Metal Reunion Zine

Blog que reúne notícias referentes a bandas, artistas, eventos, produções, publicações virtuais e impressas, protestos, filmes/documentários e quadrinhos independentes/underground ligados de alguma forma a vertentes da cultura Rock'n'Roll e Heavy Metal do Brasil e também de alguns países que possuem parceiros de distribuição do selo Music Reunion Prod's and Distro e sua divisão Metal Reunion Records.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

ARGENTINA VOLTARÁ A PRENSAR VINIL!

O Grupo argentino Laser Disc, começará a fabricar discos de vinil no final de março, inicialmente com duas prensas irão produzir cerca de 40.000 unidades por mês, justamente no momento em que o vinil ressurgiu como uma opção no mercado, segundo o site argnoticias.com.
Nicolas Musco, gerente geral do Grupo Laser Disc explicou que há tempos tinham o projeto da fábrica, mas demorou para conseguir colocá-lo em prática: “Houveram problemas e dúvidas, e uma longa luta para obter as máquinas, mas estamos em fase final da conclusão da fábrica. Estimamos o início em um mês e meio, entre o final de março e início de abril. Essa é a idéia, mas às vezes surgem contingências” O investimento foi de “mais de um milhão de pesos argentinos.”
Como será o processo de fabricação? “Aqui nós trazemos o arquivo de áudio em WAV 24 bits para fazer o corte tradicional do acetato, embora já não se utilize o acetato, mas uma folha de PVC envernizada, onde o conteúdo musical é transferido. Depois ele passa para uma área de processos químicos para gerar as duas matrizes de metal, uma para cada lado do disco. Estas matrizes são colocadas na prensa e após a dissolução do PVC (que já está em preto ou de outra cor), os selos são colocados e então prensados os discos. A qualidade de cada lote será controlado, pois trabalhamos com ISO 9000 e somos internacionalmente associada a CDSA (Content Delivery & Security Association), que nos autoriza a monitora a propriedade intelectual. Em outros lugares, fabriquetas de CD e vinil compilam e fazem o que você quer, mas não pagam pelos direitos do artista”.
Já existia no país a Hallo Records, uma empresa que tem um design mais tradicional e que não se destina a escala industrial. No momento, eles estão em conversações com grandes gravadoras para começar a produzir. Também pensam em angariar clientes na América do Sul, especialmente no Chile pois o Brasil já possui duas fábricas, “uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo”. “E … vamos ver como vai ser isso.”
Com o boom do vinil, as empresas fonográficas argentinas começaram novamente a se interessar pelo formato. Uma delas foi a Sony Music, com a reedição de 15 álbuns clássicos do rock nacional argentino.
Estes títulos foram importados da República Tcheca, da fábrica GZ Media, onde se produz cerca de 14 milhões de discos por ano e é um dos principais fornecedores para o mercado norte-americano.
Fonte AQUI

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