Metal Reunion Zine

Blog que reúne notícias referentes a bandas, artistas, eventos, produções, publicações virtuais e impressas, protestos, filmes/documentários e quadrinhos independentes/underground ligados de alguma forma a vertentes da cultura Rock'n'Roll e Heavy Metal do Brasil e também de alguns países que possuem parceiros de distribuição do selo Music Reunion Prod's and Distro e sua divisão Metal Reunion Records.

sexta-feira, 31 de março de 2017

KREMATE - The Greatest Joke - Resenha CD


KREMATE
“The Greatest Joke”
Distro Rock/Urubuz – Nac.

Esse segundo álbum do Kremate já tem um tempo de lançado, mais precisamente foi lançado em 2011, e sucedeu “Death: In the Name of” (2005). Para quem já conhecia a banda, tanto de suas Demos como de seu primeiro full lenght, já sabe o que esperar: Thrash Metal puro, calcado na ‘velha escola’, mas, após uma “Intro” cheia de melodias, com “The Unlucky Winner”, se nota que a banda procurou se distanciar da forte influência do Metallica, fazendo algo com característica própria. Boas melodias, riffs afiadíssimos, bases empolgantes e um vocal (feito por Rodrigo Schmidt) que mescla agressividade e melodias, soando, por muitas vezes, limpos. É o que encontramos nesse início de “The Greatest Joke”. Mas será que o que ouviríamos no decorrer do álbum seria com essa mesma pegada? Não, na verdade não, afinal as músicas diferem entre si, apesar de manter a característica de boas melodias e agressividade durante a execução. É Thrash Metal com uma veia ‘bay area’, principalmente nas linhas de guitarras de Rodrigo Schmidt e Regi Mota. Junta-se a isso as boas bases feitas pelo baixista Anderson Paes e pelo baterista Rodrigo Mota, que acrescentam uma dose maior de peso às músicas apresentadas. Menciono também, como empolgantes, as boas dobras de guitarras, como ouvido em “Cruel Mercy”. Com esse trabalho, o Kremate mostrou um crescimento assombroso, causado por seis anos entre o seu primeiro lançamento e esse “The Greatest Joke”. Qualquer dúvida, é só ir direto em “Face to Face”, que carrega consigo influência do velho Testament. Um verdadeiro convite para se bater cabeça. O álbum traz diversos convidados especiais, inclusive a presença de Di Lallo, só para salientar – aqui nessa resenha – que o álbum foi gravado no estúdio dele. Gravação correta, sem exageros e que deixou todo o instrumental bem definido e com o som de cada instrumento soando por igual. Agora é ficar torcendo para que não haja um intervalo de seis anos para um novo lançamento do Kremate.

Site: http://kremate.zip.net

Resenha por Valterlir Mendes

Nenhum comentário:

Postar um comentário