Metal - Resenha CD

ORÁCULO

“Disciples of Metal”

Independente – Nac.

A banda cearense Oráculo está na estrada há quase três décadas, porém, mesmo com todo esse tempo de estrada, “Disciples of Metal” é apenas o seu segundo álbum de estúdio, sucessor de “Wisdom” (lançado em 2005 e coisa rara de se encontrar). Mas vamos falar desse novo álbum da banda... O que encontramos no CD são nove músicas destinadas aos amantes do Heavy Metal tradicional, que traz bases musicais bem influenciadas pelas bandas da década de 80, mas não soando totalmente ‘old school’. Há algo contemporâneo na banda, mas usado de forma sutil e inteligente, dando ao Oráculo bastante identidade. Podemos, também, ouvir algumas levadas mais influenciadas pelo Power Metal. A construção instrumental de todas as músicas é bem esmerada, o que faz com que o ouvinte se apegue as melodias contidas em cada música. Há velocidade. Há peso. Há melodias. E o mais importante: há ‘feeling’ transpirando da primeira a última música. Um dos pontos altos do disco é a grande interpretação vocal de Robson Alves, que não se prende a apenas uma linha vocal, mesmo mantendo as melodias em todas as músicas. Mas, claro, apesar de o vocal mandar muito bem, ele não soaria tão bem se os demais componentes da banda não tivessem caprichado com seus respectivos instrumentos. Vale ressaltar que alguns instrumentos foram gravados por músicos convidados, mas que em nenhum momento deixou o disco com momentos baixos. Pelo contrário! E para isso basta ouvir os solos de guitarras inspirados, alguns em verdadeiras ‘batalhas’, linhas de baixo por vezes conduzindo essa ou aquela música, e uma bateria consistente, veloz, segura. Difícil apontar uma música como grande destaque, mas não posso deixar de comentar sobre “Come Back in Time”, que abre o álbum de forma arrebatadora. É aquele típico Heavy Metal tradicional, com bastante peso, melodias apuradas, guitarras dobradas e uma levada pendendo para o Power Metal, além de uma parte ‘marcada’, com o baixo de Vicente Wilson fazendo a condução da música. “Strange Redemption” também é outra que traz bases marcadas e é indicada para o bagin’. “The Thoughts of the King” tem uma boa variação de andamentos e termina com maestria o disco... Mas, repito, o disco é excelente da primeira a última música. A gravação está ótima, deixando todo o instrumental bem equalizado. A parte gráfica ficou bem simples, o que é uma pena, pois o álbum merecia um encarte bem caprichado. Mas a razão disso a banda falou em entrevista aqui para o Recife Metal Law.

Contatos:

www.instagram.com/oraculoheavy

www.facebook.com/oraculometal

 Resenha por Valterlir Mendes

domingo, 7 de fevereiro de 2021

QUILOMBO - Itankale - Resenha CD


 QUILOMBO

“Itankale”

Poluição Sonora – Nac.

 Quilombo é mais um projeto capitaneado pelo baterista Panda Reis, bem conhecido no meio Underground pelo seu trabalho à frente da banda de Death Metal Oligarquia. Mas o que ouvimos nesse EP de estreia do Quilombo fica bem longe do que o Oligarquia faz. “Itankale” é urgente; é feroz; é rápido; é pesado. Ou seja, é uma mescla explosiva entre o Death Metal e o Grindcore. Soa raivoso, não só nas linhas instrumentais, mas, principalmente, em suas letras, as quais exaltam as raízes negras de Panda. Letras bem construídas e fazendo uma homenagem - sempre justa - aos negros, que por anos e anos lutam por sua liberdade. Além dessa justa homenagem, a temática lírica não deixa de atacar o capitalismo e a exploração europeia (vide “Treze Nações”). Voltando a falar sobre a parte instrumental, o que ouvimos nesse EP é uma verdadeira devastação sonora, mas, claro, não é apenas veloz, já que algumas músicas vêm com uma levada mais cadenciada e pesada. Panda, além da bateria, também ficou responsável pelos vocais, os quais seguem uma linha raivosa, por vezes gritadas. Já a guitarra e o baixo ficaram sob responsabilidade de seu companheiro de Oligarquia, Allan Kallid, o qual também não apresentou qualquer pudor nas linhas feitas. Além do uso dos instrumentos tradicionais para o estilo, podemos ouvir o uso de atabaques e agogô, esses a cargo de Binho Gerônimo e até mesmo berimbau. O estilo praticado nesse EP pede essa urgência e raiva e foi isso que os músicos nos apresentaram. São seis músicas espalhadas em menos de 20 minutos, sendo que as duas primeiras - “Melanina” (com uma parte mais pesada do que rápida) e “Ancestralidade” (com um Blues de música incidental) - são as maiores, em termos de duração. A arte da capa, como não poderia deixar de ser, homenageia algumas personalidades negras. O encarte é simples, apresentado em envelope, trazendo uma página em separado com as letras. Gravação no nível que o estilo pede, bem feita e bem dosada.

 Site: www.facebook.com/Quilombometal

Resenha por Valterlir Mendes

sábado, 6 de fevereiro de 2021

ONE OF THEM - Blind of Faith - Resenha CD

ONE OF THEM

“Blind of Faith”

Independente – Nac.

Apesar de ter surgido em 2004 e lançado uma Demo em 2009, só agora que conheci a banda gaúcha One of Them. E conheci por esse novo lançamento, o EP “Blind of Faith”. Nada melhor do que a ter conhecido por esse material, um verdadeiro arregaço Thrash Metal! Aqui não há concessões. É chuva de riffs, bateria sendo martelada sem qualquer piedade, solos desconcertantes, baixo sendo debulhado... Além de um vocal que casa bem com a proposta agressiva da banda. O EP já começa com a arrasa-quarteirão “Free Slavery”, que tem um início avassalador, já que os solos de guitarras dão as caras nos primeiros segundos da música. A levada da música me faz lembrar o Andralls, principalmente em razão da velocidade. Mas a música não tem apenas velocidade, além dos excelentes solos, o som traz uma passagem marcada que é para você já deixar o gelo de lado para colocar no pescoço. E olha que falei apenas da primeira música. O EP, ao todo, traz seis músicas, distribuídas em quase 30 minutos de agressão musical. Mais duas músicas e poderíamos ter um álbum completo. De qualquer forma, apesar de o disco passar de forma rápida, as músicas têm em média cinco minutos, algo não muito contumaz no estilo. Mas as músicas têm uma qualidade tão incrível; são tão agressivas e diretas, que ao fim do EP vem a pergunta: “Porra! Já acabou??!”. A produção sonora foi feita no Estúdio Hurricane, em Porto Alegre/RS, e é simplesmente irrepreensível. A arte da capa mostra bem o que o nosso país passa. As letras fazem uma forte crítica às religiões. Como eu disse, no início, é um disco forte, do início ao fim, e não dá para apontar essa ou aquela música como a melhor. Até mesmo a música cantada em português, “Pulverizados”, mesmo com a mudança de idioma, mantém a agressividade do EP! É Thrash Metal em sua essência. Veloz, agressivo, pesado, “na cara”! Os ‘culpados’ por esse EP? Alex Guterres (baixo), Jonas Koehler (bateria), Jeff Witt e Ivan Lopes (guitarras) e GG Mussi (vocal). Tente ouvir “Blind of Faith” sem o colocar para repetir. Isso é improvável.

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Resenha por Valterlir Mendes

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

ABSENT - Toward The Void - Resenha CD

 
ABSENT

“Toward The Void”

The MetalVox/Vários – Nac.

 O Absent é uma banda oriunda da Capital Federal, surgida em 2015 e “Toward The Void” é apenas o seu segundo lançamento, sucedendo o single “Funeral Sun”. Inclusive, “Funeral Sun” se encontra no ‘track list’ regular desse primeiro EP da banda, que no total nos apresenta quatro músicas. Apenas quatro músicas, mas que ultrapassam os 40 minutos de execução. Sim, a banda é adepta daquele Doom Metal levado às últimas consequências, o qual flerta com o Sludge e o Funeral Doom, com bases extremamente densas, pesadas e arrastadas, mas com um toque meio que, digamos, psicodélico em algumas passagens, o que faz com que o ouvinte faça uma viagem ao passado musical, mais precisamente para a década de 1970. Os vocais de Thiago Satyr (também responsável pelas linhas de baixo) são usados de forma limpa e também faz uso de alguns ‘reverbs’. A parte instrumental, como já mencionado, é bem densa e arrastada, com as linhas de guitarras de Luan Lima praticamente se fundindo com as graves linhas de baixo de Thiago. As linhas de bateria de Maurício Caio, como não poderia deixar de ser no estilo praticado pela banda, são contidas, apesar de ouvirmos uma virada ou outra mais rápida, quando os demais instrumentos aceleram um pouco. Isso é ouvido em “Semen Prayer”. Liricamente, a Absent faz uma espécie de “viagem cósmica”, tornando o acompanhamento das letras bem interessante. Lendo atentamente, verifiquei que, apesar das poucas músicas, o EP vem numa linha lírica conceitual. Produção gráfica apresentada em digipack, com encarte sobressalente trazendo diversas informações. Produção sonora de bom nível, deixando a sonoridade da banda ainda mais sorumbática. Digo que o Absent é um bom nome dessa nova safra de bandas desse estilo. Ponha “Toward The Void” para rolar e faça sua própria “viagem” musical.

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 Resenha por Valterlir Mendes

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

LACERATED AND CARBONIZED - Narcohell - Resenha CD

LACERATED AND CARBONIZED

“Narcohell”

Vingança Music – Nac.

 Eu poderia resumir a resenha desse terceiro disco do Lacerated And Carbonized a uma palavra: fantástico! “Narcohell” foi lançado em 2016, mas peguei esse disco um tempo depois. Não lembro de ter ouvido algo da banda antes, apesar de sua carreira já ter 15 anos. Mas comecei bem, afinal esse disco é de um impacto devastador. Uma gravação soberba, sob a batuta de Felipe Eregion, a própria banda, HR Studios e mixado e masterizado no Stage One Studios, por ninguém menos que o lendário Andy Classen. O resultado está aí, nesse belíssimo disco! Mas o que mais impressiona é a qualidade musical desses cariocas. É um disco que estou sempre escutando. Ele não tem momentos baixos. É avassalador do primeiro ao último riff. É uma mescla de brutalidade, do que há de mais atormentador no Death Metal, mas sem deixar de lado as melodias apuradas, algo mais contemporâneo (sem nunca deslizar na casca de banana que é abusar de modernidade na música), algo aqui e ali de Thrash Metal, com andamentos marcados. Os vocais de Jonathan Cruz são cavernosos, guturais, mas não são ‘retos’. O cara tem a manha para acompanhar as melodias brutais da parte instrumental. Os riffs e solos de Caio Mendonça impressionam. O que mais impressiona é o cara sozinho criar a massa sonora de riffs no disco. Mas, se bem que a ‘cozinha’, formada por Paulo Doc e Victor Mendonça, tem fundamental importância para deixar tudo numa massa uniforme. Músicas de destaque nesse belíssimo exemplar do que o Underground brasileiro tem de melhor? As 13 músicas merecem menção. Mas, claro, sempre vai ter essa ou aquela que chama mais a atenção. “Spawned in Rage”, que começa o disco com os “dois pés no peito”; a violenta (tanto musical como liricamente) faixa-título; “Bangu 3”, que mescla letras em inglês e português e ainda conta com a participação de Marcus D’Angelo (Claustrofobia) nos vocais; “Condition Red”, com sua levada que é para testar o pescoço; e “Hell de Janeiro”, totalmente cantada em português e um verdadeiro soco no queixo (novamente musical como liricamente). Isso para citar algumas. O disco ainda conta com outro convidado, também nos vocais: na música “Broken”, Mike Hrubovcak do Monstrosity se faz presente. “Narcohell” fez com que eu corresse atrás dos demais discos da banda, ainda mais que o Lacerated And Carbonized os relançou.

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 Resenha por Valterlir Mendes

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

VULTURE - Unholy Grave - Resenha CD

VULTURE

“Unholy Grave”

Independente – Nac.

 Esse EP do Vulture foi oficialmente lançado no final do ano passado (2019), como um “pré-lançamento” do seu novo álbum de estúdio, “End of Agony”, o qual foi recentemente lançado. Esse “Unholy Grave” foi lançado, inicialmente, de forma digital, onde quatro músicas do novo disco foram divulgadas: “Straight to Hell”, “Unholy Grave”, Retaliation” e “Agonia”. O que podemos ouvir nesse material é uma banda ainda mais coesa, madura, musicalmente falando, com suas raízes fincadas no Death Metal que a quem conhece facilmente identifica. Nada de mudanças drásticas, mas nem por isso se repetindo. Boas melodias, principalmente nas guitarras - grande carro-chefe do Vulture -, passagens de andamentos marcados, com um bom trabalho feito pela ‘cozinha’, seja nas partes mais velozes ou nos andamentos mais compassados, além do vocal característico da banda. Eu falei que o EP foi inicialmente lançado digitalmente, porém o material ganhou uma versão física, que é justamente a que tenho em mãos. É um material simples, com uma capa bacana, porém sem muitas informações. Nada das letras, tampouco da formação que o gravou. E sobre a formação, vale lembrar que o Vulture, após anos, teve uma mudança. Hoje a banda é Adauto Xavier (vocal/guitarra), Yuri Schumamn (guitarra/backing vocals), Max Schumamn (baixo/backing vocals) e o novato Fábio Amaro (bateria). A versão física traz, ainda, três faixas bônus, que foram versões que a banda gravou para clássicos do Black Sabbath (“In For the Kill”), Motörhead (“Wake the Dead”) e Headhunter D.C. (“God is Dead”). “Unholy Grave”, o EP, foi uma boa forma de apresentar o que podemos esperar do novo álbum do Vulture, além, claro, de, em breve, virar item de colecionador.

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Resenha por Valterlir Mendes