Metal Reunion Zine

Blogzine fundado em 2008. Reúne notícias referentes a bandas, artistas, eventos, produções, publicações virtuais e impressas, protestos, filmes/documentários, fotografia, artes plásticas e quadrinhos independentes/underground ligados de alguma forma a vertentes da cultura Rock'n'Roll e Heavy Metal do Brasil e também de alguns países que possuem parceiros de distribuição do selo Music Reunion Prod's and Distro e sua divisão Metal Reunion Records.



domingo, 7 de maio de 2023

Posthuman Tantra: Confira o vídeo clipe para a música Hurricane's DNA

 

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Pesquisa Music Reunion

VAZIO: Confira o vídeo clipe de "Ancestral Rebelião"

 

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Pesquisa Music Reunion

Curse Shadows Dead: Confira o single "Era de Aries" (2023) - Divulgação

 

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Pesquisa Music Reunion

PVTRIDVS VOX RITUAL - NONA EVOCAÇÃO. #repost

No dia 11 de novembro de 2023, em Natal/RN

Início: 19h00 - Ingressos limitados 
Para mais infos entre em contato pelo WhatsApp 82 8150-6521
Com as bandas: CADAVERIC INFECTION, , WARFORGED, INFERNAL XI, FREEZING, INFERNI, TRUE WAR, DENIED REDEMPTION, OCULTUS FUNERUS & THEVRGIIKHALINANBITHASTENEBRALTERAPAARTEDIVINA 

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http://www.sepulchralvoicefanzine.com/2023/04/pvtridvs-vox-ritual-nona-evocacao.html

THE CROSS: Axel Bass é o novo baixista da banda

Em meio aos trabalhos de finalização do vindouro EP, “Resquiest in Pace Frater Noster”, os baianos da THE CROSS divulgaram o desligamento dos músicos Leandro Kastiphas (baixo) e Renato Bacelar (bateria).

Não demorou e o nome do substituto nas 4 cordas foi aanunciado, trata-se de Axel Bass, reconhecido nacionalmente pelos trabalhos à frente das bandas Under The Gray Sky (desde 1998) e doa Revenge to Betrayal, confira o anuncio oficial clicando AQUI.

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http://www.sepulchralvoicefanzine.com/2023/04/the-cross-axel-bass-e-o-novo-baixista.html

SLAMMER, HELLWAY PATROL & PAYOUT em Londrina/PR

No dia 12 de maio de 2023

Local: Volts Bar - Avenida Lucilio de Held nº 161, Zona Norte
Horário: 20h00 - Entrada R$ 20,00

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http://www.sepulchralvoicefanzine.com/2023/04/slammer-hellway-patrol-payout-em_27.html

HIERARCHICAL PUNISHMENT disponibiliza o lyric video de “The Darkness"

Os veteranos da HIERARCHICAL PUNISHMENT, disponibilizaram na última quinta-feira, (20/04/2023), o lyric vídeo de “The Darkness”, música retirada do aclamado álbum “Psychotic Disorders” (de 2021). O lyric video foi produzido por Grell (fundador da HIERARCHICAL PUNISHMENT) que já havia sugerido as ideias de imagens perturbadoras para os vídeos anteriores de “The Moment Of Truth” e “Escape The Fate”. 

Confira:

Março de 2023 é um período altamente significativo para a carreira dos veteranos do Hierarchical Punishment, afinal, neste mês a banda completa impressionantes 29 anos de trajetória, e um marco destes não é para qualquer um.  Atualmente o Hierarchical Punishment é formado por Grell (guitarra), Paulo Alexandre (guitarra), Arthur Mendes (vocal), Alexandre Martins (baixo) e Luiz Carlos Louzada (bateria).

Links:

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http://www.sepulchralvoicefanzine.com/2023/04/hierarchical-punishment-disponibiliza-o.html

Thrashera: Disponível a segunda tiragem da cachaça "Bapho de Mé" via Mundo Bzzarro Distro.

Abaixo mensagem divulgada por Mundo Bzzarro Distro

Cachaça Bapho de Mé edição especial afrodisíaca da banda Thrashera.

Segunda tiragem, envasada em garrafa de 900ml, já disponível.

Interessado? Chama!

https://www.instagram.com/mundobzzarrodistro/

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Pesquisa Music Reunion

Gypsy Tears, banda hard rock mineira, lança single “Walking Alone”

 

Formada na capital mineira em 2013, a banda Gypsy Tears lançou nesta sexta-feira (5), o single “Walking Alone”. 

Assista ao videoclipe de “Walking Alone”

O guitarrista e compositor Thiago Valle, diz que as influências para a música vêm do que costuma ouvir: Led Zepellin, The Who, Stones, Cinderella e Guns N’ Roses. Ele cita como inspiração ainda, a atmosfera do filme norte-americano Midnight Cowboy (Perdidos na Noite) de 1969. “‘Walking Alone’ fala de uma caminhada solitária em busca de algum tipo de perdão. Imagine uma mente cansada e arrependida de algo que fez, buscando, sozinho, essa redenção, percebendo que é uma caminhada árdua e repleta de recordações difíceis pela qual tem que passar. Esse é o clima de Walking Alone”.

A faixa, lançada de forma independente, fará parte do álbum “Gypsy Tears II”, segundo disco da banda, composta atualmente por John Laporte (voz) e Arthur Luíz (baixo e bateria), além de Thiago Valle (guitarra). “‘Walking Alone’ sintetiza vários elementos presentes no disco. Tem riffs pesados, refrão marcante, vocal crescente e explosivo, com solo de guitarra igualmente crescente e o uso de slide (bottle neck), que tem uma sonoridade que eu gosto muito nos riffs de Hard Rock”, revela o guitarrista.

O single vem acompanhado de um vídeo dirigido e filmado pelo próprio Valle, que também é artista plástico. A ideia é ilustrar o clima de solidão descrito em "Walking Alone". “Sempre gostei de mesclar várias ramificações das artes em um mesmo trabalho. Música, videoclipe, pinturas e HQ estão juntas no meu trabalho com o Gypsy Tears. Esse disco é uma extensão honesta e verdadeira de mim”, afirma o músico.


 
Ouça “Walking Alone” no seu tocador favorito
https://orcd.co/n0dd08m 

Foto: André Luíz

Arte: Thiago Valle

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Farol Music 

assessoria@farolmusic.com.br

Sick Dogs in Trouble lança videoclipe; assista “Better Be Alone”

 

A banda paulistana Sick Dogs in Trouble, formada em 2018, lançou nesta quarta-feira (3) o videoclipe do single “Better Be Alone”. A faixa faz parte do álbum de estreia “Dead Lovers”, previsto para o próximo dia 31.

Assista ao videoclipe de “Better Be Alone”

A canção, composta pelo vocalista e guitarrista Raul Signorini, versa sobre momentos em que o isolamento precisa ser compreendido, segundo o músico, de forma generosa e paciente. Quando cortar laços se torna realmente necessário. “Sabe aquele ditado: ‘é melhor estar sozinho do que mal acompanhado’? A música nasceu num momento em que eu me sentia exatamente assim: embora acompanhado, havia um profundo sentimento de solidão. Então compreendi que deveria transformar a solidão em solitude”.

 
Com influências de Social Distortion e Backyard Babies, “Better Be Alone” sintetiza o que o público pode esperar do primeiro álbum da banda. “A faixa tem um riff Hard Rock, um refrão Pop, uma ponte onde a música fica mais pesada e tem solo de guitarra. Enfim, tudo que a gente adora”, diz Signorini. O guitarrista Felipe Skid concorda, e revela ainda: “Na ponte para o solo quisermos nos aproximar um pouco da sonoridade do HIM, que é uma banda a qual Raul e eu amamos, mas que foge bastante do Sick Dogs, então tentamos colocar ali de forma discreta”.   

“Better Be Alone”, foi mixado e masterizado por Raul Zanardo e ganhou um videoclipe dirigido por Nanda Arantes da produtora Red Rat, que agradou a banda. “O resultado ficou incrível”, diz Signorini. “Acho que as cores do clipe é o que mais vai chamar a atenção do público. Realmente sem palavras. Destaque pro nosso amigo Daniel Casanova que fez a iluminação”, completa Skid. 
Além de Raul Signorini (Guitarra e Voz) e Felipe Skid (Guitarra), atualmente fazem parte da banda, Junior Drummer (Bateria) e Fabiones (Baixo).


 
Ouça “Better Alone” no Spotify:
 https://open.spotify.com/track/600MMrrs5K0jisAQFJ2YVh

Foto: Nanda Arantes

Fonte

Farol Music 

assessoria@farolmusic.com.br

Outono confessa o amor libertino com o novo single “Confessional”

Nome ascendente do gothic rock disponibiliza lançamento após sólida resposta aos singles anteriores

Depois de dois singles impactantes lançados em 2022, a banda OUTONO entra no atual ano com o lançamento de outro artefato sombrio: “Confessional”. Como sugerido nas canções anteriores, o trabalho do grupo desenvolve temas tétricos e minimalistas que resultam em músicas marcantes logo na primeira audição.

Confira o single “Confessional”: 

https://open.spotify.com/track/5oeW5SCvVvdHmtwW9JmPqR

O letrista Guto Diaz explica o cenário e os caminhos que compõe a narrativa: “Basicamente, a letra é uma confissão de amor entre dois estranhos, com toques de religião e pecado; um feeling kinky de nuances sensuais e algo de masoquismo”, explica.

OUTONO, que porta consigo um espectro musical bastante rico, é formada pelo baixista e vocalista Guto Diaz, pelo guitarrista Fabiano Cavassin e pelo baterista Wlad Zechner. Os músicos carregam consigo décadas de experiência no mercado musical, ao trabalharem no passado em bandas com Primal e The Secret Society, que deixaram como rastro álbuns importantes no cenário e inúmeros shows nos mais diversos palcos do Brasil e exterior, incluindo apresentações ao lado de gigantes da música como Dee Snider, Europe e The Sisters of Mercy, entre outros.

Os singles lançados em 2022, “Shades Before Dawn” e “Brighter Than The Sun”, declararam ao mundo a chegada deste novo personagem da música sombria. Abrindo o ano, “Confessional” professa a perenidade deste legado que vem sendo construído com árduo trabalho. Siga o grupo nas redes sociais @outono_band.

Fotos: Dani Duraes


Fonte
Kenia Cordeiro
+55 41 99696-2447

Fanzine Juvenatrix # 246 disponível

Está disponível a edição virtual e gratuita do fanzine “Juvenatrix” número 246 

Conteúdo:

“Juvenatrix” número 246 (Maio de 2023), 12 páginas.

Capa: “Sombras do Terror” (1963)

Contos de Kátia Oliveira dos Santos Andrade, Caio Alexandre Bezarias

Resenhas de Cinema: “Sombras do Terror” (1963), “O Castelo dos Mistérios” (1940), “Sangue no Farol” (1960), “A Irmã de Satanás” (1966), “Sangue de Vampiro” (1958), por RR

 Contatos: renatorosatti@yahoo.com.br

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renatorosatti@yahoo.com.br

Blood Ocean anuncia o lançamento do primeiro single "Dew Scent"

 

A banda de Thrash Metal Blood Ocean anuncia o lançamento do primeiro single e Lyric vídeo para ”'Dew Scent". A faixa foi gravada no Estúdio Pano Humildo Produções e teve produção e mixagem por Anderson Mattiello e será lançada dia 18 de maio em todas as plataformas digitais.

A música é uma boa mistura do Thrash Metal dos anos 80 com influências modernas, misturando suas influências antigas com um som mais atual, fugindo de soar datado, mas sem esquecer das características que seu estilo musical pede, como ótimos riffs, refrão grudento e uma cozinha com levadas mortais.

Como os fãs de Thrash mais atentos podem perceber a música faz uma referência a banda de Thrash Metal alemã Dew Scented, que lançou 8 discos e é bem conhecida no Underground, principalmente pelos discos "Inwards" e "Impact".

O vocalista e guitarrista Júnior fez o seguinte comentário sobre a música:" O Dew Scented , na nossa opinião , é tão boa banda quanto subestimada , infelizmente . Thrash/Death germânico poderoso e muito técnico. Quando compusemos o primeiro single, a letra tinha o tema do poema “O Corvo “ de Edgar Allan Poe e na nossa letra aparece cheiro de orvalho (Dew Scent) , foi meio que coincidência , mas ficamos muito felizes porque embora não sejamos extremos e técnicos como o DS , temos o mesmo sangue nos olhos que sentimos nas suas canções ! Privilégio ter o primeiro single praticamente com o mesmo nome desta grande influência. Inclusive nosso baterista Marcão dividiu o palco com eles em 1999 em uma  tour com o Ação Direta, banda que integrava na época."

Veja abaixo um teaser para "Dew Scent"

https://www.youtube.com/watch?v=_BgEnhIVdF0

O Blood Ocean foir formado em 2022 por Douglas Perez (baixo) e Júnior Zeni (guitarra e voz) após se reunirem na gravação da demo "Into The Realm Chaos" de 1989 do Menace, antiga banda de Thrash Metal do ABC paulista, na qual ambos são co-fundadores da mesma.

Após a gravação sentiram necessidade de iniciarem um novo projeto e no início das novas composições o renomado baterista Marcão Melloni(Dead Fish, Ex Ação Direta)  se junta ao grupo, sendo também ex-integrante do Menace. Juntos participaram de mais de 35 collabs com a Pano Humildo Produções durante a pandemia.

Atualmente estão gravando seu álbum de estréia intitulado "Sublime Apocalypse", ainda sem data de lançamento.

Blood Ocean tem como temática o meio ambiente a ação destrutiva do homemno planeta e experiências pessoais que possam trazer algo motivador para quem quer se conectar a um mundo melhor.

Blood Ocean

Júnior Zeni-Guitarras e vocais

Douglas Perez -Baixo

Marcão Melloni-Bateria

 Acompanhe o canal da banda no Youtube: 

https://www.youtube.com/@BloodOceanOfficial

Fonte

Raphael Arizio 

raphael.augusto.arizio@gmail.com

Ashes: Disponível o novo single "Shadow Key". Confira!

Disponibilizado recentemente nas plataformas de streaming "Shadow Key", é o novo single da banda cearense de Heavy Metal, Ashes, com gravação, mixagem e masterização a cargo do talentoso amigo Serra Barroso (@metalmentory).

Paralelamente, a banda lançou em seu canal oficial o lyric, assinado pelo motion designer pernambucano Marcelo Silva que já trabalhou com bandas como Corja, Krisium, Ghost Trend Kill, Thrunda entre outras.

Com um EP lançado ano passado e 2 singles "Angels and Demons" e "The Warrior's Path" a banda apresenta um Heavy Metal tradicional com passagens do neoclássico muito atribuído ao estilo do guitarrista e fundador Jefferson Nascimento.

"Shadow Key" vem reforçar a sonoridade da banda em conduzir um Heavy Metal tradicional com nuances de neoclássico e sintetiza, muito, a sua nova fase musical, reforçando a line up consolidada em um processo de crescente constante.
Para celebrar este momento a banda irá abrir a pré-venda de uma remessa especial e limitada de blusas mais uma vez em parceria com a Elmo estamparia. Limitada a 50 unidades, a blusa pode ser adquirida diretamente com a banda em seus perfis nas redes sociais.

Foto: @vannerao

Ouçam nosso single:


Formação:
Jerônimo Pires -  Vozes
Jeff Nascimento - Guitarras
Milson Feitosa - Baixo
César Sousa - Bateria

Redes sociais:

Fonte
ashesheavymetal@gmail.com

sábado, 29 de abril de 2023

TEIMOSIA FEST #2 - DATA: 29/04/2023 - VÁRZEA PAULISTA / SP


 Fonte 
Pesquisa Music Reunion 

ARQUIVOS EXPLÍCITOS - Contos e crônicas da ópera rock do terror cotidiano - Segunda Temporada 2023 - #3

Duas histórias soltas

Por Fabio da Silva Barbosa

 

Um cara perguntou no que resultaria se misturassem o Karnal, o Olavo de Carvalho e o Paulo Coelho em um liquidificador.

Uns disseram merda, outros disseram vômito, outros farsa, outros ignorância....

Gostei do que falou “Um dos piores venenos para o espírito humano”. Esse resumiu tudo.


 Essa coisa de geração vai ficando mais estranha com o decorrer do tempo.

Tinha uma garotada ouvindo um som e um falou que ia meter um metal das antigas. Daí veio com Slipknot.

Outro bradou que metal antigo mesmo era Pantera.

Eu não sabia se ria de deboche ou de raiva.

Foi aí que um rapazinho de moicano soltou a pérola:

- Bom mesmo é um punk raiz. Mete um Green Day aí.

Nesse momento minha cara deve ter virado um cu, porque me perguntaram se eu não gostava de metal ou punk.

Fui embora com meu desgosto.

Para não desanimar, lembrava dos amigos mais jovens que não caíram nessas. Ainda havia uma galera mais nova que sabia das coisas.

Até a próxima!

domingo, 23 de abril de 2023

Cavalera: Lançará regravação dos primeiros álbuns do Sepultura

Recentemente a banda Cavalera, formada pelos irmãos e lendas do Metal Iggor e Max Cavalera, anunciou a regravação dos clássicos do Sepultura, “Morbid Visions” (1º álbum completo lançado em 1986) e “Bestial Devastation” (1º EP lançado originalmente em 1985).

 Max Cavalera comentou a respeito: “À medida que vai ficando mais difícil ano após ano, às vezes você precisa voltar para onde tudo começou! Nós regravamos ‘Bestial Devastation’ e ‘Morbid Visions’ com o incrível som do AGORA, mas com aquele espírito cru e atemporal. A arte de capa reflete os tempos em que estamos vivendo agora… Apocalíptico como o inferno! Temos também duas novas faixas com riffs daquela época, lembrados de cor”.
 
Já Iggor Cavalera afirmou: ”Sempre senti que as gravações de nossos primeiros trabalhos não soavam iguais à maneira como tocávamos as músicas. Então, este é um momento muito especial em nossas vidas e estamos muito orgulhosos de mostrar a vocês, fãs reais, nossa verdadeira representação dos incríveis discos Bestial Devastation e Morbid Visions com uma identidade visual insana…”.

“Morbid Visions” e “Bestial Devastation” foram regravados no The Platinum Underground, produzidos por Max e Iggor enquanto John Aquilino cuidou da engenharia. Já a mixagem e masterização ficou a cargo de Arthur Rizk. O Cavalera recrutou Eliran Kantor para criar a capa de ambos os álbuns.

Fiquem ligados para mais informação sobre as duas regravações que serão lançadas no Brasil pela parceria entre Shinigami Records e Nuclear Blast Records!

Nota divulgada por Nuclear Blast:

A gravadora Nuclear Blast Records anunciou com orgulho a assinatura com a banda de metal CAVALERA. Hoje, a banda revelou que regravou o primeiro EP do SEPULTURA, Bestial Devastation, e o primeiro álbum completo, Morbid Visions.

Max Cavalera comentou: "À medida que ficamos mais pesados ano após ano, às vezes é preciso voltar ao ponto inicial! Regravamos Bestial Devastation e Morbid Visions com o incrível som de agora, mas com seu espírito bruto e atemporal. A arte reflete os tempos em que vivemos agora... Apocalíptico como o inferno! Também temos duas novas faixas com riffs daqueles dias, lembrados de cor".

Já Iggor Cavalera afirmou: "Eu sempre senti que as gravações do nosso trabalho anterior não faziam justiça à maneira como tocávamos as músicas. Então, este é um momento muito especial em nossas vidas que estamos muito orgulhosos de mostrar aos verdadeiros fãs a nossa verdadeira representação dos incríveis registros Bestial Devastation & Morbid Visions, com uma identidade visual insana ... divirta-se e vejo vocês todos na 'pit'".

Os álbuns Morbid Visions e Bestial Devastation foram regravados no Platinum Underground. Os álbuns foram produzidos por Max Cavalera e Iggor Cavalera, enquanto John Aquilino foi responsável pela engenharia. Arthur Rizk foi responsável pela mixagem e masterização de ambos os álbuns. CAVALERA contratou @EliranKantor para criar a arte para ambos os álbuns.

Abaixo estão as faixas de Morbid Visions:

Morbid Visions
Mayhem
Troops Of Doom
War
Crucifixion
Show Me The Wrath
Funeral Rites
Empire Of The Damned
Burn The Dead
Abaixo estão as faixas de Bestial Devastation:

The Curse
Bestial Devastation
Antichrist
Necromancer
Warriors Of Death
Sexta Feira 13

A regravação desses álbuns é de grande importância para o cenário da música extrema, pois Morbid Visions e Bestial Devastation são considerados marcos no surgimento do gênero, influenciando inúmeras bandas em todo o mundo.

Fonte
Pesquisa Music Reunion

GAROTAS DO METAL - NATAL / RN - Entrevista

Tive a oportunidade de começar a conhecer o trabalho de Raíssa “Rah” Brilhante e Lenilda Santos no evento “Natal Brutal Fest”, que ocorreu ano passado (2022), na capital paraibana. Por meio do contato de longa data Rogério Menezes, que me apresentou ambas e me falou um pouco mais sobre o trabalho delas. O coletivo Garotas do Metal, que começou com reuniões de várias garotas com o objetivo de falar e se mobilizar em torno do Heavy Metal Underground. E não ficou só em reuniões. Não ficou só na ida em shows. As garotas, desbravando um território ainda hostil para o gênero feminino, “arregaçaram” as mangas e partiram para fazer algo mais. Hoje, mesmo que sendo reduzido a apenas Lenilda e Rah, o coletivo se mantém bastante produtivo, seja comparecendo aos shows, com programas na internet, programas de rádio, produzindo eventos... Na entrevista a seguir elas nos esclarecem um pouco mais sobre as atividades do coletivo, entre outros assuntos inerentes ao Heavy Metal e ao Underground.


Metal Reunion Zine - Pelos relatos que tive, inclusive pessoalmente por uma das criadoras do movimento, Rah Brilhante, a Garotas do Metal surgiu a partir de reuniões entre várias meninas que se reuniam. Mas como eram tais reuniões? Reuniam-se para ir a shows, ouvir música, ter conversas sobre temas diversos?
Lenilda Santos - Primeiramente queremos agradecer pelo espaço cedido pelo Recife Metal Grande. Honra para gente. Tudo começou com algo despretensioso, com reuniões de mulheres que fazem parte da cena em uma loja que vendia materiais (Zeppelin Rock Store), a qual hoje se encontra fechada. Era um ponto de encontro onde as meninas se reuniam para comprar materiais e, nas prévias dos shows, tomávamos umas cervejas, depois saíamos para os eventos; trocávamos ideias, ouvíamos som... Era muita massa. E onde tem mulher, tem conversa. Imagina 14 mulheres juntas, cada uma com sua imperiosidade. (risos) E até hoje ainda se encontramos nos eventos, trocamos informações e colocamos o papo em dia.

Metal Reunion Zine - E de quem foi a ideia principal para tornar tais reuniões
num movimento de apoio ao Underground?
Lenilda - O grupo foi idealizado por mim há cinco anos, mas sempre estive presente, contribuindo em nosso cenário Underground há mais de 15 anos, participando da organização de vários shows e eventos aqui na cidade. Há um bom tempo queria algo diferente, algo a mais para nós, mulheres. Com dois anos depois criei a página no Instagram, proposta bem diferente do que é hoje. Hoje realmente está no ponto que queria realmente. Três anos depois conheci a Raíssa Brilhante e fechamos uma grande parceira. Tínhamos uma linha de pensamento muito parecida e a mesma vontade de fazer algo diferente. Foi quando mudamos o formato da página e está dando certo até hoje.
Rah Brilhante - O coletivo se deu de início no ano de 2017, porém em 2019 o coletivo ganhou outro formato, que não mais aquele de encontros. Com a saída de uma das adiministradoras oportunizou a minha entrada, onde fui convidada pela idealizadora do Garotas do Metal, Lenilda Santos, para junto com ela dar seguimento ao coletivo. Quando convidada, eu levantei outra proposta (trabalhar em prol do Underground nacional, que a princípio, no pico pandêmico, foi feito de forma virtual) para ela, da qual ela também tinha o mesmo desejo, e, a partir daí, o desejo em comum ganhou força e fomos em busca de realizá-lo juntas.

Metal Reunion Zine - O nome, óbvio, é o mais adequado para esse movimento de vocês, mas, antes de tal nome, se cogitou algum outro ou foi senso comum já colocar o nome Garotas do Metal?
Lenilda - Sim, tínhamos vários nomes. Vieram muitas opções na cabeça. Passei uma tarde inteira para chegar a um nome. Tinha Mulheres do Rock, Mulher no Metal... Foram tantos nomes que nem sabia qual iria colocar. (risos) Aí veio esse nome, Garotas do Metal. Relutei um pouco para colocar esse nome, como você disse, óbvio demais, mas foi aí que decidi na época deixar esse nome mesmo. Pensei: “vai que dar certo. Às vezes óbvio também é bom”. (risos).

Metal Reunion Zine - O movimento começou com diversas garotas. Eram muitas, cerca de 14, eu acho. Mas, ao decorrer do tempo, muitas foram saindo até restarem duas. Por qual razão as demais garotas foram se afastando do grupo? As garotas que saíram, de alguma forma, continuam a contribuir para o cenário Underground, seja ele local ou de outros Estados?
Rah - Quem é envolvido com trabalhos voltados ao meio Underground sabe o quão difícil é fazer um trabalho honesto. Sendo mulher, com outros fatores atrelados, como sermos de uma região como o Nordeste, trazendo, assim, grandes batalhas diárias a serem vencidas. E sem ter retornos lucrativos, a não ser realização pessoal de se fazer o que gosta é um fator que pode ter sido levado em consideração. Porém os motivos de fato para se ter ficado apenas eu e Lenilda com a modificação do propósito do coletivo, eu realmente não saberei responder os motivos reais que levaram cada uma delas a não querer estar à frente deste projeto conosco. Mas eu acredito que seja a falta de identificação com a proposta. E, sim, as demais continuam contribuindo com a cena local e de outras maneiras, comparecendo aos eventos, por exemplo.

Metal Reunion Zine
 - Falando em contribuição para o cenário Underground, vocês não se limitam a divulgar apenas a cena Underground potiguar, mas, também, de outros Estados nordestinos. A ideia é essa: divulgar o que acontece na Região Nordeste, em termos de Underground?
Rah - A ideia é divulgar toda a cena do cenário nacional, sem bairrismo.

Metal Reunion Zine- Sobre o envolvimento de vocês com o Heavy Metal (e seus subestilos), de quando vem e quais bandas as fizeram entrar para o culto ao Heavy Metal?
Lenilda - Meu primeiro contato foi através do meu esposo, LC Hunter, o qual já

desenvolvia e faz até hoje trabalhos voltado a cena Underground, como os eventos “Culto ao Macabro” e “The Ripper Fest”, é vocal da Nighthunter... Isso há quase 20 anos. Em certo momento, entrei no Metal Negro de vez; passei também apoiar e, tempos depois, idealizar o Garotas do Metal, firmando cada vez mais minha presença na cena Underground. Conheci a Rah no meu aniversário, e ela quase comeu o bolo todo! (risos) Estamos até hoje firmes e fortes, desenvolvendo trabalhos na cena Metal nacional, como todos sabem. Nosso trabalho, para mim, é grande em poder; o bom de fazer e contar com novas e antigas amizades, com o comprometimento total a cena Underground nacional. Quanto às bandas, comecei escutando muito Heavy Metal, Black Sabbath, Judas Priest, Iron Maiden, Deep Purple, Jethro Tull, Demon, AC/DC, Motörhead, Mercyful Fate e muitas outras.
Rah - Meu gosto começou a se declinar ao culto ao Metal por volta dos meus 11/12 anos, influenciada pelo meu irmão, que também estava iniciando neste universo. Acompanhada por ele, pude ir a vários shows ainda muito nova, e me apaixonar por cada estilo diferente. Eu acredito que todos começamos com algo mais tranquilo, como o Heavy Metal tradicional, e com o tempo vai se lapidando. Duas bandas que são muito importantes para mim, neste início e que marcaram, foram o Mercyful Fate e Iron Maiden.

Metal Reunion Zine - Além do movimento Garotas do Metal, Rah Brilhante ainda contribui para outros coletivos. Quais seriam eles e como tudo isso é conciliado?
Rah - Sim, além do coletivo Garotas do Metal, eu e Lenilda integramos a grade da web rádio Dark Radio, onde temos o programa “Underground é com elas”, e apresentamos juntas com o Benedicto Jr. o “Apocalipse”. Já fiz parte da equipe de zines, e recentemente retornei para a equipe do Power Thrashing Death online, comandado pelo Reinaldo Steel, onde criamos juntos um programa dentro do Power Thrashing Death, que se chama “Made In Nordest”, onde o foco é divulgar a cena do Nordeste.


Metal Reunion Zine
 - E como são criadas as pautas? Pelo que sei, vocês trabalham mais em entrevistas e cobertura de eventos. Então, como seria a forma de divulgar os álbuns (ou Demos) lançadas? Vocês, de certa forma, fazem divulgação desse tipo de material?
Rah - De certa forma, sim. Quando convidamos as bandas para entrevistas, nós temos a oportunidade de dar as bandas o espaço de poder divulgar seus materiais. As pautas são feitas por nós mesmas, onde cada uma monta a sua e ao chegar a hora “metemos bala”! (risos) É tudo dentro do nosso conhecimento e curiosidades sobre o quê ou quem vai está sendo entrevistado. Desta forma a conversa vai fluindo no decorrer do bate papo.

Metal Reunion Zine - O movimento de vocês, além de toda a correria para movimentar a cena, a movimentando com cobertura e entrevistas, também trabalha na produção de shows. Produzir eventos não é algo fácil, ainda mais no Underground, onde o apoio (até mesmo de quem diz apoiar) e bem pequeno. Como é produzir um evento no meio Underground, mas de forma profissional?
Rah - Volto na mesma fala de sempre, que produzir eventos, sendo mulher, é mais difícil ainda. (risos) Infelizmente são falas que precisam ser ditas para que não seja enfraquecida a corrente do combate ao machismo. Falamos com propriedade, por estarmos dentro dessa vivencia e, por várias vezes ter nos

deparado com comentários do tipo “não fomos ao evento porque era fulana e cicrana quem produziu. Se fosse fulano ou beltrano teria ido, mas como foram as meninas...”. Quem perde é quem deixa de ir. (risos) Isso não nos fará parar de produzir, de movimentar a nossa cena. Diferentemente de quem prefere hostilizar e desagregar, permanecendo com preconceitos carregado de dogmas, pensamentos patriarcais, onde no meio Underground deveria menos existir. Mas, infelizmente, é onde mais nos deparamos com preconceito, conservadorismo e macho escroto. Dito isto, um pequeno desabafo... (risos) Volto a resposta: mais que movimentar nossa cena, são realizações pessoais, onde o ganho lucrativo está em último lugar. Queremos “empatar”, se ganhar a mais, ótimo! Serve para custear os próximos eventos, se não, vamos à luta! O intuito maior é poder gerar uma confraternização onde podemos nos reunir, ouvir o que queremos, ajudar as bandas que estão no palco, alimentando toda uma cadeia que sustenta o Underground. Em cada evento feito, é tratado com muito respeito as bandas, o púbico e a nós mesmas. É isso.

Metal Reunion Zine - Eu noto que vocês enveredam por uma linha mais extrema do Metal, e sabem o que fazem, frise-se. Mas vocês trabalham com bandas de outros estilos, não tão extremos?
Rah - Sim, não existe segregação de subgêneros. Uma das coisas que colocamos em prática, desde que iniciamos como produtoras, foi tentar dar espaço a todas as bandas possíveis que conseguirmos, sem repeti-las no nosso ‘cast’, abrindo o máximo possível o leque de oportunidades, independentemente de gênero. Temos muita coisa para produzir ainda, e muitas bandas irão ecoar suas blasfêmias em terra potiguar!

Metal Reunion Zine - Agora, para 2023, o que podemos esperar do Garotas do Metal? Quais são os principais planos de vocês para o ano que se inicia?
Rah - O apoio dado de forma virtual é sempre feito cada vez mais com empenho, e isso se perpetuará. Temos nos empenhado a cada evento, de produzir de forma mais primorosa, além de dar continuidade ao nosso trabalho já feito na Dark Rádio com o programa “Underground é com elas” e “Apocalipse”, e gradativamente fazer alianças que sigam o mesmo objetivo. Manter a chama Underground acesa!

Contatos:

Entrevista por Valterlir Mendes
Fotos: Divulgação